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Exportações brasileiras trazem dúvidas sobre estoques e pressionam café, dizem especialistas

Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicato Patronal do Café (exceto varejista) e Armazéns Gerais ES.

Na semana entre 6 e 10 de abril, cotação do arábica perdeu mais de US$ 0,10 na Bolsa de Nova York, apesar da desvalorização do dólar no período

POR RAPHAEL SALOMÃO

O preço do café arábica na Bolsa de Nova York teve uma semana de queda. Entre os dias 6 e 10 de abril, a cotação caiu mais de US$ 0,10 nos principais vencimentos, depois de ter fechado em alta na segunda-feira (6/10). O contrato de maio de 2015 baixou de US$ 1,4690 para US$ 1,3515 por libra-peso. Julho de 2015 caiu de US$ 1,4880 para US$ 1,3785. Isso mesmo com a desvalorização do dólar ocorrida no período.

“Além dos rumores infundados sobre o tamanho da próxima colheita nacional, o fato das exportações brasileiras permanecerem em níveis elevados também pressiona os preços do arábica”, comenta o Conselho Nacional do Café, em seu balanço semanal sobre o setor.

Na avaliação da Archer Consulting, a alta ocorrida na segunda –feira (6/10) foi uma euforia que durou pouco, seguida por um forte movimento de liquidação de posições. Em boletim semanal, os analistas da consultoria observam que o interesse de venda está maior com a cotação abaixo de US$ 1,50 por libra-peso, “talvez pela proximidade da colheita da safra brasileira” .

“Para o deleite dos baixistas as exportações do Brasil em março registraram um novo recorde para o mês e no acumulado do atual ciclo (julho a março), se situando inclusive acima das exportações da safra 10/11 quando então o Brasil colheu a maior safra de sua história”, comentaram.

Diante da situação, o peso da divulgação de safra feita dos Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia 9 foi praticamente nulo, conforme a Archer Consulting. De acordo com o instituto, só de café arábica, a colheita deve ser de 31,34 milhões de sacas, uma queda de 1,9% em relação à colheita do ano passado.

“Os embarques volumosos da principal origem deixam um ponto de interrogação naqueles que acreditavam em um estoque de passagem baixo ou uma produção da safra 14/15 menor”, diz a consultoria.

Para o Escritório Carvalhaes, de Santos (SP), o atual ritmo das exportações provoca uma preocupação com os estoques de café brasileiro . Mas a corretora avalia que a tendência é a safra atual terminar com “poucos lotes” nos armazéns. Também em boletim semanal, Carvalhaes lembra que ainda há três meses da safra 2014/2015 a serem cumpridos.

“Mesmo que os embarques dos próximos três meses caiam para uma média mensal de 2,5 milhões, serão 7,5 milhões de sacas a menos que, somadas ao consumo interno brasileiro no mesmo período, aproximadamente 5 milhões de sacas, totalizarão nesses três meses um “desaparecimento” de mais 12,5 milhões de sacas”, avalia a empresa.

Em entrevista na edição de abril da revista Globo Rural, o sócio-consultor da MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros, destaca que “existe forte desconfiança do mercado quanto a real tamanho da safra brasileira”. Na avaliação dele, se a colheita brasileira deste ano ficar em torno dos 45 milhões de sacas, os estoques tendem a cair. As exportações é serão a referência para o posicionamento do mercado.

“As exportações brasileiras têm vindo muito altas. Acho que o mercado pode voltar a reagir se as exportações caírem para 2 milhões de sacas, pois é sinal de que não tem café”, diz ele.

Estimativa para algodão, arroz e café são afetadas pelo clima, diz IBGE

POR ESTADÃO CONTEÚDO
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicato Patronal do Café (exceto varejista) e Armazéns Gerais ES.

Para levantamento realizado pelo instituto, redução foi provocada pelo alto número de problemas climáticos

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Problemas climáticos provocaram redução nas estimativas de colheita de algodão, arroz e café na passagem de fevereiro para março, segundo o Levantamento Sistemático de Produção Agrícola (LSPA) divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira, (10/4).

