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Aprovada ampliação do Supersimples a todo o setor de serviços
Fonte: Redação Agência Senado.
Distribuição: Assessoria de Comunicação Fecomércio ES.
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES.
Propostas aprovadas pelo Plenário do Senado nesta quarta-feira
O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (16), projeto de lei que universaliza o acesso do setor de serviços ao Simples Nacional (Supersimples), regime de tributação simplificado para pequenas e microempresas (PLC 60/2014). A proposta vai à sanção presidencial.
De autoria do deputado Vaz de Lima (PSDB-SP), o projeto cria uma nova tabela para serviços, com alíquotas que variam de 16,93% a 22,45%. Com o acesso geral, entram no regime de tributação, por exemplo, serviços relacionados à advocacia, à corretagem e à medicina, odontologia e psicologia. A nova tabela criada pelo projeto entrará em vigor em 1º de janeiro do ano seguinte ao da publicação da futura lei.
O texto atribui ao Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) a função de disciplinar o acesso do microempreendedor individual (MEI) e das pequenas e microempresas a documento fiscal eletrônico por meio do portal do Simples Nacional. Também estende a outras empresas facilidades já previstas no Estatuto da Pequena e da Microempresa (Lei Complementar 123/2006).
O presidente do Senado, Renan Calheiros, ressaltou as vantagens da universalização do Simples para outros setores da economia.
Além de incentivar a pequena empresa, estende a outras categorias de prestadores de serviço os benefícios desse regime de tributação diferenciado disse ele.
Novo enquadramento
De acordo com o projeto aprovado, empresas produtoras de refrigerantes, águas saborizadas gaseificadas e preparações compostas não alcoólicas também poderão optar pelo Supersimples. O Plenário manteve ainda mudança feita na Câmara em relação ao enquadramento de algumas atividades de serviços, como fisioterapia e corretagem de seguros, que passam da tabela de maior valor (tabela seis), criada pelo projeto, para a tabela três, de menor valor dentre as do setor de serviço.
Já os serviços advocatícios são incluídos na tabela quatro; e os decorrentes de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural e a corretagem de imóveis são enquadrados na tabela três.
O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) afirmou que a mudança trará reflexos positivos para a economia do país. Eduardo Suplicy (PT-SP) lembrou que o processo de negociação começou no Senado.
Facilidades
Ao dar o parecer de Plenário sobre a proposta, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) destacou o papel das pequenas e microempresas, responsáveis por mais de 80% dos empregos formais do país:
O Brasil necessita de instrumentos que contribuam para a desburocratização, a simplificação de tributos e a facilidade de abrir e encerrar um negócio.
Para todas as pessoas jurídicas que se enquadrem como microempresas (receita bruta de até R$ 360 mil ao ano) ou pequenas empresas (acima de R$ 360 mil e até R$ 3,6 milhões) e não optarem ou forem impedidas de optar por esse regime especial de tributação, o projeto garante várias facilidades existentes na lei. A estimativa é que serão beneficiadas 2 milhões de empresas.
Entre as facilidades estão prioridade em licitações públicas, acesso a linhas de crédito, simplificação das relações de trabalho, regras diferenciadas de acesso à Justiça e participação em programas de estímulo à inovação.
Substituição tributária
Com o fim da chamada substituição tributária para alguns setores, prevista no projeto, as secretarias de Fazenda estaduais não poderão mais aplicar o mecanismo de recolhimento antecipado da alíquota cheia do ICMS pelas empresas.
A substituição tributária dificulta a competição das pequenas e microempresas porque elas, muitas vezes, compram produtos que vêm com o ICMS embutido no preço, pagando o imposto antes mesmo de vender ou usar o produto, diminuindo sua competitividade em relação a outras empresas não optantes do Simples Nacional.
Entre os setores que continuam com substituição tributária estão combustíveis; cigarros; farinha de trigo; produtos farmacêuticos, de perfumaria e de toucador; produtos de higiene; autopeças; produtos cerâmicos; sabão em pó e todos os serviços sujeitos atualmente a esse mecanismo.
