Notícias

Cafeicultura em debate na GranExpoES

A cafeicultura capixaba, mais uma vez, será destaque durante a GranExpoES – 36ª Exposição Estadual Agropecuária. O tema será abordado de diferentes maneiras, tanto na teoria como na prática, e conta com a participação de diversos profissionais do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e parceiros.

Assessoria de Comunicação – Incaper
 
O pesquisador do Incaper e coordenador Estadual de Cafeicultura, Romário Gava Ferrão, e Marcos Molin, do Cetcaf, coordenam um fórum de debate sobre cafeicultura. Serão discutidos “estado da arte na colheita mecanizada de café conilon” e as “perspectivas do mercado de café com ênfase na infraestrutura portuária”. As palestras serão nesta quinta-feira (09), a partir das 10h no Auditório 3 do Centro de Eventos de Carapina. A expectativa é de que em torno de cem pessoas participem destes trabalhos.

Além das discussões teóricas, os participantes poderão colocar em prática os conhecimentos adquiridos, sob a coordenação de Romário Gava Ferrão e Aldemar Polonini Moreli, também do Incaper. Haverá demonstração e métodos de pós colheita e agregação de valor ao café. Serão quatro turmas com 20 participantes cada. Duas na quinta-feira (09) e outras duas na sexta-feira (10). As práticas serão feitas no terreiro de café do Centro de Eventos de Carapina.

Além disso, serão oferecidos minicursos de culinária no café, por meio de uma parceria entre a Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Serão duas turmas de 20 participantes, na quinta (09) e sexta-feira (10).

Assessoria de Comunicação – Incaper

Fonte: Web Conilon Brasil

Mapa discutirá uso adequado de agrotóxicos no Brasil

Tema será debatido durante a Agrosul 2012, evento que reúne engenheiros agrônomos da região Sul do país

Os agrotóxicos e o papel dos engenheiros agrônomos na produção de alimentos seguros e sustentabilidade ambiental serão debatidos durante o Encontro Sul Brasileiro de Engenheiros Agrônomos (Agrosul 2012), que acontece entre os dias 8 e 10 de agosto em Curitiba, no Paraná. O evento é preparatório para o Congresso Brasileiro de Agronomia de 2013.

Entre os temas a serem abordados, estão aspectos como a legislação vigente, o exercício profissional da agronomia e fiscalização e política profissional. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participa do encontro com representantes das secretarias de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) e de Defesa Agropecuária (SDA).

O palestrante da SDA será o fiscal federal agropecuário Julio Britto, que discutirá temas como o uso adequado de defensivos na agricultura brasileira e o controle de produção e exportação desses produtos no Brasil. Outra questão refere-se às dificuldades do registro de agroquímicos para pequenas culturas. “Isso gera problemas de falta de alternativas de produtos para controle de pragas ao setor”, explicou.

Saiba mais
Os herbicidas, inseticidas, fungicidas e outros agroquímicos têm registro exigido pelos ministérios da Agricultura, Meio Ambiente e Saúde e sua recomendação é prerrogativa dos profissionais habilitados. A forma que as recomendações para esses produtos são materializadas é regulamentada por legislação federal e estadual que atrela a comercialização e uso dos agrotóxicos ao receituário agronômico.
Somente em 2011, o Mapa realizou 1.202 inspeções em produtos e estabelecimentos que fabricam, formulam e manipulam agroquímicos ou que testam a sua eficácia agronômica. Para este ano, a meta é de 1.482 ações.

Serviço
Data: 8 a 10 de agosto
Horário: 14h
Local: Assembléia Legislativa do Estado do Paraná, Praça Nossa Senhora de Salete S/N, Centro Cívico – Curitiba, Paraná
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-3089/2203
Carlos Mota
carlos.mnascimento@agricultura.gov.br

Fonte: Web Ministério da Agricultura – MAPA.

