Notícias

Vietnã planeja expandir área de café arábica e dobrar produção até 2020

O Vietnã, que já é o maior produtor mundial de café robusta, planeja expandir sua área plantada de arábica com o objetivo de dobrar sua produção de grãos de qualidade superior para 96.000 toneladas até 2020, apesar de oficiais da indústria dizerem que a produção poderia ser ainda maior.

O país do sudeste da Ásia, segundo maior produtor mundial de café depois do Brasil, expandirá sua área plantada de arábica na região norte e central para 40.000 hectares nos próximos oito anos, disse o Ministério da Agricultura. As estimativas da atual área plantada com arábica no Vietnã são de 32.000 a 38.000 hectares, embora esses dados não sejam exatos. “Queremos manter a área estável (em 40.000 hectares) até 2030”, disse o gerente do departamento de colheitas do Ministério, Pham Van Thanh.

O café arábica requer um processo de umidade para garantir a maior qualidade de seus grãos, algo que muitos processadores domésticos ainda precisam adotar devido ao financiamento limitado e às ofertas instáveis domésticas, disseram oficiais. O governo disse que a produção de arábica aumentará para 96.000 toneladas até 2020, representando 9% da produção total de café do país. Não foi dito o quanto será investido na expansão.

Porém, o Thai Hoa Vietnam Group, maior exportador de café arábica do Vietnã, disse que o país provavelmente produzirá 120.000-150.000 toneladas da variedade em 2020. A produção de café arábica do Vietnã na próxima colheita de 2012/13 aumentará 12% com relação à atual safra, para 55.000 a 57.000 toneladas, disse o presidente da Thai Hoa Vietnam, Nguyen Van An.

O país poderá substituir o robusta com arábica em algumas áreas com clima adequado, disse o presidente da Associação de Café e Cacau do Vietnã, Luong Van Tu.

O café robusta representa 97% da produção do Vietnã. O país deverá produzir 22,25 milhões de sacas de 60 quilos na safra de 2012/13, segundo estimativas de 29 analistas e comerciantes levantadas pela Reuters. Isso é menos que a estimativa de 24-25 milhões de sacas estimadas para 2011/12.

As exportações de café do Vietnã entre outubro de 2011 e esse mês poderia aumentar em 25,2% com relação ao ano anterior, para 1,44 milhão de toneladas, ou 24 milhões de sacas, mostraram dados do Governo. 

A reportagem é da Reuters, traduzida e adaptada pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Web CaféPoint.

Café: seguro contra fenômenos naturais será lançado hoje (30)

Os produtores de café terão um seguro agrícola específico para perdas provocadas por fenômenos naturais, como geadas, granizo e chuva. Mecanismo nesse sentido será lançado hoje (30) pelo Grupo segurador Banco do Brasil (BB) e Mapfre.

Em comunicado, o diretor geral do Grupo BB Mapfre nas áreas Rural e de Habitação, Luiz Guedes, diz que trata-se de uma ação inovadora. Segundo ele, não existia até agora seguro que garantisse a produtividade das lavouras de café. Para contratar o seguro, o produtor pode procurar uma agência do BB da sua região. O nível de cobertura desejado pode ser escolhido pelo produtor (de 50% a 75% da produtividade esperada), dependendo da cidade.

No caso específico da proteção para os cafezais, além da subvenção federal à aquisição do seguro rural, definida pelo Ministério da Agricultura, o produtor tem, ainda, a subvenção dos governos de São Paulo e de Minas Gerais, de acordo com as regras de cada Estado. As subvenções federal e estadual serão acumuladas nesse caso, informa o BB.

As informações são da Agência Estado, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Web CaféPoint.

Índice de endividamento das famílias capixabas é o menor dos últimos 12 meses

A PEIC do mês de julho, divulgada pela Fecomércio/ES, cai pelo quarto mês consecutivo e apresenta 57% de endividados, o número de inadimplentes também caiu

As famílias capixabas estão mais cautelosas na hora de fazer dívidas, diferentemente do que acontece em todo o país. Prova disso é que pelo quarto mês consecutivo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio/ES), apresenta retração nos números divulgados. 