No caso, por exemplo, de bebidas não alcoólicas, produtos de padaria, molhos, telhas ou detergentes, o projeto prevê que a substituição tributária será aplicada somente se a produção for em escala industrial relevante, segundo definição que caberá ao Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).
Para Armando Monteiro (PTB-PE), além da redução da burocracia, a iniciativa disciplina a prática abusiva da substituição tributária, que penalizava cerca de 900 mil empresas.
É alívio, sobretudo, para o consumidor, com a redução dos preços pela diminuição da carga tributária que hoje incide sobre as pequenas empresas argumentou, referindo-se ao fato de os custos adicionais com impostos serem repassados pelos empreendimentos optantes do Simpes.
Transporte e mercado de capitais
Para o setor de transporte intermunicipal ou interestadual, atualmente proibido de participar do Supersimples, foi aberta uma exceção permitindo o recolhimento simplificado quando o serviço tiver características de transporte urbano ou metropolitano ou, ainda, atuar por meio de fretamento para o transporte de estudantes ou de trabalhadores.
As pequenas e microempresas poderão também recorrer ao mercado de capitais para obter recursos necessários ao desenvolvimento ou à expansão de suas atividades, segundo normatização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Também poderão receber recursos financeiros de pessoas físicas e jurídicas, incluindo sociedades anônimas e fundos de investimento privados.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado).
Exportações do agronegócio capixaba superam US$ 940 milhões no ano
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES.
O agronegócio capixaba fechou o primeiro semestre de 2014 com uma receita cambial de US$ 940,3 milhões em produtos exportados. O valor equivale a mais de 1,3 milhão de toneladas comercializadas para o exterior. Comparando com o mesmo período do ano anterior, o valor e o volume exportados registraram acréscimos 9,7% e 5,6%, respectivamente. No Brasil, houve redução de 0,9% na geração de divisas.
A competência dos agricultores e agroindustriais capixabas permite que nossos produtos tenham qualidade para chegar a mais de 100 países e, aos poucos, vamos retomando o patamar anual de US$ 2 bilhões exportados, o que é fundamental para processo de desenvolvimento do interior do Espírito Santo, comemora Enio Bergoli, secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca.
A celulose lidera o ranking tanto na geração de divisas, quanto no volume comercializado pelo agronegócio capixaba no comércio exterior. De janeiro a junho a exportação foi de US$ 541,2 milhões, uma alta de 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Café, pimenta do reino, derivados lácteos, chocolates, carne bovina, mamão e gengibre também fazem parte da pauta do comércio internacional.
Exportações de café aumentam, apesar dos preços baixos
Os preços médios internacionais dos cafés (verde, solúvel e torrado), segundo produto em vendas internacionais, foram inferiores em relação àqueles praticados no primeiro semestre do ano passado. A redução foi de 16,8% para o café verde e 13,6% para o café solúvel. Os preços médios foram superiores de forma significativa para gengibre, com aumento de 198,7%, e pimenta do reino, com 20,5%.
O volume exportado com café em grão verde foi 51% superior ao do ano passado. Contudo, devido aos preços ainda em patamares baixos, o incremento nas divisas geradas foi de 25,6%, com um total de US$ 277 milhões de dólares comercializados. Torcemos pela recuperação dos preços internacionais do café, pois a cafeicultura é a atividade agrícola mais presente nas propriedades rurais capixabas e a que envolve o maior número de pessoas ocupadas, dentre todos os setores econômicos do Estado, afirma Bergoli.
Pimenta do Reino
As exportações de pimenta do reino foram de US$ 38,4 milhões, um crescimento de 71% em ao mesmo período de 2013. Esse resultado confirma definitivamente o condimento na terceira colocação do ranking das exportações do agronegócio capixaba, logo após celulose e café, e à frente de produtos tradicionais de nossa pauta, como mamão papaia, chocolates e carne bovina, explica Bergoli.