No caso do algodão e do café, o obstáculo é a estiagem, enquanto os produtores de arroz enfrentaram atrasos por causa do excesso de chuvas na Região Sul. O plantio do algodão foi concluído em março, mas o calendário atrasado deve fazer com que a produtividade seja menor este ano. “Os produtores estão bem atrasados na janela de plantio, então não se sabe se haverá chuva suficiente para que a planta se desenvolva. Por isso, a expectativa de rendimento se reduziu um pouquinho”, explicou o gerente da Coordenação de Agropecuária do IBGE, Mauro Andreazzi.

Algodão

Neste ano, a produção de algodão deve somar 3,839 milhões de toneladas, 10,5% menos do que em 2014. Só na passagem de fevereiro para março a projeção caiu 3,0%. Em Goiás, terceiro maior produtor do País, o impacto da estiagem foi duro: a produção deve cair 48,0% em relação ao ano passado. Além disso, o algodão vinha enfrentando um período de menor atratividade, em função do preço baixo. Agora, com a recente elevação do dólar, o algodão brasileiro se torna mais competitivo, e o momento é bom para fechar contratos, frisou Andreazzi. “A tendência para o ano que vem é que a safra seja melhor”, disse.

Café

No caso do café, além de 2015 ser um ano de baixa produção, o grão ainda sofre as consequências da estiagem severa do ano passado. “Muitas lavouras ficaram comprometidas em decorrência de seu baixo desenvolvimento vegetativo e floração deficiente”, afirmou o IBGE. Outro ponto é que os preços pouco atrativos também têm levado a uma redução intensa de área plantada. “Muitos produtores não conseguiram se manter nessa atividade por causa dos custos”, explicou Andreazzi.

Embora a cotação tenha ganhado força nos últimos meses, o resultado para este ano deve ser de queda. A estimativa de produção do café arábica fechou março em 1,880 milhão de tonelada, 0,6% menor do que o projetado em fevereiro e 1,9% abaixo do colhido em 2014. Quanto ao arroz, o problema foi o contrário: o excesso de chuvas. No Rio Grande do Sul, que detém 68,5% da produção, a umidade elevada atrasou o plantio, já que a terra estava com grande acúmulo de água. “Isso afetou o rendimento. Além disso, o arroz precisa de luz para se desenvolver. A falta de luz pelo tempo encoberto também afeta”, disse o gerente do IBGE.

No Rio Grande do Sul, a estimativa ficou 1,6% menor de um mês para o outro, e o rendimento caiu 1,7%, para 7.483 kg/hectare. Em termos nacionais, a projeção de março ficou 1,7% menor do que em fevereiro, totalizando 12,261 milhões de toneladas. Ainda assim, a produção supera a de 2014 em 0,9%, segundo o instituto. As intenções de plantio de trigo seguem aumentando. Em março, a produção estimada foi de 7,712 milhões de toneladas, 2,6% acima do previsto em fevereiro.

Safra recorde

Se confirmado, o montante será 24,9% maior do que em 2014. “Se chegar a esses 7,7 milhões de toneladas, será uma nova safra recorde. Mas ainda não atende o consumo interno, que é de 12,2 milhões de toneladas”, afirmou o gerente da Coordenação de Agropecuária do IBGE, Mauro Andreazzi. Apesar da estimativa otimista, Andreazzi ressaltou que o trigo ainda não está sendo plantado, o que torna o dado apenas uma projeção. “Ainda teremos muitas estimativas pela frente, isso pode se concretizar ou não”, ponderou. Em termos absolutos, o Paraná deve se firmar como o maior produtor, com 4,045 milhões de toneladas, alta de 8,7% em relação a 2014.

A quantidade produzida também é 4,5% maior do que o previsto em fevereiro, a despeito da revisão para baixo da área de plantio na passagem do mês, para 1,350 milhão de hectare (-0,5%). Mas será o Rio Grande do Sul que puxará a recuperação neste ano. Depois de ficar pouco acima de 1,5 milhão de tonelada no ano passado, a produção de trigo em solo gaúcho deve se aproximar de 3,0 milhões de toneladas, alta de 73,4% em 2015. “O aumento é intenso porque, no ano passado, a safra de trigo quebrou forte no Rio Grande do Sul”, explicou Andreazzi.

Conab volta a estimar safra acima de 200 milhões de toneladas

POR RAPHAEL SALOMÃO
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicato Patronal do Café (exceto varejista) e Armazéns Gerais ES.

