Notícias

ECONOMIA | Dólar fecha em queda pelo 3º dia

Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES.

Moeda norte-americana perdeu 0,54%, para R$ 2,2118.
Menor alta na inflação dos EUA fez mercado apostar em manutenção dos juros.

O dólar fechou em queda pelo terceiro dia nesta terça-feira (22), em linha com outros mercados emergentes, após números de inflação nos Estados Unidos alimentarem expectativas de que os juros não devem subir tão cedo na maior economia do mundo.

O movimento também refletiu a diminuição das tensões geopolíticas, após a derrubada do avião malaio no leste da Ucrânia. A moeda norte-americana perdeu 0,54%, para R$ 2,2118. 

Na semana, o dólar perdeu 0,74% e no ano, 6,18%. No mês, a moeda tem valorização de 0,08%. “O número cheio (da inflação nos EUA) não surpreendeu, mas houve uma pequena desaceleração no núcleo. Como o mercado está bastante sensível a esse tema, foi o suficiente para fazer o dólar depreciar”, afirmou à Reuters o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno.

Os preços ao consumidor nos EUA subiram 0,3% em junho, em linha com as expectativas do mercado. Mas o núcleo da inflação desacelerou, levando investidores a apostarem que o Federal Reserve, banco central norte-americano, pode ter margem para aumentar a taxa de juros mais tarde do que o esperado.

Juros mais baixos nos EUA mantêm a atratividade de ativos financeiros de outros países, como o Brasil, com potencial para atrair mais dólares. Nesse quadro, a divisa norte-americana recuava contra diversas moedas emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

Contribuía para reduzir a pressão sobre o dólar o alívio na crise ucraniana, que tem afetado os mercados globais desde a semana passada e levado investidores a evitarem ativos de risco, como aqueles denominados em real.

Nesta terça-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que a Rússia usará sua influência sobre os separatistas no leste da Ucrânia para permitir investigação completa sobre a queda do avião da Malaysian Airlines.

[imagem363]

Clima tranquilo
“A gente percebe que o clima está mais tranquilo, tanto aqui quanto lá fora. Esse alívio nos problemas na Ucrânia deu uma oportunidade para os investidores voltarem ao mercado doméstico”, afirmou à Reuters o operador de uma corretora nacional.

Com isso, o dólar continuava assentado na banda informal de R$ 2,20 a R$ 2,25. Boa parte do mercado acredita que esse intervalo agradaria ao Banco Central brasileiro, por não ser inflacionário e não prejudicar as exportações.

Pela manhã, a autoridade monetária vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólares, com volume correspondente a US$ 198,7 milhões. Foram 3 mil contratos de 2 de fevereiro de 2015 e 1 mil para 1º de junho de 2015.

O BC também vendeu a oferta total de até 7 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em agosto. Ao todo, o BC já rolou pouco menos da metade do lote total, que corresponde a US$ 9,457 bilhões.

Espírito Santo protege três cultivares de café Conilon

Divulgação: Assessoria de Comunicação SIndicafé ES.
 
[imagem364]
Pela primeira vez, o Espírito Santo protege cultivares de café no Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Das quatro variedades clonais de café Conilon protegidas no Brasil, três são do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper): as variedades clonais Centenária ES8132, Diamante ES8112 e ES8122 – “Jequitibá”.

O direito sobre a proteção das cultivares tem validade de 18 anos, e garante ao Incaper vantagem competitiva através da exclusividade de produção, reprodução, comercialização, importação/exportação e posse das cultivares protegidas. “Nenhuma outra instituição pode se utilizar destas variedades clonais sem antes estabelecer parcerias com o Incaper. Esse reconhecimento é a prova de que as cultivares são do Instituto, uma forma de comprovar a autenticidade do material. Para nós, pesquisadores e melhoristas, isso vale muito. Na vida profissional, é extremamente importante ser autor de cultivares protegidas”, orgulhou-se Maria Amélia Gava Ferrão, pesquisadora Incaper/Embrapa Café.

