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Estoque privado de café cai 8,9% em 31 de março/12, para 8,415 mi/sacas
O 9º Levantamento anual dos Estoques Privados de Café no Brasil, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), mostra que o estoque de passagem (volume do grão armazenado em 31 de março de 2012) é de 8.414.615 sacas de 60 kg. O resultado representa uma queda de 8,91% em relação à mesma data de 2011, quando foram apuradas 9.238.135 sacas.
De acordo com o levantamento, o café do tipo arábica é predominante no estoque privado nacional, correspondendo a 92,0% do total. A Região Sudeste lidera a produção e o volume de estoque de café do tipo arábica, principalmente nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo.
Para o Estado de Minas Gerais foi apurado estoque de 5.460.550 sacas (64,89% do total do País), das quais 5.450.849 sacas de arábica e 9.701 sacas de conilon. As indústrias (solúvel e torrefação) tinham em estoque 223.536 sacas; exportadores, 1.279.646 sacas; cooperativas, 2.305.839 sacas; e outros segmentos, 1.651.529 sacas.
São Paulo, Espírito Santo e Paraná representam, juntos, 30,15% do total do estoque privado nacional (2.537.210 sacas). O café do tipo arábica contribui com porcentual de 76,57% desse volume apurado nesses Estados (1.942.740 sacas, além de 594.480 sacas de conilon). Os estoques levantados nas indústrias (solúvel e torrefação) nos três Estados somaram 300.692 sacas; os exportadores, 398.973 sacas; cooperativas, 1.060.525 sacas e outros segmentos, 777.022 sacas.
A Conab explica que a pesquisa é realizada por meio do envio de questionários, via Correios, aos diversos estabelecimentos integrantes do Sistema de Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (Sicarm), da Conab, e para os indicados pelas entidades representativas do setor. O retorno dos questionários contendo as informações preenchidas ocorre pelo mesmo canal, via postagem paga, sem ônus aos informantes.
Foram encaminhados 1.165 boletins. Desse total, 68,2% retornaram à Conab, dos quais 64,5% devidamente preenchidos e validados para a contagem de volume de estoques. Pequeno porcentual (3,8%) foi devolvido pelos Correios por mudança de endereço ou fechamento do estabelecimento. Os demais boletins não foram devolvidos à Conab.
As informações são da Agência Estado, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Web CaféPoint.
Empregos: Setor de serviços tem saldo negativo de 0,11% no mês de junho no Espírito Santo
Para a Fecomércio/ES o resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), não é grave e está alinhado com a atividade econômica do Estado e País.
O Espírito Santo apresentou mais demissões do que admissões em junho. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta semana pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Estado teve criação de 37.925 novos funcionários contratados e 43.331 desligados, ou seja, um saldo negativo de -5.406 (-0,71%).
Houve desaceleração das contratações no setor de serviços que registrou uma queda de 0,11%, referente a 332 desligamentos. Já o setor do comércio teve variação, entre admitidos e demitidos, de -0,04%, cerca de menos 71 vagas, no Espírito Santo.
Para o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio/ES), José Lino Sepulcri, o resultado do Caged em junho, não é grave e está alinhada com a atividade econômica do Estado e País que se encontra praticamente estagnada desde o último trimestre de 2011. Assim, se por um lado a economia não cresce, por outro os ganhos salariais continuam fortes, o que vem inibindo novas contratações por parte dos empresários.
O quadro de emprego no comércio e serviços continua estável mesmo com a economia desacelerando. Mas aguardamos estímulos nas atividades econômicas para aumentar a taxa de emprego com carteira assinada. Precisamos do trabalhador inserido no mercado de trabalho, para ampliar a demanda do mercado e manter a economia do estado positiva.
Na avaliação por município, Serra (6.741 postos), Vitória (6.401 postos) e Vila Velha (5.488 postos) foram os que mais admitiram no estado. Em relação ao Salário Médio de Admissão no primeiro semestre, o Espírito Santo aparece em 7º lugar, com a média de salário entre os homens de R$993,34 e entre as mulheres R$826,50.
Mais informações: Iá! Comunicação (27) 3314-5909.
Fonte: Assessoria de Comuicação Fecomércio.