Governo revisou para cima projeção para a produção de grãos no ciclo 2014/2015
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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou para cima sua projeção para a safra de grãos do Brasil na temporada 2014/2015. No sétimo levantamento para este ciclo, divulgado nesta sexta-feira (10/4), a Conab estimou a produção de 200,68 milhões de toneladas. No levantamento divulgado em março, a estimativa era de 198,53 milhões. O número atualizado indica uma produção 3,6% maior em relação à safra 2013/2014 (193,5 milhões de toneladas).
A expectativa para a produção de soja foi revisada de 93,25 milhões para 94,28 milhões de toneladas. “As variedades de ciclo médio e tardio foram beneficiadas, uma vez que receberam mais chuvas na fase reprodutiva da planta quando se faz a comparação com as de ciclo precoce prejudicadas que foram pela escassez das chuvas. Este fato ajuda a explicar as variações de rendimento ocorridas entre os ciclos da oleaginosa”, diz o relatório. Deve haver um aumento de 9,5% em relação à temporada 2013/2014, com produtividade média de 2,99 toneladas por hectare.
Já a projeção para o milho é de uma queda de 1,3% somadas safra de verão e segunda safra. A estimativa passou de 78,20 para 78,98 milhões de toneladas. Na temporada 2013/2014, foram 80,05 milhões, conforme a Conab. O milho verão deve ter volume 4,3% menor que a temporada passada, apesar da estimativa aumentar de 29,72 milhões para 30,29 milhões de toneladas. A segunda safra foi revisada de 48,48 milhões para 48,68 milhões de toneladas, alta de 0,6% em relação ao mesmo período do ciclo 2013/2014.
Ainda de acordo com a Conab, a produção de arroz foi revisada para cima em mais de 200 mil toneladas (de 12,15 milhões para 12,39 milhões). Assim, de uma situação próxima da estabilidade estimado no relatório de março, a instituição passa a esperar um crescimento de 2,3% em relação à safra 2013/2014.
A safra de feijão deve totalizar 3,39 milhões de toneladas, uma redução de 1,6% considerando os três ciclos produtivos anuais. No primeiro ciclo, deve haver queda de 4,9% (1,19 milhão de toneladas). No segundo, a expectativa é de baixa de 1% (1,31 milhão de toneladas) e no terceiro, alta de 2,5% (884 mil toneladas).
A produção de algodão em caroço deve queda 12,9% em relação à safra 2013/2014, com leve revisão para baixo na estimativa da Conab. O número passou de 2,328 milhões para 2,325 milhões de toneladas. No algodão em pluma, a redução deve ser de 13%. A estimativa de produção caiu de 1,51 milhão para 1,5 milhão de toneladas.
Área
A projeção de área cultivada também foi revisada, de 57,03 milhões para 57,33 milhões de hectares, informa a Conab.
“A soja é que apresenta evolução, com um crescimento de 4,4%, passando de 30,17 para 31,50 milhões de hectares. A área destinada ao algodão deve diminuir, ficando em 976,9 mil hectares – 12,9% inferior à safra 2013/2014. O motivo é a redução do consumo e dos preços praticados e o excesso dos estoques interno e externo. O levantamento também faz estimativas para as culturas de segunda safra, com uma expectativa de redução de 2% na área de milho, passando de 9,21 para 9,02 milhões de hectares.”, destaca o relatório.

Brasil fica em 42º em ranking de progresso social

Da AGÊNCIA BRASIL
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicato Patronal do Café (exceto varejista) e Armazéns Gerais ES.

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O Brasil ficou na 42ª posição, em uma lista com 133 países, no Índice de Progresso Social de 2015, elaborado pela fundação norte-americana Social Progress Imperative (SPI).

O índice leva em conta três grandes áreas: necessidades humanas básicas, fundamentos de bem-estar e oportunidades. Em uma escala de 0 a 100 em cada área, o Brasil ficou com média 70,89, sendo o mais bem colocado do BRICS, grupo econômico formado  ainda por Rússia (71ª), Índia (101ª), China (92ª) e África do Sul (63ª).

Na América do Sul, o país ficou atrás do Uruguai (24ª), do Chile (26ª) e da Argentina (38ª). O Brasil subiu quatro posições em relação ao ano passado, quando ficou na 46ª colocação.

A Noruega ocupa a primeira posição, com 88,36 pontos, seguida por Suécia e Suíça. A República Centro-Africana está na última posição, com 31,42 pontos, acompanhada der perto por Chade e Afeganistão.

