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Embrapa estimula a cafeicultura em Rondônia

O Estado é o sexto maior produtor de café no Brasil e o segundo em cultivo de conilon

Com o objetivo de reorganizar a cadeia produtiva do café em Rondônia, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem trabalhado em parceria com instituições de pesquisa e extensão rural para promover ações de transferência de tecnologia. O Estado é o sexto maior produtor de café do País e ocupa a segunda posição nacional em cultivo de conilon.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), cerca de 40 mil pequenas propriedades do Estado produzem o café conilon. Em 2012 foi lançado a cultivar de café BRS Ouro Preto, a primeira desenvolvida pela Embrapa e registrada para Rondônia. Produzida a partir de estudos com materiais genéticos de plantas superiores do Banco Ativo de Germoplasma (BAG) da Embrapa Rondônia, ela é adaptada ao clima e solo da região e tem produtividade superior a 70 sacas por hectare.

Outras linhas destes estudos, feitos em parcerias com o Consórcio Pesquisa Café, vêm buscando alternativas que gerem desenvolvimento das lavouras com impactos econômicos e sociais, aumentando a renda do produtor e estimulando a utilização de técnicas mais sustentáveis. Segundo o chefe de transferência de tecnologia da Embrapa Rondônia, Samuel Magalhães, os próprios produtores do Estado têm tomado iniciativa para adoção de novas tecnologias

As pesquisas desenvolvidas, por estarem inseridas no Consórcio Pesquisa Café, cujo programa de pesquisa é coordenado pela Embrapa Café, também contam com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Funcafé/Mapa).

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Fonte: Web Ministério da Agricultura – MAPA-.

CNC estima que 40% da safra de café de MG e SP estejam no chão

Valor Econômico, 20/08/2012
Carine Ferreira

O clima mais favorável nas regiões produtoras de café no cinturão cafeeiro acelerou os trabalhos de colheita da temporada 2012/13 e, consequentemente, aumentou a entrada do grão nos armazéns das cooperativas. Ainda assim, os produtores ainda têm receio sobre a incidência de novas chuvas.

Segundo o meteorologista Paulo Etchichury, da Somar Meteorologia, não existe previsão de chuvas nas regiões cafeeiras até a primeira quinzena de setembro. Uma frente fria deve ficar restrita à região Sul.
O atraso na colheita e a perda de qualidade na safra atual se refletem na comercialização do produto. Poucos negócios vêm sendo realizados e os que foram concretizados se referem a cafés “chuvados”, que não alcançaram a excelência devido ao clima adverso, segundo o Conselho Nacional do Café (CNC). Apesar da qualidade inferior, os grãos ainda são adequados para o consumo.

O CNC ainda pede à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que apure em sua próxima estimativa oficial para a safra brasileira a perda qualitativa causada pela estiagem no período de granação e maturação dos grãos e pelas chuvas na colheita.

Outro ponto que trava as negociações, de acordo com a entidade, é o recuo nos preços da commodity na bolsa de Nova York, que registrou oito quedas consecutivas até o fechamento de ontem, pressionada muito mais pelos fatores macroeconômicos do que pelos fundamentais, já que o equilíbrio entre oferta e demanda globais é bem apertado.

O CNC acredita que os trabalhos de colheita sejam concluídos na primeira quinzena de setembro. Nas maiores regiões produtoras de café arábica do país — Minas Gerais e São Paulo —, estima-se que a queda de grãos no chão ultrapasse 40% do volume da safra.

Desta forma, as exportações brasileiras vêm diminuindo bastante, o que traz como consequência uma redução nos estoques internacionais. Esse quadro leva o CNC a acreditar que a partir do último trimestre do ano as indústrias serão obrigadas a vir com mais vigor para as compras, provocando aumento nos preços, trazendo os produtores de volta para as vendas e devolvendo liquidez ao mercado.

Fonte: Portal ABIC -Associação Brasileira do Café-.