Principais produtos de exportação do agronegócio capixaba, de janeiro a junho de 2014
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Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Seag
Léo Júnior
(27) 3636-3700 / 9942-9616 leonardo@seag.es.gov.br
MAPA disponibiliza Informe Estatístico do Café
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA-, Secretaria de Produção e Agroenergia SPAE-
Elaborado por: Coordenação Geral de Apoio ao Fundo de Defesa da Economia Cafeeira CGFUNCAFÉ-
Distribuição: Email Marketing Centro do Comércio de Café de Vitória CCCV-.
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES.
Divulgado o Informe Estatístico do Café deste mês de junho, documento de iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA-, Secretaria de Produção e Agroenergia SPAE-. Constam no Informe os indicadores de desempenho da cafeicultura brasileira, referente a Estoques, exportação, cotação mensal, safra, entre outros. Também, no documento elaborado pela Coordenação Geral de Apoio ao Fundo de Defesa da Economia Cafeeira CGFUNCAFÉ- pode-se acompanhar os principais produtos exportados do agronegócio brasileiro. Clique aqui e acesse o Informe Estatístico do Café na íntegra. [arquivo353]
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Preço médio do café recua 7,3% em junho, informa OIC
Fonte: Estadão Conteúdo
Distribuição: Portal Globo Rural
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES
O nível é o mais baixo desde fevereiro passado
POR ESTADÃO CONTEÚDO
OIC estima a produção global de café em cerca de 145,2 milhões de sacas de 60 kg
O preço médio composto do café teve queda de 7,3% em junho em relação ao mês anterior, para 151,92 centavos de dólar por libra-peso, nível mais baixo desde fevereiro passado (137,81 centavos de dólar). Os dados fazem parte de relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC).
Segundo a organização, os preços recuaram nos últimos dois meses, em meio à falta de consenso sobre o tamanho da safra brasileira 2014 e com estoques suficientes para cobrir os atuais níveis da demanda mundial. A volatilidade média dos preços indicativos caiu para um único algarismo, “refletindo a redução das especulações e da preocupação com a oferta”, informa a OIC. A OIC, com base em dados disponíveis, estima a produção global de café no ano-safra de 2013/14 em cerca de 145,2 milhões de sacas de 60 kg, praticamente estável em relação ao período anterior (145,3 milhões de sacas).
Em compensação, a produção de robustas deve aumentar 6%, passando de 56,5 milhões de sacas no ano-safra de 2012/13 para 59,9 milhões de sacas em 2013/14. Conforme a OIC, esse aumento pode ser atribuído principalmente à safra recorde de 27,5 milhões de sacas que se prevê no Vietnã, apesar de uma safra um pouco menor, de 11,67 milhões de sacas, prevista na Indonésia. O consumo mundial de café em 2013 está estimado em 145,8 milhões de sacas, segundo a OIC, em comparação com 142 milhões de sacas no ano anterior, representando crescimento de cerca de 9%.
R$ 822 milhões para favorecer o meio ambiente
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES
Produtores rurais de todas as regiões do Espírito Santo terão R$ 822 milhões, em crédito financeiro, para promover as adequações necessárias para reduzir as áreas degradadas e ampliar a cobertura florestal nas propriedades rurais. O incentivo faz parte das ações do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono do Espírito Santo (Plano ABC 2014/2020 Espírito Santo).
As principais metas para do Plano ABC 2014/2020 aqui no Espírito Santo são reduzir em mais 75 mil hectares (ha) as áreas degradadas, promover o plantio de novos 67 mil ha de florestas, ampliar a adoção de boas práticas agrícolas em 5,9 mil propriedades e de manejos adequados de resíduos agropecuários em três mil propriedades e criar 41 novos biodigestores para tratamento de dejetos de animais.