“Na dimensão de necessidades humanas básicas, o Brasil tem desempenho melhor em nutrição e cuidados médicos básicos e tem mais oportunidade de melhorar no componente de segurança pessoal. Na dimensão de fundamentos de bem-estar, o Brasil tem pontuações mais altas no acesso ao conhecimento básico, mas fica para trás no componente de sustentabilidade dos ecossistemas.

Na dimensão oportunidade, o Brasil é mais forte em direitos individuais e tem o maior espaço para melhorar no acesso à educação superior”, informa a SPI em seu relatório.

Na categoria de fundamentos de bem-estar, o país teve 76,21 pontos de média, conseguindo nota 96,13 em acesso ao conhecimento básico e 61,49 em sustentabilidade dos ecossistemas.

Em necessidades básicas humanas, a média brasileira foi 71,14, alcançando 96,34 pontos no item nutrição e cuidados médicos básicos e 35,55 em segurança pessoal. Na dimensão de oportunidade, o país teve média de apenas 65,33 pontos, conseguindo 75,20 em direitos individuais e 48,05 em acesso à educação superior.

Começa fiscalização de grãos em 14 estados

Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicato Patronal do Café (exceto varejista) e Armazéns Gerais ES.


De hoje (6) até o dia 17 deste mês, 32 técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vão inspecionar os estoques governamentais de grãos nos estados do Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Bahia, Sergipe, Pará, Amapá, Amazonas, Rondônia, Rio de Janeiro, Acre, Paraíba e Distrito Federal. Eles vão verificar, em mais de 120 unidades armazenadoras credenciadas e da própria Companhia, quesitos como condições de armazenagem, conservação e quantidade de grãos.
Esta é a terceira etapa de fiscalização realizada este ano. As duas anteriores ocorreram nos estados do Centro-Sul, além de Bahia, Sergipe e Tocantins, com a inspeção de mais de 2 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o superintendente de Fiscalização, Francisco Farage, a intenção é analisar as condições de 285,5 mil toneladas de grãos como milho, trigo, café, feijão e arroz. Os produtos foram adquiridos pela Companhia por meio dos programas Aquisição do Governo Federal (AGF) e Contrato de Opção.
Estão programadas, até o fim do ano, outras sete inspeções. Nos casos de ocorrência de desvio, a Companhia comunica ao Ministério Público e à Polícia Federal. Confirmada a irregularidade, o armazém é descredenciado e fica impossibilitado de operar com a Companhia por dois anos, tendo ainda que restituir o estoque inicial em dinheiro ou em produto.
 
Mais informações para a imprensa:
Gerência de Imprensa
(61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ 2256
imprensa@conab.gov.br

Desenvolvimento rural sustentável é tema de evento em Venda Nova

Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicato Patronal do Café (exceto varejista) e Armazéns Gerais ES.
 
[logo434] O Campus Venda Nova do Imigrante do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) promove, nos dias 7 e 8 de abril, o 1º Encontro Para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Venda Nova do Imigrante. O objetivo do evento é discutir e incentivar a sustentabilidade no meio rural, propondo atitudes e ações a serem implementadas para a garantia de um ambiente equilibrado com a produção de alimentos de melhor qualidade. 

O evento abordará o novo modelo de agricultura, que pressupõe a sustentabilidade, o aumento da produtividade dos sistemas agrícolas, a produção de alimentos de boa qualidade e o maior retorno financeiro dos empreendimentos, combinados ao uso reduzido de insumos agrícolas, à baixa dependência tecnológica, ao uso sustentável dos recursos naturais, com o mínimo de impactos adversos ao meio ambiente.

No primeiro dia de evento acontecem o credenciamento e as inscrições para os minicursos, às 17 horas. Depois haverá uma abertura solene com a presença de autoridades da região. Às 19 horas, o pesquisador do Incaper, Jacimar Luiz de Souza, ministrará a palestra “Os Alimentos Orgânicos e a Sustentabilidade Ambiental e Humana”.

Às 20h15 tem início a mesa-redonda “Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural”, conduzida pelo representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Rafael Lima; e pela professora Deane Monteiro. O primeiro dia será encerrado com lançamento de livros sobre assuntos relacionados ao tema do evento.