Ainda segundo Maria Amélia, não haverá cobrança de taxas tecnológicas (royalties) por parte do Incaper para a comercialização das cultivares. “A instituição não quer receber nenhum tipo de retorno financeiro com relação à comercialização destes produtos. Estamos protegendo o conhecimento. Somos uma instituição pública, é nosso dever gerar conhecimento, produtos e tecnologias para a sociedade”, afirmou a pesquisadora.
O processo para a obtenção do registro de proteção das cultivares começou em maio de 2013, antes mesmo do lançamento das variedades clonais. Foi necessário cumprir uma série de requisitos. Além do caráter inovador, a cultivar deve ter distinguibilidade (ser claramente distinta de qualquer outra); homogeneidade (suas características devem variar o mínimo possível) e estabilidade (suas características devem se manter nas sucessivas gerações).

No caso das variedades clonais Centenária ES8132, Diamante ES8112 e ES8122 – “Jequitibá”, o Incaper elaborou diversos relatórios técnicos com descrições minuciosas relacionadas a cada uma das cultivares. “Elencamos várias características, totalizando 42 descritores. Analisamos desde a largura e formato da folha até o comprimento e espessura da semente, passando por aspectos relacionados à floração, compatibilidade genética, uniformidade de maturação, reação a doenças, produção e qualidade. Cada uma das três variedades é composta por nove clones. Os 27 materiais foram avaliados um a um. Fizemos a média e apresentamos os resultados, indicando as diferenças, quando haviam, entre cada clone. Estes relatórios foram submetidos à comissão do Mapa. Depois de fazermos os ajustes necessários, de cumprirmos todas as exigências, o Serviço Nacional de Proteção de Cultivares concedeu ao Incaper o Certificado de Proteção de Cultivar”, explicou Maria Amélia.

Assessoria de Comunicação – Incaper
Juliana Esteves – juliana.esteves@incaper.es.gov.br
Luciana Silvestre – luciana.silvestre@incaper.es.gov.br
Carla Einsfeld – assessoria.imprensa@incaper.es.gov.br
Texto: Juliana Esteves
Tel.: (27) 3636-9868 e (27) 3636-9865
Twitter: @incaper
Facebook: Incaper

Aprovada ampliação do Supersimples a todo o setor de serviços

Distribuição: Assessoria de Comunicação Fecomércio ES.
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES.

Propostas aprovadas pelo Plenário do Senado nesta quarta-feira

O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (16), projeto de lei que universaliza o acesso do setor de serviços ao Simples Nacional (Supersimples), regime de tributação simplificado para pequenas e microempresas (PLC 60/2014). A proposta vai à sanção presidencial.

De autoria do deputado Vaz de Lima (PSDB-SP), o projeto cria uma nova tabela para serviços, com alíquotas que variam de 16,93% a 22,45%. Com o acesso geral, entram no regime de tributação, por exemplo, serviços relacionados à advocacia, à corretagem e à medicina, odontologia e psicologia. A nova tabela criada pelo projeto entrará em vigor em 1º de janeiro do ano seguinte ao da publicação da futura lei.

O texto atribui ao Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) a função de disciplinar o acesso do microempreendedor individual (MEI) e das pequenas e microempresas a documento fiscal eletrônico por meio do portal do Simples Nacional. Também estende a outras empresas facilidades já previstas no Estatuto da Pequena e da Microempresa (Lei Complementar 123/2006).

O presidente do Senado, Renan Calheiros, ressaltou as vantagens da universalização do Simples para outros setores da economia.
– Além de incentivar a pequena empresa, estende a outras categorias de prestadores de serviço os benefícios desse regime de tributação diferenciado – disse ele.