No atual mês de julho o indicador mostrou que há um total de 57% de endividados, ante 63,2% no mês anterior. O número também ficou em patamar inferior ao mês de julho de 2011, quando 58,5% haviam declarado ter dívidas. O índice apresentado em julho é o menor dos últimos 12 meses.

A quantidade daqueles que estão com as contas em atraso diminuiu em julho de 2012 apresentando 21,9%, contra 23,8% em junho do mesmo ano e 25,1% em julho de 2011. Já o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso obteve leve alta, passando de 12,5% em junho para 12,9% em julho no ano de 2012. Em julho do ano anterior 8,8% dos inadimplentes declaram não ter condições de pagar seus débitos. 

“O governo tem estimulado a aquisição de bens duráveis e o crédito, a queda no número de envidados, que vem acontecendo a cada mês, mostra persistência na cautela das famílias em relação ao comprometimento com novas dívidas. Já o mercado de trabalho aquecido e o menor índice de endividamento das famílias proporcionaram retração no nível de inadimplência”, afirma o presidente da Fecomércio, José Lino Sepulcri.
Ambas as faixas de renda pesquisadas também apresentaram retração no número de endividados. Para as famílias com renda de até 10 salários mínimos o índice caiu de 65,7% em junho para 59,5% no mês atual. Já os que possuem renda maior a 10 salários mínimos apresentaram 53,8% no mês passado ante 47,1% em julho de 2012.

Mais uma vez o cartão de crédito é líder no tipo de dívida que os capixabas mais possuem com 68,2% de respostas. Em seguida aparecem o crédito pessoal com 21,3%, financiamento de carro com 16,1% e o cheque especial com 13,6%. A parcela da renda dos endividados comprometida com contas é em torno de 31,1% dos ganhos. Já o tempo médio de atraso das dívidas é de 59 dias, e o tempo de comprometimento com elas é em torno de 7,7 meses.

Mais informações: Iá! Comunicação (27) 3314-5909.

Fonte: Assessoria de Comunicação Fecomércio.

Empregos: Setor de serviços tem saldo negativo de 0,11% no mês de junho no Espírito Santo

Para a Fecomércio/ES o resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), não é grave e está alinhado com a atividade econômica do Estado e País.

O Espírito Santo apresentou mais demissões do que admissões em junho. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta semana pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Estado teve criação de 37.925 novos funcionários contratados e 43.331 desligados, ou seja, um saldo negativo de -5.406 (-0,71%).
 
Houve desaceleração das contratações no setor de serviços que registrou uma queda de 0,11%, referente a 332 desligamentos. Já o setor do comércio teve variação, entre admitidos e demitidos, de -0,04%, cerca de menos 71 vagas, no Espírito Santo.
 
Para o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio/ES), José Lino Sepulcri, o resultado do Caged em junho, não é grave e está alinhada com a atividade econômica do Estado e País que se encontra praticamente estagnada desde o último trimestre de 2011. Assim, se por um lado a economia não cresce, por outro os ganhos salariais continuam fortes, o que vem inibindo novas contratações por parte dos empresários.
 
“O quadro de emprego no comércio e serviços continua estável mesmo com a economia desacelerando. Mas aguardamos estímulos nas atividades econômicas para aumentar a taxa de emprego com carteira assinada. Precisamos do trabalhador inserido no mercado de trabalho, para ampliar a demanda do mercado e manter a economia do estado positiva.”
 
Na avaliação por município, Serra (6.741 postos), Vitória (6.401 postos) e Vila Velha (5.488 postos) foram os que mais admitiram no estado. Em relação ao Salário Médio de Admissão no primeiro semestre, o Espírito Santo aparece em 7º lugar, com a média de salário entre os homens de R$993,34 e entre as mulheres R$826,50.
 
 

Mais informações: Iá! Comunicação (27) 3314-5909.

Fonte: Assessoria de Comuicação Fecomércio.