Demanda das empresas por crédito sobe 7,9% em julho, aponta Serasa

G1 – 20/08/2012 12h40 – Atualizado em 20/08/2012 12h41

Alta é sobre junho; com relação ao mesmo mês de 2011 há queda de 3%. MPEs expandiram a busca por crédito em 8,5% em julho sobre junho.
Do G1, em São Paulo
A quantidade de empresas que procurou crédito cresceu 7,9% em julho em relação a junho, aponta nesta segunda-feira (20) a Serasa Experian, por meio do indicador de demanda das empresas por crédito.
Para a entidade, o crescimento, porém, não compensa integralmente a queda de 8,7% registrada em junho na comparação mensal.
Em relação ao mesmo mês de 2011, a demanda caiu 3%. No acumulado do até julho, a busca também registrou queda, de 1%, sobre o mesmo período do ano anterior.
A alta sobre junho se deve a expectativa da consolidação de trajetória um pouco mais acelerada para o crescimento econômico brasileiro, avaliam os economistas da Serasa, em nota. A redução paulatina dos níveis de inadimplência tanto das empresas quanto dos consumidores também influencia, dizem.
Com relação ao cenário negativo nos sete meses, a influencia é da conjuntura internacional. “Esse cenário deverá se reverter gradativamente no decorrer deste segundo semestre”, diz a nota.
MPEs registram alta
As micro e pequenas empresas expandiram a busca por crédito em 8,5% em julho sobre junho. As médias recuaram em 1% a demanda e as grandes mantiveram estáveis os níveis.
Em comparação com o mesmo mês do ano passado, a demanda das micro e pequenas empresas caiu 3,8%. Nas médias houve avanço de 11,1% e, nas grandes, de 11,5%.
No acumulado do ano as grandes empresas estão na liderança da busca por crédito, com alta de 14,9%. Nas médias a alta registrada foi de 10,9%. Nas micro e pequenas empresas houve recuo de 1,8%.
Serviços se destacam em julho
As empresas de serviços registraram alta de 11,2% em julho frente ao mês anterior. Nas empresas de comércio, a alta foi de 5,3% e nas industriais, o crescimento foi de apenas 3,8%.
Nos primeiros sete meses de 2012, as empresas de serviços exibiram o único crescimento positivo, com alta de 1,4%. As empresas industriais registraram queda 1%. As empresas comerciais registraram recuo de 3%.
Regiões
A região Norte registrou avanço de 10,5% na comparação mensal. A Nordeste, alta de 8,9% e, a Centro-Oeste, de 8,7%. Na Sudeste houve avanço de 7,6%, e na Sul de 6,8%.
No acumulado do ano, houve alta de 2,1% na Norte e de 0,1% na Nordeste. Na Sul, foi registrada estabilidade. Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, os recuos registrados foram de 0,4% e de 2,2%, respectivamente.
Fonte: Portal ABIC -Associação Brasileira do Café-.

Produtor de café contará com R$ 600 milhões para estocagem

Aprovação oficial será dada pelo Conselho Monetário Nacional no dia 30 de agosto.

Os produtores de café terão à disposição, por meio do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), mais de R$ 600 milhões para financiamento da estocagem do produto. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, já havia anunciado a decisão no último encontro do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC), órgão que reúne Governo e iniciativa privada para debater as demandas do setor. A liberação do recurso ainda depende da aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN), que estará reunido no dia 30 de agosto.

De acordo com o diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Edilson Martins Alcântara, até meados de agosto, o Mapa já permitiu a estocagem de quatro milhões de sacas das quais dois milhões de sacas são de recursos do Funcafé, um milhão com recursos do Banco do Brasil e o restante dos demais agentes financeiros. “Esses números são excelentes. Comprovam a eficiência da estratégia adotada pelo Mapa que superam as expectativas do setor. Além disso, nos mostra que, provavelmente, até o final do ano, podemos atingir os 12 milhões de sacas estocadas, o que representa mais de 20% da safra brasileira”, destacou.

Segundo dados do último levantamento da safra de café, realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os números atingiram os 50,45 milhões de sacas. Um novo levantamento deverá ser apresentado no dia 6 de setembro deste ano. 

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Fonte: Web Ministério da Agricultura – MAPA-.

Mapa cria GT para aperfeiçoar Centro de Inteligência Agropecuária

Relatório final será apresentado em 90 dias, contados a partir de 03 de setembro de 2012

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou a Portaria nº 769 instituindo o Grupo de Trabalho (GT) que vai propor a estruturação do Centro de Inteligência e de Formação em Defesa Agropecuária. O objetivo da medida é o aperfeiçoamento e a modernização dos processos da defesa agropecuária em todo o território nacional. A publicação está no Diário Oficial da União desta segunda-feira, dia 20 de agosto.