Novo enquadramento
De acordo com o projeto aprovado, empresas produtoras de refrigerantes, águas saborizadas gaseificadas e preparações compostas não alcoólicas também poderão optar pelo Supersimples. O Plenário manteve ainda mudança feita na Câmara em relação ao enquadramento de algumas atividades de serviços, como fisioterapia e corretagem de seguros, que passam da tabela de maior valor (tabela seis), criada pelo projeto, para a tabela três, de menor valor dentre as do setor de serviço.

Já os serviços advocatícios são incluídos na tabela quatro; e os decorrentes de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural e a corretagem de imóveis são enquadrados na tabela três.

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) afirmou que a mudança trará reflexos positivos para a economia do país. Eduardo Suplicy (PT-SP) lembrou que o processo de negociação começou no Senado.

Facilidades
Ao dar o parecer de Plenário sobre a proposta, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) destacou o papel das pequenas e microempresas, responsáveis por mais de 80% dos empregos formais do país:
– O Brasil necessita de instrumentos que contribuam para a desburocratização, a simplificação de tributos e a facilidade de abrir e encerrar um negócio.

Para todas as pessoas jurídicas que se enquadrem como microempresas (receita bruta de até R$ 360 mil ao ano) ou pequenas empresas (acima de R$ 360 mil e até R$ 3,6 milhões) e não optarem ou forem impedidas de optar por esse regime especial de tributação, o projeto garante várias facilidades existentes na lei. A estimativa é que serão beneficiadas 2 milhões de empresas.

Entre as facilidades estão prioridade em licitações públicas, acesso a linhas de crédito, simplificação das relações de trabalho, regras diferenciadas de acesso à Justiça e participação em programas de estímulo à inovação.

Substituição tributária
Com o fim da chamada substituição tributária para alguns setores, prevista no projeto, as secretarias de Fazenda estaduais não poderão mais aplicar o mecanismo de recolhimento antecipado da alíquota cheia do ICMS pelas empresas.

A substituição tributária dificulta a competição das pequenas e microempresas porque elas, muitas vezes, compram produtos que vêm com o ICMS embutido no preço, pagando o imposto antes mesmo de vender ou usar o produto, diminuindo sua competitividade em relação a outras empresas não optantes do Simples Nacional.

Entre os setores que continuam com substituição tributária estão combustíveis; cigarros; farinha de trigo; produtos farmacêuticos, de perfumaria e de toucador; produtos de higiene; autopeças; produtos cerâmicos; sabão em pó e todos os serviços sujeitos atualmente a esse mecanismo.

No caso, por exemplo, de bebidas não alcoólicas, produtos de padaria, molhos, telhas ou detergentes, o projeto prevê que a substituição tributária será aplicada somente se a produção for em escala industrial relevante, segundo definição que caberá ao Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).

Para Armando Monteiro (PTB-PE), além da redução da burocracia, a iniciativa disciplina a prática abusiva da substituição tributária, que penalizava cerca de 900 mil empresas.
– É alívio, sobretudo, para o consumidor, com a redução dos preços pela diminuição da carga tributária que hoje incide sobre as pequenas empresas – argumentou, referindo-se ao fato de os custos adicionais com impostos serem repassados pelos empreendimentos optantes do Simpes.

Transporte e mercado de capitais
Para o setor de transporte intermunicipal ou interestadual, atualmente proibido de participar do Supersimples, foi aberta uma exceção permitindo o recolhimento simplificado quando o serviço tiver características de transporte urbano ou metropolitano ou, ainda, atuar por meio de fretamento para o transporte de estudantes ou de trabalhadores.

As pequenas e microempresas poderão também recorrer ao mercado de capitais para obter recursos necessários ao desenvolvimento ou à expansão de suas atividades, segundo normatização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Também poderão receber recursos financeiros de pessoas físicas e jurídicas, incluindo sociedades anônimas e fundos de investimento privados.

Agência Senado

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado).

Exportações do agronegócio capixaba superam US$ 940 milhões no ano

Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES.