Para acessar os recursos financeiros, o produtor rural deve procurar o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) ou a rede particular de assistência para elaborar o projeto técnico, que deverá ser aprovado pela instituição financeira responsável por liberar os recursos.
No Espírito Santo, o Grupo Gestor do Plano ABC é formado pela Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Acal, Ales, Aprofes, Ases, Aves, Banestes, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Ceplac, Cedagro, Crea-ES, Faes, Idaf, Ifes, Incaper, OCB/ES, Senar, SFA/ES, Seea, Sebrae, Seama e Sectti.
Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Seag
Léo Júnior
(27) 3636-3700
leonardo@seag.es.gov.br
Recursos do Funcafé chegam a R$ 1,23 bilhão
Fonte/Publicação: POR REDAÇÃO GLOBO RURAL
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES
Nesta semana, foram fechados contratos para mais R$ 337 milhões
[imagem348] O Ministério da Agricultura (Mapa) informou que os recursos disponíveis para o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) chegaram a R$ 1,23 bilhão, com a assinatura de contratos com mais três agentes financeiros. Os novos contratos correspondem ao montante de R$ 337 milhões, que se somam a outros R$ 895 milhões contratados em junho.
Os contratos já firmados financiarão operações de custeio (R$ 415 milhões), estocagem (R$ 540 milhões) e aquisição do café (FAC – R$ 277 milhões). As financeiras contratadas são Banco de Tokyo S.A., Banco Santander Brasil S.A., Credivar, Banco BPN Brasil Banco Múltiplo S.A; Banco Bradesco S.A; Banco Safra S.A; Banco Votorantim S.A; Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais (Crediminas); Cooperativa Central de Crédito do Espírito Santo (Central ES); Cooperativa de Crédio de Livre Admissão da Região de Alpinópolis (Credialp); Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Sudoeste de MG e Nordeste de SP (Agrocredi); e Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Patrocínio (Coopacredi).
Brasil embarca 33,97 mi sacas de café na safra 2013/2014
Publicação: POR ESTADÃO CONTEÚDO
Fonte: Portal Revista Globo Rural
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES
Maior volume não garantiu aumento na receita, de acordo com CeCafé
O Brasil exportou 33,97 milhões de sacas de 60 quilos de café na safra 2013/2014 (julho de 2013 a junho de 2014), representando aumento de 9,9% em comparação com o período anterior (30,91 milhões de sacas). Os dados fazem parte de levantamento do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé), divulgado nesta terça-feira (8/7). No período, a receita cambial alcançou US$ 5,327 bilhões, o que corresponde a uma queda de 11,6% em relação a 2012/2013 (US$ 6,029 bilhões).
[imagem349] O diretor-geral do CeCafé, Guilherme Braga, informa por meio de comunicado que o desempenho da safra 2012/2013 foi positivo. A expectativa era de que no ano-safra 2013/2014 fossem exportadas cerca de 32,5 milhões de sacas e o volume foi 5% superior. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima colheita de 49,1 milhões de sacas em 2013/2014, com estoque de passagem, também estimado pela Conab, de 14 milhões de sacas.
Com relação à receita cambial, o resultado em 2013/2014 reflete o quadro de baixa continuada nos preços, que se observou até janeiro de 2014, quando o preço médio das exportações foi de US$ 138,55 a saca. A recuperação gradual dos preços iniciou-se em fevereiro. Em junho passado os preços médios foram de US$ 188,87 a saca, comenta Braga.
O volume de café exportado no sexto mês de 2014 teve um aumento de 20,9% no total de sacas em relação a junho do ano passado, fechando em 2,858 milhões de sacas. Já a receita apresentou uma alta de 37,3%, se comparada à registrada no mesmo mês em 2013, alcançando US$ 539,784 milhões.
No primeiro semestre de 2014, 83,7% do café exportado foi da variedade arábica, 9,5% de solúvel, 6,8% de robusta e 0,1% de torrado e moído. Durante este período, os cafés diferenciados (arábica e conilon) tiveram participação de 24,3% nas exportações em termos de volume e de 32,5% na receita cambial.