RS deve cumprir meta de certificação de armazéns

O Rio Grande do Sul deverá cumprir a meta de ter suas unidades armazenadoras com pelo menos 15% de sua capacidade certificada até o dia 31 de dezembro. A superintendência regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a maioria das unidades já esteja com o percentual mínimo exigido.

“É com grande satisfação que nós registramos a informação acerca do cumprimento do percentual de 15% exigido pelo Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras para o exercício de 2012, pelos operadores da armazenagem no Estado do Rio Grande do Sul, que detém um grande número de estruturas voltadas a atividade no País”, comentou o coordenador de Serviços de Infraestrutura, Logística e Aviação Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Carlos Alberto Nunes Batista.

A adesão mostra o entendimento do setor quanto às vantagens da qualificação das estruturas, que agrega valor e visibilidade aos produtos submetidos ao processo. “Na medida em que o País amplia a sua participação no mercado internacional de alimentos, é de fundamental importância que os processos de guarda e conservação sejam cada vez mais aperfeiçoados, em um permanente processo de alinhamento do volume produzido à qualidade do manejo”, avalia Batista.

O coordenador disse ainda que por tratar-se de um empreendimento único, sem precedente em outros países, a certificação das unidades armazenadoras colocará o Brasil entre os melhores operadores da atividade no mundo, assegurando aos nossos produtos o reconhecimento do mercado interno e externo.
O Estado tem 4,8 mil armazéns e cada complexo pode ter mais de uma estrutura armazenadora. As empresas que não cumprirem a primeira etapa da certificação, até o final do ano, serão impedidas de estabelecer contratos para a guarda dos estoques públicos reguladores. Anualmente, de 2012 a 2016, o escalonamento é de 15% dos armazéns deverão ser cadastrados e, em 2017, os 25% restantes.

A certificação consiste no reconhecimento formal, concedido por um organismo acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), de que uma entidade tem competência técnica para realizar serviços específicos, com padrão mínimo de qualidade e atendimento aos requisitos técnicos estabelecidos no regulamento de avaliação da conformidade.
Hoje, três instituições de ensino superior estão credenciadas pelo Mapa para promover a capacitação dos Auditores do Sistema, as universidades federais de Pelotas (UFPel), a de Viçosa (UFV) e a de Mato Grosso (UFMT). O superintendente regional da Conab, Glauto Melo, diz que os novos armazéns já são construídos dentro das normas. “Acredito que aqui no Estado, tanto armazéns do governo como particulares já estejam com os 15% certificados. As unidades têm até 2017 para certificar toda sua capacidade. A fiscalização fica por conta do Ministério da Agricultura”, afirma Melo.

Mais informações para a Imprensa:
Assessoria de Comunicação Social – Mapa
Inez De Podestà
(61) 3218 2203 / 2204
inez.podesta@agricultura.gov.br


Fonte: Web Ministério da Agricultura – MAPA.

Fezes de mamífero aromatizam o café mais caro do mundo

Portal Exame – São Paulo/SP – ESTILO DE VIDA 
FERNANDO MORAES / Veja São Paulo

Café: o café, de forte aroma e intenso sabor com pitadas de caramelo e baunilha, fez sucesso entre os paladares mais apurados

Ubud – Uma receita original que contém fezes de um pequeno mamífero, a civeta, alimentada com grãos de café, é usada na Indonésia para elaborar o Kopi Luwak, considerado o café mais caro do mundo.

A origem da produção do Kopi Luwak (café de civeta, em indonésio) é ainda um mistério, mas o processo, realizado principalmente nas ilhas de Sumatra, Java e Bali, se baseia em alimentar os animais com os frutos das plantas de café e depois recolhê-los das fezes do mamífero.

O resto da tarefa é feito pelos empregados das empresas produtoras, incluindo a limpeza do grão de café do tipo arábico ou robusta e em seguida os processos de tostá-los e moê-los.

“A civeta não chega a digerir todo o grão de café maduro, as enzimas de seu estômago o modificam e fornecem características que o tornam único”, explicou à Agência Efe Dwija Wati, trabalhadora de uma produtora de Kopi Luwak do norte de Bali.