O agronegócio capixaba fechou o primeiro semestre de 2014 com uma receita cambial de US$ 940,3 milhões em produtos exportados. O valor equivale a mais de 1,3 milhão de toneladas comercializadas para o exterior. Comparando com o mesmo período do ano anterior, o valor e o volume exportados registraram acréscimos 9,7% e 5,6%, respectivamente. No Brasil, houve redução de 0,9% na geração de divisas.

“A competência dos agricultores e agroindustriais capixabas permite que nossos produtos tenham qualidade para chegar a mais de 100 países e, aos poucos, vamos retomando o patamar anual de US$ 2 bilhões exportados, o que é fundamental para processo de desenvolvimento do interior do Espírito Santo”, comemora Enio Bergoli, secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca.

A celulose lidera o ranking tanto na geração de divisas, quanto no volume comercializado pelo agronegócio capixaba no comércio exterior. De janeiro a junho a exportação foi de US$ 541,2 milhões, uma alta de 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Café, pimenta do reino, derivados lácteos, chocolates, carne bovina, mamão e gengibre também fazem parte da pauta do comércio internacional.

Exportações de café aumentam, apesar dos preços baixos

Os preços médios internacionais dos cafés (verde, solúvel e torrado), segundo produto em vendas internacionais, foram inferiores em relação àqueles praticados no primeiro semestre do ano passado. A redução foi de 16,8% para o café verde e 13,6% para o café solúvel. Os preços médios foram superiores de forma significativa para gengibre, com aumento de 198,7%, e pimenta do reino, com 20,5%.

O volume exportado com café em grão verde foi 51% superior ao do ano passado. Contudo, devido aos preços ainda em patamares baixos, o incremento nas divisas geradas foi de 25,6%, com um total de US$ 277 milhões de dólares comercializados. “Torcemos pela recuperação dos preços internacionais do café, pois a cafeicultura é a atividade agrícola mais presente nas propriedades rurais capixabas e a que envolve o maior número de pessoas ocupadas, dentre todos os setores econômicos do Estado”, afirma Bergoli.

Pimenta do Reino

As exportações de pimenta do reino foram de US$ 38,4 milhões, um crescimento de 71% em ao mesmo período de 2013. “Esse resultado confirma definitivamente o condimento na terceira colocação do ranking das exportações do agronegócio capixaba, logo após celulose e café, e à frente de produtos tradicionais de nossa pauta, como mamão papaia, chocolates e carne bovina”, explica Bergoli.

Principais produtos de exportação do agronegócio capixaba, de janeiro a junho de 2014
[imagem357] 
[imagem360]

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Seag 
Léo Júnior 
(27) 3636-3700 / 9942-9616 leonardo@seag.es.gov.br

MAPA disponibiliza Informe Estatístico do Café


Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA-, Secretaria de Produção e Agroenergia – SPAE-
Elaborado por: Coordenação Geral de Apoio ao Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – CGFUNCAFÉ-
Distribuição: Email Marketing Centro do Comércio de Café de Vitória – CCCV-.
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES.

Divulgado o Informe Estatístico do Café deste mês de junho, documento de iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA-, Secretaria de Produção e Agroenergia – SPAE-. Constam no Informe os indicadores de desempenho da cafeicultura brasileira, referente a Estoques, exportação, cotação mensal, safra, entre outros. Também, no documento elaborado pela Coordenação Geral de Apoio ao Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – CGFUNCAFÉ- pode-se acompanhar os principais produtos exportados do agronegócio brasileiro. Clique aqui e acesse o Informe Estatístico do Café na íntegra. [arquivo353]
[logo354]

Preço médio do café recua 7,3% em junho, informa OIC

Fonte: Estadão Conteúdo
Distribuição: Portal Globo Rural
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES

O nível é o mais baixo desde fevereiro passado

POR ESTADÃO CONTEÚDO
OIC estima a produção global de café em cerca de 145,2 milhões de sacas de 60 kg 

O preço médio composto do café teve queda de 7,3% em junho em relação ao mês anterior, para 151,92 centavos de dólar por libra-peso, nível mais baixo desde fevereiro passado (137,81 centavos de dólar). Os dados fazem parte de relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC).