Consumidor brasileiro fica em 7º lugar como mais confiante

Estudo feito pela Nielsen mostra que entre 56 países o consumidor do Brasil alcançou a 7ª posição com 106 pontos e maior otimismo na hora das compras

Mais exigente e com mais dinheiro no bolso, o consumidor brasileiro continua com a intenção de consumir e gastar elevada. De acordo com estudo realizado pelo instituto de pesquisa Nielsen, o Brasil ficou em sétima colocação em uma lista com 56 países, apresentando 106 pontos. 

Apesar de ter sofrido uma leve queda, de 4 pontos, em relação ao primeiro trimestre, o índice apresentou otimismo, acima de 100 pontos, e continuou superior a média global, que foi de 91 pontos.

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio/ES), José Lino Sepulcri, acredita que o maior acesso ao crédito e taxas de desemprego menores contribuíram para o resultado positivo do Brasil na enquete. “Atualmente temos uma das menores taxas de desemprego do mundo, e com maior renda e crédito os consumidores se sentem mais seguros na hora das compras”, afirma.  

O Brasil ficou atrás apenas da Indonésia (120), Índia (119), Filipinas (116), Arábia Saudita (115), Malásia (111) e Emirados Árabes Unidos (108). E entre as nações mais pessimistas com relação às intenções de consumo estão Hungria (30), Portugal (40), Itália (41), Grécia (43) e Croácia (45) com as menores pontuações.

O diretor da Fecomércio, Marcus Magalhães, destaca que o Brasil é um dos países que mais crescem economicamente quando comparado a outros, o que torna a boa posição explicável. “O consumidor brasileiro está otimista porque o Brasil é aquele país que consegue enxergar uma luz no fim do túnel no meio da turbulência mundial, aqui há um porto seguro para se apoiar, o que falta muitas vezes em outros países”, relata. 

Entre os itens que tiveram maiores quedas nas intenções de gastos dos consumidores, globalmente, a Nielsen destaca produtos de tecnologia com queda de 5 pontos, apresentando que 23% dos entrevistados pretende adquiri-los; entretenimento fora de casa, que obteve queda de 4 pontos, com intenção de gasto por 28% dos entrevistados e férias e viagens com menos 3 pontos e 47% dos questionados que almejam viajar.

Mais informações: Iá! Comunicação (27) 3314-5909.

Fonte: Assessoria de Comunicação Fecomércio.

Nedcoffee: colheita de café do Vietnã em 2012-12 cairá em 5-7%

A próxima colheita de café do Vietnã, maior produtor mundial de grãos robusta, pode ser 5% a 7% menor do que na atual safra de 2011-12, de acordo com o trader holandês, Nedcoffee BV.

“Apesar do atual clima favorável, nossa última pesquisa sobre colheita indica que os danos de dezembro a janeiro por florações imaturas já foram feitos”, disse a Nedcoffee, que tem sede em Amsterdã, em seu relatório de julho. A estimativa da colheita não foi fornecida.

Os preços do café robusta no NYSE Liffe aumentaram 16% nesse ano, à medida que os torrefadores mudaram para esses grãos, mais baratos que o café arábica comercializado no ICE Futures US, em Nova York, e pela demanda nos mercados emergentes e países produtores.

Estimativas da colheita de 2011-12 vão de 24 milhões de sacas, pela Volcafe, unidade de café da trader de commodities ED&F Man Holdings Ltd., até 25 milhões de sacas, de acordo com previsões de Neil Rosser, que fez sua previsão antes de entrar na Olam International Ltd. como gerente geral de pesquisa de café. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou uma colheita de 21 milhões de sacas.

Os produtores no Vietnã estão estocando uma “pequena porcentagem” da colheita de 2011-2, disse a Nedcoffee no relatório. Os produtores do país estão esperando por aumento de preços para 45.000 dong (US$ 2,15) por quilo para vender seus grãos. Os grãos vietnamitas foram comercializados a 42.400 dong (US$ 2,02) por quilo na quinta-feira, de acordo com dados do Dak Lak Trade & Tourism Center do Bloomnerg. Dak Lak é a maior província produtora de café do Vietnã.

“Esperamos ofertas muito escassas no período de julho a outubro”, disse o Nedcoffee. “Considerando um excedente normal e um consumo local normal, temos menos de 70.000 toneladas por mês disponível. Isso parece ser menos do que o mercado precisa, mesmo com a Indonésia aumentando no momento”.