O metabolismo do mamífero é capaz de aproveitar a polpa da baga, mas a semente não é digerida e então é devolvida, mais rica, à terra.

Wati acrescenta que a civeta tem “essa capacidade especial, por isso o processo não pode ser feito com outros animais”.

No entanto, o ritmo de produção é lento. Cada civeta é capaz de digerir por dia uma média de 25 grãos e essa é a razão principal pela qual o quilo de Kopi Luwak custa US$493 na Indonésia e o preço aumente fora do país.

“O resto dos custos são baixos porque encontramos as civetas na floresta, as trazemos para a plantação e as alimentamos com grãos de café e fruta, mas precisam de muito tempo para produzir cem gramas”, detalhou Wati.

Rodeados de terraços de arroz e templos hinduístas, mais de 25 cafezais do norte da ilha de Bali se dedicam a produzir Kopi Luwak, apesar disso “a produção total nacional não chega nem aos 1.500 kg”, disse a jovem especialista.

No passado, os produtores recolhiam os sedimentos das civetas na floresta, no entanto, há alguns anos a maioria conta com fazendas onde mantêm os animais enjaulados, uma medida que propiciou o sucesso deste tipo de café.

Para que os visitantes compreendam o difícil processo que há por trás de sua xícara de café, muitas fazendas como a de Wati permitem visitas às civetas, assim como alimentá-las com grãos para ver como escolhem as melhores. Os visitantes também têm a oportunidade de contemplar os sedimentos cheios de grãos de café e observar o processo de limpeza e de tosta.

“Deste modo, apreciam melhor nosso trabalho”, disse.

O café, de forte aroma e intenso sabor com pitadas de caramelo e baunilha, fez sucesso entre os paladares mais apurados dos países europeus, Japão e dos Estados Unidos, no entanto, na Indonésia não faz muito sucesso entre a maioria dos consumidores.

Embora o principal mercado continue sendo o local, quase todas as pequenas empresas que se dedicam a produzir este café procuram aumentar sua exportação, já que no país asiático uma xícara custa cerca de US$ 6, enquanto nas capitais de outros países do mundo seu preço oscila entre US$74 e US$123.

Gusti, um hoteleiro da cidade balinesa de Ubud, explicou à Efe que o café “é caro demais” para os salários indonésios, motivo pelo qual a imensa maioria das cafeterias do país não o oferecem a seus clientes, e que, além disso, o sabor é muito forte.

“Ao contrário dos estrangeiros, os indonésios preferem comer pimenta e beber doce. Eu prefiro tomar café mais normal, para mim é amargo demais”, argumentou.

No passado, os produtores recolhiam os sedimentos das civetas na floresta, no entanto, há alguns anos a maioria conta com fazendas onde mantêm os animais enjaulados, uma medida que propiciou o sucesso deste tipo de café.

Fonte: Web Associação Brasileira da Indústria do Café – ABIC.

Brasil e Chile reúnem-se para avançar em negociações comerciais

Internacional
Representantes do Brasil e do Chile se encontram nesta segunda-feira, 6 de agosto, com expectativa de avançar em negociações sanitárias e fitossanitárias. A reunião se estende até terça-feira, 7 de agosto, e será no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O objetivo do encontro bilateral é ampliar o intercâmbio comercial de produtos agrícolas e pecuários de interesse para os países. Participam o Secretário de Defesa Agropecuária (SDA) do Mapa, Ênio Antonio Marques Pereira, e o Diretor do Serviço Agrícola e Pecuário do Chile, Anibal Ariztia.

Serão tratados temas como o andamento das Análises de Risco de Pragas (ARP) para produtos de origem vegetal e o atual estágio dos processos. As partes também negociarão novos requisitos zoossanitários para exportação brasileira de suínos vivos e material genético suíno, bem como certificação sanitária para exportação brasileira de farinha de aves e de carne desidratada de origem bovina e avícola.