Consumidor brasileiro fica em 7º lugar como mais confiante
Estudo feito pela Nielsen mostra que entre 56 países o consumidor do Brasil alcançou a 7ª posição com 106 pontos e maior otimismo na hora das compras
Mais exigente e com mais dinheiro no bolso, o consumidor brasileiro continua com a intenção de consumir e gastar elevada. De acordo com estudo realizado pelo instituto de pesquisa Nielsen, o Brasil ficou em sétima colocação em uma lista com 56 países, apresentando 106 pontos.
Apesar de ter sofrido uma leve queda, de 4 pontos, em relação ao primeiro trimestre, o índice apresentou otimismo, acima de 100 pontos, e continuou superior a média global, que foi de 91 pontos.
O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio/ES), José Lino Sepulcri, acredita que o maior acesso ao crédito e taxas de desemprego menores contribuíram para o resultado positivo do Brasil na enquete. Atualmente temos uma das menores taxas de desemprego do mundo, e com maior renda e crédito os consumidores se sentem mais seguros na hora das compras, afirma.
O Brasil ficou atrás apenas da Indonésia (120), Índia (119), Filipinas (116), Arábia Saudita (115), Malásia (111) e Emirados Árabes Unidos (108). E entre as nações mais pessimistas com relação às intenções de consumo estão Hungria (30), Portugal (40), Itália (41), Grécia (43) e Croácia (45) com as menores pontuações.
O diretor da Fecomércio, Marcus Magalhães, destaca que o Brasil é um dos países que mais crescem economicamente quando comparado a outros, o que torna a boa posição explicável. O consumidor brasileiro está otimista porque o Brasil é aquele país que consegue enxergar uma luz no fim do túnel no meio da turbulência mundial, aqui há um porto seguro para se apoiar, o que falta muitas vezes em outros países, relata.
Entre os itens que tiveram maiores quedas nas intenções de gastos dos consumidores, globalmente, a Nielsen destaca produtos de tecnologia com queda de 5 pontos, apresentando que 23% dos entrevistados pretende adquiri-los; entretenimento fora de casa, que obteve queda de 4 pontos, com intenção de gasto por 28% dos entrevistados e férias e viagens com menos 3 pontos e 47% dos questionados que almejam viajar.
Mais informações: Iá! Comunicação (27) 3314-5909.
Fonte: Assessoria de Comunicação Fecomércio.
Nedcoffee: colheita de café do Vietnã em 2012-12 cairá em 5-7%
A próxima colheita de café do Vietnã, maior produtor mundial de grãos robusta, pode ser 5% a 7% menor do que na atual safra de 2011-12, de acordo com o trader holandês, Nedcoffee BV.
“Apesar do atual clima favorável, nossa última pesquisa sobre colheita indica que os danos de dezembro a janeiro por florações imaturas já foram feitos”, disse a Nedcoffee, que tem sede em Amsterdã, em seu relatório de julho. A estimativa da colheita não foi fornecida.
Os preços do café robusta no NYSE Liffe aumentaram 16% nesse ano, à medida que os torrefadores mudaram para esses grãos, mais baratos que o café arábica comercializado no ICE Futures US, em Nova York, e pela demanda nos mercados emergentes e países produtores.
Estimativas da colheita de 2011-12 vão de 24 milhões de sacas, pela Volcafe, unidade de café da trader de commodities ED&F Man Holdings Ltd., até 25 milhões de sacas, de acordo com previsões de Neil Rosser, que fez sua previsão antes de entrar na Olam International Ltd. como gerente geral de pesquisa de café. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou uma colheita de 21 milhões de sacas.
Os produtores no Vietnã estão estocando uma “pequena porcentagem” da colheita de 2011-2, disse a Nedcoffee no relatório. Os produtores do país estão esperando por aumento de preços para 45.000 dong (US$ 2,15) por quilo para vender seus grãos. Os grãos vietnamitas foram comercializados a 42.400 dong (US$ 2,02) por quilo na quinta-feira, de acordo com dados do Dak Lak Trade & Tourism Center do Bloomnerg. Dak Lak é a maior província produtora de café do Vietnã.
“Esperamos ofertas muito escassas no período de julho a outubro”, disse o Nedcoffee. “Considerando um excedente normal e um consumo local normal, temos menos de 70.000 toneladas por mês disponível. Isso parece ser menos do que o mercado precisa, mesmo com a Indonésia aumentando no momento”.