O GT será composto por um representante titular e um suplente de cada um dos seguintes órgãos: Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA); Secretaria-Executiva (SE); Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa); e a Associação Nacional dos Técnicos de Fiscalização Federal Agropecuária (Anteffa). O Grupo de Trabalho será coordenado por um representante da SDA que se reportará ao secretário executivo, José Carlos Vaz.

O relatório final deverá ser apresentado no prazo de 90 dias, contados a partir de 3 de setembro de 2012, para aprovação do secretário executivo e apreciação do ministro Mendes Ribeiro Filho.

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Mônica Bidese
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Fonte: Web Ministério da Agricultura – MAPA-.

Especialistas ajudam produtores da Indonésia a reviver produção de café

Há décadas, a Indonésia está entre os cinco maiores produtores de café do mundo. Entretanto, devido à qualidade inconsistente do café do país, especialistas de Bali, uma das ilhas da Indonésia, estão em uma missão para educar os cafeicultores locais da ilha para reviver seu antigo legado de produção de café de alta qualidade. “O café é a segunda maior commodity mundial do mundo depois do petróleo. Nosso café é definitivamente capaz de competir no mundo todo devido à sua riqueza de sabor e por ser cultivado em solo vulcânico do Anel de Fogo da Indonésia”, disse um ex-consultor de uma companhia multinacional que se tornou produtor rural há 15 anos, Rai Bangsawan.

A Indonésia tem uma história de produção de café desde que as sementes de café arábica do Iêmen foram compradas por colonialistas holandeses em 1696. Em 1711, o café cultivado em Java começou a ser exportado à Europa pela Dutch East-Indies Company, mais conhecida como VOC. Desde então, a Indonésia tem estado entre os cinco maiores exportadores de café do mundo. “Entretanto, nesse ano, a Indonésia declinou para o número 4, à medida que o Vietnã, que de fato não tem nenhuma história de café, repentinamente surgiu como número 3, logo abaixo dos maiores produtores da América Latina”.

Devido ao aumento das temperaturas como resultado da mudança climática, Bangsawan disse que, atualmente, o mundo tem obtido mais café do Sudeste da Ásia. “A Indonésia tem uma grande oportunidade para aproveitar essa demanda massiva. Entretanto, os produtores locais precisam ser ensinados sobre as formas certas de produzir café de qualidade premium, do solo até que o café finalmente chegue à xicara”.

Após 15 anos no negócio de café, Bangsawan disse que atualmente está envolvido em educar os cafeicultores de Bali nos vilarejos de Tamblingan, Pupuan, Kintamani e Pengotan para melhorar suas habilidades na colheita e processamento do café. Como sobraram poucos cafeicultores em Tamblingan, ele destacou a urgência de reviver o cultivo de café “quase esquecido” nessa região.

“Estamos treinando nossos produtores nos vilarejos para produzir um café melhor, metade para ser vendido cru, o restante para ser vendido como café prêmio em pó”, disse ele. Os produtores podem ter preços cerca de 300% maiores quando forem capazes de vender café processado ao invés de grãos crus.

Citando Tamblingan e Pupuan como entre os melhores locais para cultivo de café, uma vez que estão a 1.200-1.300 metros acima do nível do mar, ele disse que nos últimos dois anos, vem exportando café cultivado nessas regiões para Nova Zelândia, Austrália, Alemanha e até mesmo África do Sul. “Somos capazes de suprir somente 40% da demanda real. Queremos lutar contra grandes investimentos corporativos e mostrar que o café orgânico de alta qualidade pode ser obtido de forma saudável e a preços razoáveis”, disse ele, adicionando que parte do treinamento dos produtores é ensiná-los sobre a importância de podar os cafezais, o momento perfeito do cultivo quando os grãos de café ficam vermelhos, bem como a fermentação e os procedimentos de torra”.

Atualmente, a produção e a distribuição de café de Bali é dominada por três gerações de marcas antigas da Butterfly Globe, pertencente à PT Putra Bhineka Perkasa, companhia estabelecida em 1935. O café arábica plantado em Kintamani, Bangi, se tornou o primeiro produto da Indonésia a ter uma rotulagem de indicação geográfica que certifica o produto que tem certas qualidades, por causa de sua origem geográfica.

“Entretanto, os grãos de café são em sua maioria comercializados crus. Temos o objetivo de aumentar a conscientização dos produtores locais e fornecer a eles a capacidade de construir treinamento, de forma que eles realmente entendam o potencial de seu café se tornar um café de qualidade premium mundialmente quando processado corretamente. A melhor qualidade baterá a competição no mercado mundial de café”, disse o fundador do I Made Suarnatha, da Wisnu Foundation, Kiadan Pelaga. 