O Vietnã exportou 140.917 toneladas de café em junho, de acordo com dados do General Customs Department.

Colheita da Indonésia

Os produtores na Indonésia, terceiro maior produtor de robusta, colheram 45%, ou cerca de 150.000 toneladas, da colheita de robusta de Sumatra, principal região produtora do país, em 2012-13, disse o Nedcoffee. O clima seco no país nas três últimas semanas favoreceu a secagem das cerejas que contêm os grãos, disse o Nedcoffee. As chuvas causadas pelo padrão climático La Niña reduziram a produção indonésia para 8,3 milhões de sacas em 2011-12, mostraram dados do USDA. 

A reportagem é do www.thanhniennews.com, traduzida e adaptada pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Web CaféPoint.

Copercafé: colheita de café avança na Zona da Mata de Minas Gerais

Os trabalhos de colheita avança na região de atuação da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Caratinga (Coopercafé), na Zona da Mata de Minas Gerais, com grande parte dos produtores já finalizando os trabalhos, segundo gerente de comercialização da cooperativa, Paulo Tavares.

“Nas lavouras da região localizadas em altitudes mais elevadas, os produtores ainda estão colhendo. Acredito que nas partes mais altas, ainda reste 20% a ser colhido, enquanto nas lavouras de altitudes menores, a colheita deverá acabar essa semana, restando pouco mais de 5% ainda a ser colhido, após isso é catação”, afirma Tavares.

Segundo o gerente de comercialização da cooperativa, esta safra deverá enfrentar diversas dificuldades. Além de ser um ano de baixa produção dentro do ciclo de bienalidade da cultura, a região ainda sofreu com uma estiagem no início do ano e a escassez da mão de obra e as chuvas que atrapalharam a colheita e afetaram a qualidade dos grãos.

“A safra caiu muito. À medida que os produtores vão finalizando as suas colheitas, eles vão passando os números de produção e esta baixa que esperávamos, vai se concretizando. Pelas ocorrências climáticas, o café não granou direito, caiu muito no chão e novamente temos um ano ruim, de pouco café com pouca qualidade também”, disse Tavares.

A comercialização dos grãos, por sua vez, avança lentamente na região. Estima-se que do total da safra 2011 colhida na região, de 700 mil sacas a 800 mil sacas, cerca de 1% ainda não foi vendido. Para a safra 2012, aproximadamente 40% já foi vendido.

As informações são da Agência Safras, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Web CaféPoint.

Ministros da Agricultura debatem fortalecimento do Cone Sul como potência agrícola mundial

 
Com o objetivo de discutir os temas agropecuários mais importantes para o Cone Sul e ampliar medidas que beneficiem o continente, os ministros da Agricultura da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai reuniram-se ontem (25/07) em Santiago, Chile. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho representou o governo brasileiro no evento.

O encontro trata-se da XXIII Reunión Ordinaria del Consejo Agropecuario del Sur (XXIII Reunião Ordinária do Conselho Agropecuário do Sul – CAS. O Conselho reúne os ministros do segmento desde 2003 para definir os temas prioritários da agenda agropecuária e florestal regional e articular o desenvolvimento das ações acordadas pelos governos. Além disso, o grupo visa às ações para capacitar a região em temas como pesquisa e desenvolvimento, agronegócios, segurança alimentar e desenvolvimento sustentável.

Os secretários de Estado e suas delegações em assuntos agropecuários debateram o modelo de avanço em conjunto dos países-membros do Conselho e como fortalecer a posição do Cone Sul como uma potência agrícola mundial.

O evento serve para aprofundar, entre outros temas, a articulação entre os países para fortalecer a produção e comercialização de alimentos, as relações comerciais com ênfase especial na China, o combate à febre aftosa na região, o Domínio Nacional de Terras Rurais, e o fortalecimento da posição regional e as negociações internacionais.

A matéria é do Mapa, adaptada pela Equipe AgriPoint.

Fonte: Web CaféPoint.