O Vietnã exportou 140.917 toneladas de café em junho, de acordo com dados do General Customs Department.
Colheita da Indonésia
Os produtores na Indonésia, terceiro maior produtor de robusta, colheram 45%, ou cerca de 150.000 toneladas, da colheita de robusta de Sumatra, principal região produtora do país, em 2012-13, disse o Nedcoffee. O clima seco no país nas três últimas semanas favoreceu a secagem das cerejas que contêm os grãos, disse o Nedcoffee. As chuvas causadas pelo padrão climático La Niña reduziram a produção indonésia para 8,3 milhões de sacas em 2011-12, mostraram dados do USDA.
A reportagem é do www.thanhniennews.com, traduzida e adaptada pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Web CaféPoint.
Copercafé: colheita de café avança na Zona da Mata de Minas Gerais
Os trabalhos de colheita avança na região de atuação da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Caratinga (Coopercafé), na Zona da Mata de Minas Gerais, com grande parte dos produtores já finalizando os trabalhos, segundo gerente de comercialização da cooperativa, Paulo Tavares.
“Nas lavouras da região localizadas em altitudes mais elevadas, os produtores ainda estão colhendo. Acredito que nas partes mais altas, ainda reste 20% a ser colhido, enquanto nas lavouras de altitudes menores, a colheita deverá acabar essa semana, restando pouco mais de 5% ainda a ser colhido, após isso é catação”, afirma Tavares.
Segundo o gerente de comercialização da cooperativa, esta safra deverá enfrentar diversas dificuldades. Além de ser um ano de baixa produção dentro do ciclo de bienalidade da cultura, a região ainda sofreu com uma estiagem no início do ano e a escassez da mão de obra e as chuvas que atrapalharam a colheita e afetaram a qualidade dos grãos.
“A safra caiu muito. À medida que os produtores vão finalizando as suas colheitas, eles vão passando os números de produção e esta baixa que esperávamos, vai se concretizando. Pelas ocorrências climáticas, o café não granou direito, caiu muito no chão e novamente temos um ano ruim, de pouco café com pouca qualidade também”, disse Tavares.
A comercialização dos grãos, por sua vez, avança lentamente na região. Estima-se que do total da safra 2011 colhida na região, de 700 mil sacas a 800 mil sacas, cerca de 1% ainda não foi vendido. Para a safra 2012, aproximadamente 40% já foi vendido.
As informações são da Agência Safras, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Web CaféPoint.
Ministros da Agricultura debatem fortalecimento do Cone Sul como potência agrícola mundial
Com o objetivo de discutir os temas agropecuários mais importantes para o Cone Sul e ampliar medidas que beneficiem o continente, os ministros da Agricultura da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai reuniram-se ontem (25/07) em Santiago, Chile. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho representou o governo brasileiro no evento.
O encontro trata-se da XXIII Reunión Ordinaria del Consejo Agropecuario del Sur (XXIII Reunião Ordinária do Conselho Agropecuário do Sul – CAS. O Conselho reúne os ministros do segmento desde 2003 para definir os temas prioritários da agenda agropecuária e florestal regional e articular o desenvolvimento das ações acordadas pelos governos. Além disso, o grupo visa às ações para capacitar a região em temas como pesquisa e desenvolvimento, agronegócios, segurança alimentar e desenvolvimento sustentável.
Os secretários de Estado e suas delegações em assuntos agropecuários debateram o modelo de avanço em conjunto dos países-membros do Conselho e como fortalecer a posição do Cone Sul como uma potência agrícola mundial.
O evento serve para aprofundar, entre outros temas, a articulação entre os países para fortalecer a produção e comercialização de alimentos, as relações comerciais com ênfase especial na China, o combate à febre aftosa na região, o Domínio Nacional de Terras Rurais, e o fortalecimento da posição regional e as negociações internacionais.
A matéria é do Mapa, adaptada pela Equipe AgriPoint.
Fonte: Web CaféPoint.