O relatório mostra, ainda, que de janeiro a junho de 2014 a Europa foi o principal mercado importador, responsável pela compra de 54% do total embarcado do produto brasileiro. A América do Norte adquiriu 25% do total de sacas exportadas, a Ásia, 15% e a América do Sul, 3%.
Governo ES lança Plano Safra com R$ 2,7 bilhões em crédito financeiro
Fonte/Publicação: Portal do Governo do Estado do Espírito Santo
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES
Os produtores rurais e pescadores capixabas terão R$ 2,7 bilhões disponíveis para financiar atividades até junho de 2015. Nesta segunda-feira (30), o Governo do Espírito Santo e as instituições financeiras que operam crédito agropecuário no Estado, lançaram o Plano de Crédito Rural Para o Espírito Santo, Safra 2014/2015. O valor é o maior da história.
“As políticas públicas no Espírito Santo são articuladas para garantirmos que o desenvolvimento chegue a todas as regiões e para que tenhamos, a cada dia, mais capixabas com capacidade para se apropriarem dos frutos do nosso desenvolvimento. E o Plano Safra vem ao encontro dessas premissas, fortalecendo um dos nossos pilares econômicos o agronegócio -, de forma articulada, com a participação de diversos agentes financeiros e, principalmente, com a contribuição direta dos bancos estaduais, para efetivamente colaborar com a redução das desigualdades, gerando oportunidades, emprego e mais renda no campo”, destacou o governador Renato Casagrande.
O recorde de R$ 2,7 bilhões foi viabilizado por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Banestes, Bandes, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa, SICOOB, Cresol, OCB-ES, Governo Federal e de representações do público beneficiário, com destaque para Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (Faes), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Espírito Santo (Fetaes) e Federação das Colônias e Associações de Pescadores e Aquicultores e Federação das Associações de Pescadores Profissionais, Artesanais e Aquicultores do Espírito Santo (Fapaes).
O Governo do Estado, em conjunto com as instituições financeiras e as organizações de produtores rurais e pescadores capixabas, elaborou o Plano de Crédito Rural que disponibiliza recursos com taxas e prazos adequados às explorações agropecuárias, e esse montante recorde para a aplicação nos próximos doze meses tem como objetivos maiores a modernização tecnológica dos cultivos e o aumento da renda das famílias do interior capixaba, destaca Enio Bergoli, secretário de Estado da Agricultura.
A meta do Plano de Crédito Rural para o Espírito Santo, que vai de julho de 2014 a junho de 2015, é efetivar mais de 70 mil operações. Dos R$ 2,7 bilhões disponíveis, especificamente para a agricultura familiar ser destinado R$ 1 bilhão, para mais de 44 mil operações, e para a agricultura não-familiar, a meta é investir R$ 1,7 bilhão, em mais de 26 mil operações.
Para o diretor-presidente do Bandes, Guilherme Henrique Pereira, o crédito do banco é estratégico por ser na sua integralidade aplicado em investimento. A meta do Bandes é R$ 200 milhões para este ano-safra. No universo de R$ 2,7 bilhões, não parece muito, mas como o banco só faz investimento, respondemos por 25% desse tipo de crédito para os produtores capixabas. Isso significa que o banco atua estrategicamente e contribui decisivamente para modernização e implantação de novas tecnologias de produção no campo.
Em quatro anos, vamos praticamente dobrar a aplicação de crédito rural no Estado, um indicador que retrata dinamismo econômico no rural capixaba, confiança dos agricultores em suas atividades geradoras de renda, ampliação da produção e melhoria da qualidade dos alimentos ofertados à mesa dos consumidores, afirma Bergoli.
No Espírito Santo, a agricultura gera renda para milhares de famílias e é o segmento mais importante para 61 dos 78 municípios capixabas e crédito rural fortalece as atividades agrícolas já consolidadas e incentiva novas culturas e criações.