No dia 8 de abril, o dia será cheio de atividades. Pela manhã, das 9 às 12 horas, acontecem diversos minicursos, e entre eles, um sobre Gastronomia Orgânica, que será ministrado pela economista doméstica do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Rita Zanúncio. À tarde, acontecerão palestras e também uma feira de produtos orgânicos, das 14 às 19 horas.

Paralelamente ao evento, o campus também sediará o 2º Encontro para Estruturação das Indicações Geográficas dos Cafés Das Montanhas do Espírito Santo, no dia 8 de abrill, entre 9 e 12 horas.

O evento também conta com o apoio do Incaper, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), da Prefeitura de Venda Nova do Imigrante, do Instituto Marcos Daniel, do Instituto Chão Vivo, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, e das empresas Imigrante Tratores e Óticas 3D.


Confira a programação completa:

7 de abril 
17h Credenciamento e inscrições em minicursos 

18h Abertura

19h Palestra de abertura “Os Alimentos Orgânicos e a Sustentabilidade Ambiental e Humana” Jacimar Luiz de Souza (Incaper)

19h45 Coffee Break 

20h15 Mesa-Redonda “Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural”
Rafael Lima (Ministério do Desenvolvimento Agrário)
Deane Monteiro V. Costa (Ifes)

21h Lançamento de Livros Manual de Horticultura Orgânica – Jacimar Luiz de Souza 
O Perfil da Organização Produtiva dos Cafeicultores das Microrregiões Serrana e Caparaó do Espírito Santo – Lucas Louzada Pereira e Alcimar das Chagas Ribeiro

08 de Abril 
8h30 às 12h30 2º Encontro para Estruturação das Indicações Geográficas dos Cafés das Montanhas do Espírito Santo 

9h às 12h 

Minicurso 1 – Agrossistemas Florestais João Batista Araújo(Incaper)

Minicurso 2 – Ecoturismo Vitor Libardi (Instituto Marcos Daniel) 

Minicurso 3 – Como produzir leite com alta qualidade microbiológica Adriano 
Conti Hupp (Ifes) Minicurso 4 – Custo de Produção da atividade agrícola Rogério 
Dela Costa (Ifes)

Minicurso 5 – Gastronomia orgânica Rita Zanúncio (Incaper) e Adrianna Meneguelli (Ifes) 

Minicurso 6 – Papel Semente Maria José Corrêa de Souza (Ifes)

14h às 19h Feira de Produtos Orgânicos 

15h: Palestra 
“Adubação e Manejo de Solos para a Agricultura Familiar” – João Batista Pavesi Simão (Ifes) 

16h Palestra “Produção Agroecológica” 
Fábio de Oliveira (Ufes) 

17h Palestra 
“Avanços e Desafios da Certificação Orgânica” 
Arildo Sebastião Silva (Instituto Chão Vivo)

18h Coffee Break 

18h30 Palestra 
“Campo-Cidade e outras formas de produção e comercialização” André Michelatto (Ufes) 

19h30 Momento do agricultor

20h Encerramento 


Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação do IFES – http://www.ifes.edu.br/

Marilândia-ES sediará palestra sobre Perspectivas no Mercado do Café Conilon

Por Assessoria de Comunicação Sindicato Patronal do Café (exceto varejista) e Armazéns Gerais ES.

A voz do café, Marcus Magalhães, será o palestrante que abordará sobre as perspectivas do Conilon para este ano, de 2015.

[imagem433] Perspectivas no mercado do café em 2015, com o foco em qualidade no café Conilon. Este será o tema abordado pelo renomado profissional, Marcus Magalhães, na palestra realizada no próximo dia 9 de abril, às 19 horas, na área de eventos da Comatec Agro, em Marilândia – ES.

O evento que receberá a Voz do Café, em Marilândia, é realizado pelo Sindicato Rural de Marilândia, tem o patrocínio do SICOOB – Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil- e Comatec Agro, com apoio do Café Classe A.

Sobre o Palestrante
Conhecido como a “voz do café”, Marcus Magalhães tem mais de 24 anos de atuação no mercado cafeeiro, como consultor e corretor. É Presidente do SCCES – Sindicato dos Corretores de Café do Estado do Espírito Santo- e Diretor Financeiro da Fecomércio ES – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Espírito Santo-. 

O consultor do mercado e formador de opinião, a #VozDoCafé, comenta o programa Mercado do Café – na rádio CBN Vitória-, Âncora do Programa “Dia a Dia no Campo com Marcus Magalhães” – na Gazeta AM- e comentarista no Blog Mercado do Café – da Gazeta Online-.