As ARP’s constituem etapa fundamental do processo e servem para avaliar o risco de propagação de pragas entre os dois países por meio da exportação de produtos de origem vegetal. Após a conclusão das ARP’s, são estabelecidos os requisitos fitossanitários que o país exportador deve cumprir para minimizar riscos.

Com relação aos requisitos zoossanitários, o Mapa busca harmonizar as exigências chilenas com as recomendações da Organização Mundial de Saúde Animal, organismo internacional de referência para esses assuntos.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-3089/2203
Carlos Mota
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: Web Ministério da Agricultura – MAPA.

Açúcar e café caem com crise na Europa e alta do dólar

O Estado de S.Paulo
Cenário: Filipe Domingues

Preocupações com a crise econômica na zona do euro pesaram ontem nos preços de commodities agrícolas. O pronunciamento do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, não sinalizou grandes medidas para conter os problemas financeiros e fortaleceu o sentimento de aversão ao risco nos mercados. Além disso, em momentos de economia frágil a demanda por matérias-primas tende a ser menor. Neste cenário, os preços do açúcar terminaram o dia em forte baixa, no menor nível desde 5 de julho. Os contratos do produto para entrega em outubro cederam 2,30%, para 22,04 centavos de dólar por libra-peso.

Segundo analistas, os fundamentos de oferta e demanda do açúcar também começam a favorecer um declínio das cotações. A safra do Brasil, maior fornecedor mundial, já começa a chegar ao mercado internacional, apesar de atrasos por causa do clima. O que ainda dá algum suporte aos preços é o baixo volume de chuvas na Índia, segundo maior produtor e principal consumidor da commodity. Investidores esperam novas estimativas do governo para ter uma ideia sobre o tamanho das perdas.

O preço do café para entrega em setembro recuou 1,69%. No contexto de crise, o dólar subiu, o que tende a dificultar as importações de compradores que usam outras moedas. Por outro lado, as condições dos cafezais do Brasil ainda sustentam os preços. Ainda se espera um safra recorde, com mais de 50 milhões de sacas, mas produtores começaram a colher com atraso e a chuva prejudicou a qualidade do café.

Fonte: Web Associação Brasileira da Indústria do Café – ABIC.

Café ajuda a aliviar efeitos da doença de Parkinson

O GLOBO, 2/08/12 – 15h18

Estudo canadense mostra que cafeína diminui tremores e recupera movimentos de pacientes
Cafeína é benéfico para pacientes com doença de Parkinson
ANA BRANCO / AGÊNCIA O GLOBO

O café pode deixar o indivíduo agitado, mas a cafeína parece ter um efeito oposto em pessoas com a doença da Parkinson: ela ajuda a aliviar os tremores e a recuperar os movimentos. No passado, a cafeína demonstrou reduzir o risco de Parkinson, mas seus efeitos nunca tinham sido testados em pessoas que já tinham a doença. O pesquisador Ronald Postuma, da Universidade McGill, de Montreal, no Canadá, acompanhou 61 pessoas com a doença e a dividiu em dois grupos. Um deles, recebeu comprimidos de cafeína durante seis semanas — o equivalente a três xícaras de café por dia —; o outro, recebeu um placebo pelo mesmo período.

Apenas o grupo com cafeína mostrou ter avanço significativo nos testes de problemas motores, com diminuição da intensidade dos tremores e aumento da mobilidade geral. Segundo a pesquisa, os problemas motores associados à doença são causados pela falta de dopamina devido à destruição das células de produção de dopamina no cérebro. Os receptores de adenosina geralmente inibem a produção de dopamina. Já a cafeína bloqueia os receptores de adenosina e age impulsionando a produção de dopamina. As drogas que têm como alvo os receptores de adenosina já estão em testes clínicos, mas a cafeína poderia garantir uma alternativa mais barata, afirma o estudo.

Fonte: Web Associação Brasileira da Indústria do Café – ABIC.