Segundo a organização, os preços recuaram nos últimos dois meses, em meio à falta de consenso sobre o tamanho da safra brasileira 2014 e com estoques suficientes para cobrir os atuais níveis da demanda mundial. A volatilidade média dos preços indicativos caiu para um único algarismo, “refletindo a redução das especulações e da preocupação com a oferta”, informa a OIC. A OIC, com base em dados disponíveis, estima a produção global de café no ano-safra de 2013/14 em cerca de 145,2 milhões de sacas de 60 kg, praticamente estável em relação ao período anterior (145,3 milhões de sacas).

Em compensação, a produção de robustas deve aumentar 6%, passando de 56,5 milhões de sacas no ano-safra de 2012/13 para 59,9 milhões de sacas em 2013/14. Conforme a OIC, esse aumento pode ser atribuído principalmente à safra recorde de 27,5 milhões de sacas que se prevê no Vietnã, apesar de uma safra um pouco menor, de 11,67 milhões de sacas, prevista na Indonésia. O consumo mundial de café em 2013 está estimado em 145,8 milhões de sacas, segundo a OIC, em comparação com 142 milhões de sacas no ano anterior, representando crescimento de cerca de 9%.

R$ 822 milhões para favorecer o meio ambiente

Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES


Produtores rurais de todas as regiões do Espírito Santo terão R$ 822 milhões, em crédito financeiro, para promover as adequações necessárias para reduzir as áreas degradadas e ampliar a cobertura florestal nas propriedades rurais. O incentivo faz parte das ações do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono do Espírito Santo (Plano ABC 2014/2020 – Espírito Santo).

As principais metas para do Plano ABC 2014/2020 aqui no Espírito Santo são reduzir em mais 75 mil hectares (ha) as áreas degradadas, promover o plantio de novos 67 mil ha de florestas, ampliar a adoção de boas práticas agrícolas em 5,9 mil propriedades e de manejos adequados de resíduos agropecuários em três mil propriedades e criar 41 novos biodigestores para tratamento de dejetos de animais.

Para acessar os recursos financeiros, o produtor rural deve procurar o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) ou a rede particular de assistência para elaborar o projeto técnico, que deverá ser aprovado pela instituição financeira responsável por liberar os recursos.

No Espírito Santo, o Grupo Gestor do Plano ABC é formado pela Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Acal, Ales, Aprofes, Ases, Aves, Banestes, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Ceplac, Cedagro, Crea-ES, Faes, Idaf, Ifes, Incaper, OCB/ES, Senar, SFA/ES, Seea, Sebrae, Seama e Sectti.

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Seag
Léo Júnior
(27) 3636-3700
leonardo@seag.es.gov.br

Recursos do Funcafé chegam a R$ 1,23 bilhão

Fonte/Publicação: POR REDAÇÃO GLOBO RURAL
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES

Nesta semana, foram fechados contratos para mais R$ 337 milhões

[imagem348] O Ministério da Agricultura (Mapa) informou que os recursos disponíveis para o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) chegaram a R$ 1,23 bilhão, com a assinatura de contratos com mais três agentes financeiros. Os novos contratos correspondem ao montante de R$ 337 milhões, que se somam a outros R$ 895 milhões contratados em junho.

Os contratos já firmados financiarão operações de custeio (R$ 415 milhões), estocagem (R$ 540 milhões) e aquisição do café (FAC – R$ 277 milhões). As financeiras contratadas são Banco de Tokyo S.A., Banco Santander Brasil S.A., Credivar, Banco BPN Brasil Banco Múltiplo S.A; Banco Bradesco S.A; Banco Safra S.A; Banco Votorantim S.A; Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais (Crediminas); Cooperativa Central de Crédito do Espírito Santo (Central ES); Cooperativa de Crédio de Livre Admissão da Região de Alpinópolis (Credialp); Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Sudoeste de MG e Nordeste de SP (Agrocredi); e Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Patrocínio (Coopacredi).