Prioridade de aplicação dos recursos
Os recursos serão destinados a todas as cadeias produtivas desenvolvidas no Estado, com destaque para as linhas prioritárias, tais como:
Cafeicultura
– Melhoria da qualidade e da produtividade
– Renovação de lavouras
– Equipamentos para colheita e preparo
Fruticultura
– Produção e agroindustrialização
– Novos plantios
Pecuária de leite
– Melhoria da qualidade e produtividade leiteira
– Sistema de pastejo rotacionado
– Irrigação e renovação de pastagens
Pesca
– Ampliar o acesso dos pescadores artesanais ao crédito
Irrigação
– Substituição de equipamentos pouco eficientes
– Melhoria da eficiência da irrigação e redução do consumo de água e energia
Agricultura poupadora de recursos naturais e plantios florestais
– Ampliação de áreas com cultivos sustentáveis
Ênfase Especial:
– Concentrar esforços na aplicação de recursos na renovação das lavouras cacaueiras;
– Incentivar a renovação das lavouras de café Conilon na Região Sul do Estado.
– Fomentar o acesso dos agricultores enquadrados no Pronaf B ao crédito.
Outras atividades: pecuária de corte, floricultura, apicultura, aquicultura, olericultura, pequenos e médios animais (avicultura, suinocultura, etc.), empreendimentos agroindustriais, juventude, dentre outras.
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Diretores do Sindicafé ES concedem entrevista ao Jornal do Sistema Comércio
Fonte: Ascom Fecomércio ES.
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES.
Para colaborar com o Jornal do Sistema Comércio, membros da Diretoria e Conselho Fiscal do Sindicafé ES concedem entrevista a Assessoria de Comunicação do Sistema Comércio. Com o título “Produção de café no ES sobe acima da média nacional”, o Presidente Saulo Venâncio da Costa e o Efetivo do Conselho Fiscal Marcus Magalhães, explanaram sobre a situação atual da atividade cafeeira capixaba.
Leia abaixo na íntegra a matéria divulgada no Informativo do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-ES, em sua 23ª edição, meses Maio e Junho 2014, na página 4. Em destaque sobre o café do Espírito Santo: “as expectativas são boas e estima-se que o setor atinja R$2,5 bilhões com a venda de cafés Conilon e Arábica”.
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Acesse o Jornal do Sistema Comércio – Informativo do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-ES | 23ª edição | Mai/Jun 2014 (clique aqui) e acompanhe as últimas informações do Sistema Comércio. Em especial, sobre os 60 anos atuantes da Federação do Comércio, no Estado do Espírito Santo.
Futuro da Anater é discutido em Brasília
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES.
Visando debater o futuro da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), diversos diretores regionais da Associação Brasileira das Entidades de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer) e membros do Conselho Nacional dos Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa) se reuniram na última segunda-feira (02) em Brasília. Entre os presentes estava Maxwel Assis de Souza, diretor-presidente do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão rural (Incaper), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag).
Segundo o presidente o encontro foi de grande valia para as instituições que buscam fortalecer os serviços de pesquisa e ATER para os agricultores familiares, não somente em quantidade como também na qualidade destes serviços. Podemos traçar os rumos para que o homem do campo possa ter acesso aos melhores serviços. Para isso precisamos garantir uma participação efetiva. Com as metas traçadas a expectativa é que a produtividade e renda das famílias aumentem, destacou.
A agricultura familiar brasileira é responsável pela produção de cerca de 50% da cesta básica e grande mantenedora dos recursos naturais. Ainda na segunda-feira, o grupo se reuniu com o assessor chefe da Casa Civil, Marcos Antônio de Oliveira, no Palácio do Planalto, representando 211 instituições participativas na atuação das principais políticas públicas e sugestões para garantir sucesso na criação da Agência.
Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação Incaper
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Texto: Carla Einsfeld
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