Contribuíram para esta notícia: Marcus Magalhães, Convite Evento: Palestra em Marilândia e informações em Blog do Café.

Coopeavi incorpora a Pronova e inicia um novo ciclo

Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicato Patronal do Café (exceto varejista) e Armazéns Gerais ES.

– A incorporação marca um novo ciclo da Coopeavi no mercado de cafés Arábica especiais

Santa Maria de Jetibá – A Coopeavi fechou as negociações para incorporar a Pronova. Depois de três meses de negociações e vários encontros, a Coopeavi (Cooperativa Agropecuária Centro Serrana) incorporou a Pronova (Cooperativa dos Cafeicultores das Montanhas do Espírito Santo) e em Assembleia Geral Extraordinária no último sábado (28/03), na cidade de Venda Nova do Imigrante, cooperados das duas cooperativas aprovaram a junção das mesmas.

Com a união, a Coopeavi inicia uma nova fase com um trabalho mais intenso voltado para os cafés da variedade arábica, principalmente no mercado de cafés especiais. A Pronova é reconhecida pela excelência na produção sustentável dos grãos por produtores da agricultura familiar.

Para o diretor Administrativo Comercial da Coopeavi, Argêo Uliana, que comandou todas as negociações, mesmo com o processo de incorporação fechado, a marca Pronova continuará ativa. “A Coopeavi pretende com esse negócio ampliar sua participação dentro do mercado dos cafés arábica especiais e a manutenção da marca Pronova, que já é reconhecida no meio, agrega para essa expansão.” explica Uliana.

“A região produz cafés especiais e é exatamente isso que o mercado, principalmente o exterior, procura.”, afirma Arno Portratz, presidente recém eleito da Coopeavi, sobre a importância da aquisição e a permanência do trabalho de sensibilização dos cafeicultores sobre a necessidade de produzir com qualidade e de forma sustentável.

Em uma incorporação, a incorporadora recebe todo o ativo e passivo da incorporada, ou seja, a Coopeavi assume todas as responsabilidades e patrimônios que eram da Pronova. “Com essa união trabalharemos no fortalecimento do agronegócio e do cooperativismo, agregando valor às pessoas, assim como nas comercializações com um volume maior de cafés. O cooperativismo tem que se unir e fortalecer para concorrer no mercado.”, destaca Uliana.

A Pronova conta com 180 produtores de café associados e os mesmos foram adicionados ao quadro de cooperados da Coopeavi, que atualmente possui aproximadamente 10 mil cooperados, sendo aproximadamente 70% cafeicultores.

Nova Diretoria Coopeavi
No dia 21 de março, os cooperados da Coopeavi elegeram a nova Diretoria Executiva e Conselhos para o exercício da gestão da cooperativa para os próximos quatro anos (2015-2019). Os dois sócios fundadores: Argêo Uliana, que foi presidente por vinte anos, e Arno Potratz continuam na administração da Coopeavi, como Diretor Administrativo Comercial e Presidente, respectivamente. E Denilson Potratz assume a vice-presidência.

Sobre a Coopeavi – A Coopeavi é uma cooperativa do segmento Agronegócio, com atuação no Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia. Fundada em 1964. Atualmente conta com mais de 9 mil cooperados, em sua maioria pequenos e médios produtores.

Mais Informações
Assessoria de Impresa Coopeavi
Domicio Faustino Souza
Tel. +5527 3263-4750
imprensa@coopeavi.coop.br

Leilão de café da Conab termina sem arremates

Publicação: POR REDAÇÃO GLOBO RURAL
Divulgação: Assessoria de Comunicação Sindicafé ES

[imagem432] Empresa ofereceu 2,4 mil toneladas de arábica das safras 2002/2003 e 2008/2009
Terminou sem arremates o leilão de venda de café, realizado nesta quarta-feira (25/3) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A Companhia colocou à venda 2,44 mil toneladas do produto da variedade arábica das safras 2002/2003, 2008/2009 e 2009/2010.
O volume total foi dividido em 114 lotes. O café está estocado em armazenas da própria Conab em Vitória (ES), Goiânia (GO) e nas cidades mineiras de Campos Altos, Juiz de Fora e São Sebastião do Paraíso.