Brasil embarca 33,97 mi sacas de café na safra 2013/2014

Publicação:  POR ESTADÃO CONTEÚDO
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES

Maior volume não garantiu aumento na receita, de acordo com CeCafé

O Brasil exportou 33,97 milhões de sacas de 60 quilos de café na safra 2013/2014 (julho de 2013 a junho de 2014), representando aumento de 9,9% em comparação com o período anterior (30,91 milhões de sacas). Os dados fazem parte de levantamento do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé), divulgado nesta terça-feira (8/7). No período, a receita cambial alcançou US$ 5,327 bilhões, o que corresponde a uma queda de 11,6% em relação a 2012/2013 (US$ 6,029 bilhões).

[imagem349] O diretor-geral do CeCafé, Guilherme Braga, informa por meio de comunicado que o desempenho da safra 2012/2013 foi positivo. A expectativa era de que no ano-safra 2013/2014 fossem exportadas cerca de 32,5 milhões de sacas e o volume foi 5% superior. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima colheita de 49,1 milhões de sacas em 2013/2014, com estoque de passagem, também estimado pela Conab, de 14 milhões de sacas.

Com relação à receita cambial, o resultado em 2013/2014 reflete o quadro de baixa continuada nos preços, que se observou até janeiro de 2014, quando o preço médio das exportações foi de US$ 138,55 a saca. A recuperação gradual dos preços iniciou-se em fevereiro. Em junho passado os preços médios foram de US$ 188,87 a saca, comenta Braga.

O volume de café exportado no sexto mês de 2014 teve um aumento de 20,9% no total de sacas em relação a junho do ano passado, fechando em 2,858 milhões de sacas. Já a receita apresentou uma alta de 37,3%, se comparada à registrada no mesmo mês em 2013, alcançando US$ 539,784 milhões.

No primeiro semestre de 2014, 83,7% do café exportado foi da variedade arábica, 9,5% de solúvel, 6,8% de robusta e 0,1% de torrado e moído. Durante este período, os cafés diferenciados (arábica e conilon) tiveram participação de 24,3% nas exportações em termos de volume e de 32,5% na receita cambial.

O relatório mostra, ainda, que de janeiro a junho de 2014 a Europa foi o principal mercado importador, responsável pela compra de 54% do total embarcado do produto brasileiro. A América do Norte adquiriu 25% do total de sacas exportadas, a Ásia, 15% e a América do Sul, 3%.

Governo ES lança Plano Safra com R$ 2,7 bilhões em crédito financeiro

Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES

Os produtores rurais e pescadores capixabas terão R$ 2,7 bilhões disponíveis para financiar atividades até junho de 2015. Nesta segunda-feira (30), o Governo do Espírito Santo e as instituições financeiras que operam crédito agropecuário no Estado, lançaram o Plano de Crédito Rural Para o Espírito Santo, Safra 2014/2015. O valor é o maior da história.
 
“As políticas públicas no Espírito Santo são articuladas para garantirmos que o desenvolvimento chegue a todas as regiões e para que tenhamos, a cada dia, mais capixabas com capacidade para se apropriarem dos frutos do nosso desenvolvimento. E o Plano Safra vem ao encontro dessas premissas, fortalecendo um dos nossos pilares econômicos – o agronegócio -, de forma articulada, com a participação de diversos agentes financeiros e, principalmente, com a contribuição direta dos bancos estaduais, para efetivamente colaborar com a redução das desigualdades, gerando oportunidades, emprego e mais renda no campo”, destacou o governador Renato Casagrande.
 