A reportagem é do http://www.thejakartapost.com, traduzida e adaptada pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Web CaféPoint

Setor de cafeterias cresce no Brasil

diHITT – DIVERSOS – 17/08/2012 – 20:07:57

Devido à falta de tempo, alimentar-se fora de casa já virou um hábito para a maioria dos brasileiros. O costume está se estendendo até para o tradicional cafezinho, consumido por cerca de 97% da população brasileira. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), o consumo da bebida fora de casa aumentou 307% nos últimos 8 anos. Consequentemente, o negócio de cafeterias tem crescido bastante em todo o país, mostrando-se bastante rentável.
Fonte: Portal ABIC -Associação Brasileira do Café-.

Meta ambiciosa para o café conilon capixaba

Espírito Santo pretende aumentar para 30% da safra a produção de café conilon especial

A Secretaria de agricultura do Espírito Santo, maior produtor nacional de café robusta, também conhecido como conilon, tem uma meta ousada a perseguir. O plano é que em seis anos 30% da produção do grão desta espécie seja de cereja descascado, um sistema meio-termo entre os cafés naturais e lavados, que proporciona qualidade aos grãos.

Hoje, apenas um percentual pequeno da safra é de cereja descascado – em torno de 15 mil sacas de 40 produtores, em um universo de cerca de 40 mil propriedades rurais dedicadas à cafeicultura no Estado. A produção estadual de conilon deve bater um novo recorde no atual ciclo (2012/13), com mais de 99% da colheita concluída. Último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta para 9,4 milhões de sacas, ante 8,49 milhões da temporada passada. Mas a secretaria acredita que a produção chegará a entre 9,7 milhões e 9,8 milhões de sacas.


O conilon cereja descascado, também classificado como “especial”, consegue prêmios por ter qualidade superior. O café comum dessa espécie é comercializado atualmente por cerca de R$ 270 a saca e o descascado vale 40,7 % mais, ou R$ 380. O investimento com equipamentos é maior, mas com o tempo a tendência é o custo diminuir. Na avaliação de Enio Bergoli, secretário de Agricultura do Estado, pode ficar até menor que o do produto tradicional.

Os primeiros embarques de conilon cereja descascado ocorreram em maio deste ano, para a Rússia.

A preocupação com a qualidade do café robusta é vista também na pesquisa. Entre 2013 e 2014 devem ser lançados os primeiros clones de conilon com características de aroma e sabor, mais comuns aos grãos arábicas.

A demanda por café conilon vem crescendo nos últimos anos, principalmente para a composição de blends do produto industrializado. Estimativas apontam que o conilon represente hoje 45% do consumo total de café no Brasil ante 20% há 20 anos.

A melhor qualidade do produto brasileiro também já vem sendo reconhecida pelo mercado internacional, com a participação em rodadas de negócios e feiras do setor. Recentemente, durante uma rodada de degustadores de torrefadoras de cafés especiais na Coreia do Sul, todas as amostras brasileiras (dez de quatro municípios capixabas) foram aprovadas, o que deverá render futuros negócios, embora o volume produzido seja ainda pequeno.

O reconhecimento da qualidade do produto deve animar os produtores a investir em qualidade, segundo Bergoli. O maior gargalo no momento é criar volume, na percepção de Arthur Fiorott, diretor de marketing da empresa Conilon Brasil. “Falta os produtores acreditarem, o mercado está se abrindo ao produto, mas acredito que os produtores vão perceber isso e vão ganhar dinheiro”, afirma.

Fiorott considera que a demanda pelo conilon cereja descascado aumenta em países emergentes como Coreia do Sul, Índia e Rússia, principalmente para inclusão em blends para café espresso. Uma ideia ainda embrionária é fazer uma campanha de marketing do conilon especial durante a Copa do Mundo e Olimpíada no Brasil.

Valor Econômico – 16/08/2012 – Agronegócios – Página B13

Fonte: Web Centro do Comércio de Café de Vitória – CCCV-.

