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Plano Nacional para produção orgânica está sendo delineado

As primeiras propostas para a criação do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica foram apresentadas em reunião da Câmara Temática do setor na tarde desta segunda-feira (17), em Brasília. O Decreto nº 7.794, publicado em 21 de agosto, estipulou prazo de 180 dias para que Governo elabore uma proposta para a composição deste plano, que visa articular e adequar políticas, programas e ações voltados para o desenvolvimento da agricultura sustentável.

O coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Rogério Dias, ressaltou que a presidenta Dilma Rousseff quer que essa política não seja apenas carta de intenções. Para ele, o desejo da presidente é que a sociedade possa acompanhar de fato o que vai ser executado pelo Governo, e que ações concretas sejam tomadas. De acordo com o coordenador, o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica terá definição de ações, metas e atores, com foco nas demandas apresentadas por consumidores e produtores. “A câmara temática está sendo um espaço para que os representantes da sociedade consigam se expressar e ver as suas ansiedades colocadas no Plano. A ideia é que a gente possa discutir essa rede inteira de produção”, enfatiza.

Foram levantadas questões, como a formação de profissionais especializados na produção sustentável, a ampliação das linhas de financiamentos para a produção orgânica e de pesquisas voltadas para a área. Rogério Dias acredita que o setor já vem trabalhando uma regulamentação com foco no fortalecimento da ligação entre produtor e consumidor. “O crescimento da população urbana às vezes afasta as pessoas do entendimento dos processos produtivos. Então, as discussões da política nacional não passam só por uma questão técnica, passam também por discussões básicas de desenvolvimento urbano e rural”, acredita.

O universo de produção orgânica está mais concentrado em pequenos produtores que comercializam em venda direta. Por isso, ainda não existe um levantamento preciso sobre o número de produtores e quantidade de alimentos comercializados, ainda que, de acordo com ele, é perceptível o aumento da produção orgânica. 

As informações são do Mapa, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Preparativos para a maior Feira Internacional de Café da América Latina

A 7ª edição do Espaço Café Brasil, considerada a maior feira internacional de café da América Latina, acontece de 04 a 06 e outubro no Expo Center Norte, em São Paulo e conta com a co-realização da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA). A Realizadora da feira – Café Editora – acredita que o evento irá triplicar o volume de negócios em relação à edição de 2011.

O Espaço Café Brasil funciona como uma plataforma de negócios e desenvolvimento do setor. O evento reúne toda a cadeia cafeeira, desde o produtor até o consumidor final. Este ano é realizado no período pós-colheita, facilitando aos compradores nacionais e internacionais, especialistas e consumidor a degustação dos melhores grãos da atual safra. Serão mais de 80 marcas expondo novos produtos, tecnologias e inovações para 8 mil pessoas esperadas. Também participam cooperativas, torrefadoras, exportadoras e cafeterias.

Em sua última edição, foram gerados R$ 5,5 milhões durante os três dias. Marcos Racy Haddad, Diretor Comercial da Café Editora – realizadora da feira -, acredita que a 7ª edição vai triplicar os números anteriores. “A expectativa é movimentar R$ 15 milhões. O objetivo é debater sobre mercado, empreendedorismo e tendências do café”, explica Haddad. As atividades propostas otimizam a vida do empresário e visam estimular a troca de experiências entre cafeicultores, torrefadores, classificadores, exportadores, empresários, baristas, proprietários de cafeterias e os amantes da bebida. 

A entrada é gratuita e o pré-credenciamento pode ser feito pelo site www.espacocafebrasil.com.br.

Serviço:

7º Espaço Café Brasil – Feira Internacional de Café
Local: Pavilhão do Expo Center Norte – São Paulo (SP)
Data: 4 a 6 de outubro de 2012
Horário: Dias 4 e 5, das 12h às 21h | Dia 6, das 10h às 17h

As informações são da Denibloch Divulgação,adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Comércio de café do Brasil ganha ritmo no mercado europeu

Um bom volume de café arábica do Brasil foi negociado no mercado físico europeu na semana passada, com a forte alta dos futuros impulsionando as vendas de produtores, disseram operadores na última sexta-feira. “Eu acho que houve melhores ofertas de exportação do Brasil nesta semana, com o aumento nos futuros levando mais produtores a venderem, tanto no mercado spot quando para entregas futuras”, disse um trader. “Torrefadores também estavam mostrando bom interesse de compra.”