Instituições financeiras já têm creditado R$ 390,8 milhões para a cafeicultura

A Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou a liberação de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) de R$ 390,8 milhões 

Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 

O valor está creditado nas instituições financeiras para contratos das linhas destinadas aos financiamentos de custeio, estocagem, capital de giro para a indústria de torrefação de café e de café solúvel, financiamento para Aquisição do Café (FAC), recuperação de cafezais danificados, composição de dívidas e para operações de mercados futuros. O governo autorizará ainda o crédito de R$ 1,53 bilhão aos agentes financeiros de um total de R$ 1,95 bilhão previstos no Funcafé para financiar a cafeicultura.

Os interessados, como cafeicultores, cooperativas, indústrias torrefadoras de café, beneficiadores e exportadores, já podem solicitar financiamento nas seguintes instituições financeiras: ABC Brasil, Bicbanco, Bradesco, Banco do Brasil, Fibra, Itaú BBA, RaboBank, Ribeirão Preto, Votorantim, Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais (Crediminas), Cooperativa de Crédito em Guaxupé e Região (Agrocredi) e Cooperativa de Crédito Rural e Pequenos Empresários (Credivar).

Portal do Agronegócio – Viçosa/MG.

Fonte: Web ABIC

Certificações ajudam consumidor na escolha do melhor café

Certificado pelo PQC e IBD, o Café do Centro traz informações sobre a procedência dos seus grãos, tipo de bebida e sabor em todas as suas embalagens 
Texto & Imagem Assessoria de Comunicação 

Você sabe que tipo de café está consumindo? O controle dos processos de produção e comercialização serve para nortear o consumidor na hora da compra. A certificação de produtos tem se tornado cada vez mais necessária no mercado atual, resultado das exigências dos consumidores que visam qualidade, preço justo e valor agregado.

Quando o Grupo Branco Peres assumiu o Café do Centro, em 1995, a torrefadora já primava pela qualidade dos seus grãos e é pioneira quando o assunto é informar o consumidor sobre as origens do café. Suas embalagens trazem, mesmo antes de qualquer exigência, uma tabela com as especificações sobre a procedência dos seus grãos, tipo de bebida e sabor.

Em 2004 a Associação Brasileira da Indústria do Café – Abic criou o Programa de Qualidade de Café, o PQC, para medir e graduar os tipos de café. Este programa que permanece ativo ainda hoje tem como objetivo selecionar os produtos por categorias a partir de níveis de qualidade do grão: Tradicional, Superior e Gourmet.  A proposta da Abic era agregar valor e ampliar o consumo a partir da melhoria contínua dos cafés. E foi a partir deste momento que as empresas começaram a aderir ao selo de pureza.

Segundo os proprietários da Torrefadora Café do Centro, Rodrigo e Rafael Branco Peres, a certificação e os selos de qualidade são demonstrações de que um produto, devidamente identificado, atende aos requisitos de normas ou regulamentos técnicos específicos estabelecidos por órgãos responsáveis. “No Café do Centro fazemos a seleção dos melhores grãos, a padronização do café verde por seletora óptica de grãos ou ‘olho eletrônico’, o controle automático do processo de torração, rastreabilidade total de produção, análises laboratoriais e controle externo de manutenção da qualidade pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL e sistemas e métodos de qualida de – Boas Práticas de Fabricação”, explicam.

Ainda de acordo com Rodrigo e Rafael os cafés especiais exigem cuidados e processos específicos, a fim de produzirem uma bebida premium. “Para sua produção é necessário adequação climática, solo e técnicas de manejo – como a colheita apenas de grãos devidamente maturados -, moagem e torragem controladas e, finalmente, embalagem com nitrogênio a fim de evitar a oxidação”, revelam os especialistas em café.  
O Café do Centro também é certificado pelo IBD, o grande pilar da qualidade dos orgânicos brasileiros, é o selo mais reconhecido pelos consumidores no mercado interno e responsável pela chancela de exportação dos nossos orgânicos para mais de 70 países. Esse programa certifica o café desde a produção até a industrialização, o que o torna único no mundo. O objetivo é estimular um segmento ainda pequeno no Brasil.

Portal do Agronegócio – Viçosa/MG.

Fonte: Web ABIC