O recorde de R$ 2,7 bilhões foi viabilizado por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Banestes, Bandes, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa, SICOOB, Cresol, OCB-ES, Governo Federal e de representações do público beneficiário, com destaque para Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (Faes), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Espírito Santo (Fetaes) e Federação das Colônias e Associações de Pescadores e Aquicultores e Federação das Associações de Pescadores Profissionais, Artesanais e Aquicultores do Espírito Santo (Fapaes).
 
“O Governo do Estado, em conjunto com as instituições financeiras e as organizações de produtores rurais e pescadores capixabas, elaborou o Plano de Crédito Rural que disponibiliza recursos com taxas e prazos adequados às explorações agropecuárias, e esse montante recorde para a aplicação nos próximos doze meses tem como objetivos maiores a modernização tecnológica dos cultivos e o aumento da renda das famílias do interior capixaba”, destaca Enio Bergoli, secretário de Estado da Agricultura.
 
A meta do Plano de Crédito Rural para o Espírito Santo, que vai de julho de 2014 a junho de 2015, é efetivar mais de 70 mil operações. Dos R$ 2,7 bilhões disponíveis, especificamente para a agricultura familiar ser destinado R$ 1 bilhão, para mais de 44 mil operações, e para a agricultura não-familiar, a meta é investir R$ 1,7 bilhão, em mais de 26 mil operações.
 
Para o diretor-presidente do Bandes, Guilherme Henrique Pereira, o crédito do banco é estratégico por ser na sua integralidade aplicado em investimento. “A meta do Bandes é R$ 200 milhões para este ano-safra. No universo de R$ 2,7 bilhões, não parece muito, mas como o banco só faz investimento, respondemos por 25% desse tipo de crédito para os produtores capixabas. Isso significa que o banco atua estrategicamente e contribui decisivamente para modernização e implantação de novas tecnologias de produção no campo”.
 
“Em quatro anos, vamos praticamente dobrar a aplicação de crédito rural no Estado, um indicador que retrata dinamismo econômico no rural capixaba, confiança dos agricultores em suas atividades geradoras de renda, ampliação da produção e melhoria da qualidade dos alimentos ofertados à mesa dos consumidores”, afirma Bergoli.
 
No Espírito Santo, a agricultura gera renda para milhares de famílias e é o segmento mais importante para 61 dos 78 municípios capixabas e crédito rural fortalece as atividades agrícolas já consolidadas e incentiva novas culturas e criações.
 
Prioridade de aplicação dos recursos
 
Os recursos serão destinados a todas as cadeias produtivas desenvolvidas no Estado, com destaque para as linhas prioritárias, tais como:
 
• Cafeicultura
– Melhoria da qualidade e da produtividade
– Renovação de lavouras
– Equipamentos para colheita e preparo
 
• Fruticultura
– Produção e agroindustrialização
– Novos plantios
 
• Pecuária de leite
– Melhoria da qualidade e produtividade leiteira
– Sistema de pastejo rotacionado
– Irrigação e renovação de pastagens
 
• Pesca
– Ampliar o acesso dos pescadores artesanais ao crédito
 
• Irrigação
– Substituição de equipamentos pouco eficientes
– Melhoria da eficiência da irrigação e redução do consumo de água e energia
 
• Agricultura poupadora de recursos naturais e plantios florestais
– Ampliação de áreas com cultivos sustentáveis
 
• Ênfase Especial:
– Concentrar esforços na aplicação de recursos na renovação das lavouras cacaueiras;
– Incentivar a renovação das lavouras de café Conilon na Região Sul do Estado.
– Fomentar o acesso dos agricultores enquadrados no Pronaf B ao crédito.
 
• Outras atividades: pecuária de corte, floricultura, apicultura, aquicultura, olericultura, pequenos e médios animais (avicultura, suinocultura, etc.), empreendimentos agroindustriais, juventude, dentre outras.
 
[logo346]

[logo347]