Instituições financeiras já têm creditado R$ 390,8 milhões para a cafeicultura
A Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou a liberação de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) de R$ 390,8 milhões
Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
O valor está creditado nas instituições financeiras para contratos das linhas destinadas aos financiamentos de custeio, estocagem, capital de giro para a indústria de torrefação de café e de café solúvel, financiamento para Aquisição do Café (FAC), recuperação de cafezais danificados, composição de dívidas e para operações de mercados futuros. O governo autorizará ainda o crédito de R$ 1,53 bilhão aos agentes financeiros de um total de R$ 1,95 bilhão previstos no Funcafé para financiar a cafeicultura.
Os interessados, como cafeicultores, cooperativas, indústrias torrefadoras de café, beneficiadores e exportadores, já podem solicitar financiamento nas seguintes instituições financeiras: ABC Brasil, Bicbanco, Bradesco, Banco do Brasil, Fibra, Itaú BBA, RaboBank, Ribeirão Preto, Votorantim, Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais (Crediminas), Cooperativa de Crédito em Guaxupé e Região (Agrocredi) e Cooperativa de Crédito Rural e Pequenos Empresários (Credivar).
Portal do Agronegócio – Viçosa/MG.
Fonte: Web ABIC
Certificações ajudam consumidor na escolha do melhor café
Certificado pelo PQC e IBD, o Café do Centro traz informações sobre a procedência dos seus grãos, tipo de bebida e sabor em todas as suas embalagens
Texto & Imagem Assessoria de Comunicação
Você sabe que tipo de café está consumindo? O controle dos processos de produção e comercialização serve para nortear o consumidor na hora da compra. A certificação de produtos tem se tornado cada vez mais necessária no mercado atual, resultado das exigências dos consumidores que visam qualidade, preço justo e valor agregado.
Quando o Grupo Branco Peres assumiu o Café do Centro, em 1995, a torrefadora já primava pela qualidade dos seus grãos e é pioneira quando o assunto é informar o consumidor sobre as origens do café. Suas embalagens trazem, mesmo antes de qualquer exigência, uma tabela com as especificações sobre a procedência dos seus grãos, tipo de bebida e sabor.
Em 2004 a Associação Brasileira da Indústria do Café – Abic criou o Programa de Qualidade de Café, o PQC, para medir e graduar os tipos de café. Este programa que permanece ativo ainda hoje tem como objetivo selecionar os produtos por categorias a partir de níveis de qualidade do grão: Tradicional, Superior e Gourmet. A proposta da Abic era agregar valor e ampliar o consumo a partir da melhoria contínua dos cafés. E foi a partir deste momento que as empresas começaram a aderir ao selo de pureza.
Segundo os proprietários da Torrefadora Café do Centro, Rodrigo e Rafael Branco Peres, a certificação e os selos de qualidade são demonstrações de que um produto, devidamente identificado, atende aos requisitos de normas ou regulamentos técnicos específicos estabelecidos por órgãos responsáveis. No Café do Centro fazemos a seleção dos melhores grãos, a padronização do café verde por seletora óptica de grãos ou olho eletrônico, o controle automático do processo de torração, rastreabilidade total de produção, análises laboratoriais e controle externo de manutenção da qualidade pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos ITAL e sistemas e métodos de qualida de Boas Práticas de Fabricação, explicam.
Ainda de acordo com Rodrigo e Rafael os cafés especiais exigem cuidados e processos específicos, a fim de produzirem uma bebida premium. Para sua produção é necessário adequação climática, solo e técnicas de manejo – como a colheita apenas de grãos devidamente maturados -, moagem e torragem controladas e, finalmente, embalagem com nitrogênio a fim de evitar a oxidação, revelam os especialistas em café.
O Café do Centro também é certificado pelo IBD, o grande pilar da qualidade dos orgânicos brasileiros, é o selo mais reconhecido pelos consumidores no mercado interno e responsável pela chancela de exportação dos nossos orgânicos para mais de 70 países. Esse programa certifica o café desde a produção até a industrialização, o que o torna único no mundo. O objetivo é estimular um segmento ainda pequeno no Brasil.
Portal do Agronegócio – Viçosa/MG.
Fonte: Web ABIC
Uganda quer aumentar o consumo local de café
A Autoridade de Desenvolvimento do Café de Uganda (UCDA) colocou em prática estratégias para melhorar a qualidade do café processado.