Como montar uma loja virtual em 7 passos

EXAME – Home / PME / Dicas de especialista – Negócios Digitais | 16/08/2012 16:15

Escolher bem o segmento de atuação é importante para oferecer os produtos certos
Priscila Zuini
Respondido por Fernando de La Riva*, especialista em negócios digitais
Muitos comerciantes que já estão consolidados com lojas físicas estão procurando a internet para incrementar as vendas. Mas, vender pela internet exige planejamento e alguns cuidados. Veja sete passos para ter sucesso com sua marca em uma loja virtual.
1. Escolha o segmento de produtos
Você tem uma loja física e quer montar um comércio eletrônico? Então faça uma seleção dos produtos que pretende vender virtualmente e monte seu catálogo online. Estude quais são as informações técnicas (como tamanho, peso e cor, por exemplo) que você deve oferecer na página e produza as fotos. Se o seu negócio é todo virtual, você tem um passo anterior: escolher o ramo que vai atuar e monte uma estratégia para compras.
2. Analise os canais
Estamos falando de venda web, mas você pode também trabalhar o telefone (ativo ou receptivo), mobile e vendas diretas. Em todos eles você deve testar a viabilidade com testes reais, porém pequenos, como alugar plataformas VoIP e de mobile commerce ou canais sociais, dependendo do que for mais interessante para o seu negócio.
3. Decida qual plataforma usar
O mercado já está muito maduro, com participantes SaaS (Software como Serviço) que alugam plataformas, como Locaweb, e ferramentas open source como Spree, além de softwares licenciados, como Hybris.
4. Defina o meio de pagamento
Aqui você provavelmente vai precisar de um gateway ou um intermediador de pagamento. As ofertas são muitas e como exemplos podemos citar PagSeguro, CompreBem, Akatus e BrasPag.
5. Estabeleça processos de logística, armazenagem e expedição
Crie uma área na sua empresa e comece a tratá-la como seu centro de distribuição. A maioria das plataformas de comércio eletrônico tem algum suporte para controlar o processo de montagem da entrega e embalagem do produto e você faz um processo normal de emissão de nota fiscal. Além de escolher a empresa (entre as quais os Correios) para entregar seus pedidos, você tem que pensar na logística reversa, para casos de troca e devolução.
6. Divulgue e atraia tráfego
Você precisa pensar em um plano de marketing para sua página. O foco pode ser geração de conteúdo ou engajamento em redes sociais. De resto, a atração de tráfego é paga. Isso não quer dizer que você deva pular a etapa de otimização de buscadores (SEO), mas você vai entrar na guerra do “custo por clique”. Você pode anunciar em sites como Google, LinkedIn e Facebook, entre outros. Existem ainda redes de afiliados e envio de e-mails para ajudar nesta questão.
7. Defina o pós venda
Você vai ter que lidar com troca e devolução, além de atendimento em mídias sociais. Procure alguma plataforma SaaS de atendimento e lembre-se de empresas como a Zappos que inovaram mais na forma de pós venda do que de venda efetiva.
* Fernando de La Riva é diretor-executivo da Concrete Solutions, consultoria global de TI, e ajudou a desenvolver mais de 17 startups de tecnologia.
Fonte: Portal ABIC -Associação Brasileira do Café-.

Café representa 6,7 % nas exportações do setor de janeiro a julho de 2012

O café representou 6,7 % de todas as exportações do agronegócio brasileiro no primeiro semestre de 2012. O produto apresentou queda de 20% de janeiro a julho deste ano, com faturamento de US$ 3,6 bilhões na comparação com o mesmo período em 2011, quando faturou US$ 4,5 bilhões. 

O resultado faz parte do Informe Estatístico do Café publicado mensalmente pelo Departamento do Café, da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O volume embarcado de janeiro a julho de 2012 teve redução de 19,5%, com 14,9 milhões de sacas de 60 quilos, ante 18,4 milhões de sacas no mesmo período em 2011 A receita cambial do café verde, que representa 6% do total das exportações, também teve uma diminuição de 22%.

O principal comprador de café verde brasileiro continua sendo a Alemanha, que, apesar de ser o principal destino das exportações da produção nacional, apresentou queda de janeiro a julho de 2012 de 28%. O segundo principal importador são os Estados Unidos que teve um recuo de 33,3% nas compras do grão. O volume embarcado aumentou apenas para o Reino Unido (42%).

De acordo com o relatório mensal, o consumo brasileiro de café em 2012 é estimado em 20,4 milhões de sacas, com aumento de 3,5% contra 2011 (19,7 milhões de sacas). Os estoques do Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) estão em 14 mil sacas.

As informações são do Mapa, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Web CaféPoint