O gerente de qualidade e regulamentação, Edmund Kananura, disse que a UCDA está preocupada porque a Uganda é o segundo maior produtor de café da África e o 10º a nível mundial, mas 98% de seu café são exportados. Ele disse que o baixo consumo local da bebida poderia ser devido à percepção negativa que as pessoas do país têm com relação ao café, que ele disse que emana de informações erradas passadas aos consumidores com relação a riscos relacionados à saúde entre os consumidores.
Kananura disse aos jornalistas na festa do café no Forest Mall, em Lugogo, que a UCDA está envolvida em sensibilizar os consumidores locais sobre os benefícios do café para a saúde e explicar os mitos relacionados ao café como bebida. Na festa, as pessoas foram servidas com café torrado de graça que foi moído no local e uma equipe educou os consumidores sobre as melhores marcas e variedades e sobre como preparar uma boa xícara de café. O tema da festa, “Drinking Coffee is Healthy” (Beber Café é Saudável”) visa persuadir e convencer as pessoas a tomar café mais regularmente.
As marcas de café na festa incluíram Elgon Pride, Savannah Express, Bugisu Gold, White Mountain, Star Café e Star Coffee, entre outros, que vendem grãos de café torrado e moído.
Outras estratégias incluem treinar os torrefadores e preparadores de café, como estudantes, que podem ser empregados em cafés locais. Os trabalhadores nas indústrias de processamento também são algo, de forma que eles podem aumentar a qualidade do produto processado.
Aumentar o consumo local também ajuda a dar emprego a pessoas que trabalham nas indústrias locais e economiza dinheiro que o país perde quando exporta café não processado.
No Brasil, que produz 50 milhões de sacas de café anualmente, por exemplo, as pessoas consomem 50% do produto, diferentemente da Uganda, onde muitos produzem o café principalmente como colheita para consumidores estrangeiros.
A autoridade também quer medidas para eliminar marcas abaixo do padrão no mercado local, o que desestimula o consumo local. Essas incluem companhias que processam café de classificações baixas e outras que transformam cascas em pó e vendem. “É importante treinar os preparadores de café e os torrefadores em cafeterias e supermercados que são capazes de preparar a bebida em um padrão recomendado e quem pode identificar marcas de boa qualidade aos consumidores”, disse Kananura.
As pessoas deveriam tomar pelo menos duas a três xícaras de café por dia para melhorar sua saúde, estimular as células do cérebro para reduzir perda de memória, reduzir os riscos de câncer e de doenças no coração.
A reportagem é do AllAfrica.com, traduzida e adaptada pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Web Café Point
Instituído Grupo de Trabalho para combater os efeitos climáticos
A Portaria nº 678 publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira, 24 de julho, criou o Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) com a finalidade de elaborar propostas para a integração das ações em meteorologia e climatologia. As ações serão conduzidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
A ideia desse grupo é buscar uma integração institucional entre os centros de previsão e estudos do clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Além disso, visa a ampliação dos mecanismos de integração e coordenação das atividades entre os dois centros afirma o coordenador do GTI, Divino Moura.
As mudanças climáticas vêm prejudicando cada vez mais a produção de alimentos nos países. Somente neste ano, por exemplo, o Brasil já enfrentou uma forte estiagem nos estados do Nordeste e na Região Sul, especialmente no Rio Grande do Sul. Conforme dados do Inmet, o fenômeno climático El Niño, que provoca alterações nos padrões climáticos e se caracteriza pela combinação de chuvas e temperaturas elevadas, está de volta e deve aparecer entre o fim do inverno e o início da primavera, causando chuvas acima da média na Região Sul e abaixo do normal no Norte e Nordeste.
Com a influência do El Niño, para a Região Sul, onde a seca castigou as plantações, principalmente as de soja e as de milho, a previsão para as produções agrícolas são excelentes. Já para as regiões Norte e o Nordeste do País, a tendência é de chuva com menor intensidade, o que poderá comprometer a futura safra, explica o meteorologista do Inmet, Mozar Salvador.
Por meio de uma ação conjunta interministerial, o Governo Federal anunciou medidas para amenizar o problema para os agricultores atingidos pela estiagem, como o auxílio Bolsa Estiagem, construção de cisternas, Operação Carro-Pipa e a prorrogação de empréstimos, custeios e investimentos dos produtores das regiões em situação de emergência.
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(61) 3218-2104
Vera Stumm
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Fonte: Web Ministério da Agricultura