Os diferenciais de preço se aliviaram para compensar a alta dos futuros. Os grãos finos MTGB do Brasil, para entrega em outubro, foram cotados em cerca de 10 centavos abaixo do contrato dezembro em Nova York na sexta-feira, contra os 6 centavos abaixo do contrato na semana anterior.

Os grãos estavam 20 centavos abaixo do dezembro em NY, contra os 16 centavos abaixo na semana passada. As ofertas de vendas do Brasil foram restritas nas últimas semanas, e produtores não estavam satisfeitos com os futuros em baixa. Os embarques de café do Brasil em agosto registraram queda na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Na semana passada, os futuros do café arábica em Nova York registraram alta, suportados pela forte cobertura de especuladores vendidos e compras comerciais. Os preços atingiram máxima de sete semanas na sexta-feira, com as soft commodities influenciadas pelas medidas do Federal Reserve (Fed) para estimular a economia norte-americana. “Os diferenciais brasileiros recuaram com a alta dos futuros, mas estavam em uma faixa mais larga no final da semana”, disse outro trader. “Produtores brasileiros e cooperativas estavam evidentemente vendendo com a alta dos futuros.” A alta dos futuros também estimulou interesse de compras em algumas origens com diferenciais baixos, especialmente da África. 

Os diferenciais colombianos se firmaram levemente devido ao clima desfavorável em meio ao início da nova colheita. Torrefadores esperam uma boa safra, após diversas temporadas de desapontamentos, mesmo com notícias de problemas. Os grãos de café excelso, na Colômbia, para envios em setembro/dezembro estavam cotados a 11 centavos acima de Nova York, na sexta-feira, ante 10 centavos na semana passada. 

As colheitas na América Central também estão se aproximando. Segundo traders, algumas vendas foram observadas na Guatemala, mas os produtores em Honduras e na Costa Rica, de maneira geral, se mantiveram contidos.

No caso do robusta, os diferenciais no Vietnã, principal produtor, enfraqueceram-se levemente, com a nova safra do maior exportador dos grãos robustas emergindo em outubro. Os envios para setembro/outubro dos grãos tipo 2 da safra atual do Vietnã estavam 10 dólares baixo do contrato novembro do café robusta em Londres, ante 10 dólares acima na semana passada. Os grãos do Vietnã têm sido oferecidos para vendas com prêmios em Londres pelas últimas semanas.

“No geral, a nova safra do Vietnã está se desenvolvendo bem, sem preocupações importantes, e nós poderemos ver alguma pressão para vendas nas próximas semanas, com a safra a caminho. Os compradores estão esperançosos com prêmios ainda menores”, disse um trader.

A reportagem é de Michael Hogan, publicada na Reuters e adaptada pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Sebrae planeja ação para a indústria de café

Como enfrentar um mercado cada vez mais competitivo e dominado por grandes indústrias? Para encontrar respostas, o Sebrae e a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) estão fazendo um levantamento junto às micro e pequenas empresas (MPE) do setor para identificação dos gargalos enfrentados.

Das 416 empresas associadas à ABIC, 83% estão enquadradas como torrefadoras de pequeno porte, com faturamento médio mensal de R$ 191 mil e em sua maioria geridas pela família dos proprietários. Mesmo em menor número, as grandes companhias dominam 75% da venda de café no país. “Para enfrentar essa situação, as pequenas torrefadoras precisam adotar soluções de gestão, inovação tecnológica e estratégias de acesso a mercados. Oferecer esse apoio é o papel do Sebrae”, aponta o gerente de Agronegócios da instituição, Enio Queijada, que participou de uma reunião promovida pela ABIC em Salvador, com representantes da indústria de café do estado.

Queijada aponta ainda a necessidade de agregar valor ao produto das MPE do setor para enfrentar a concorrência das grandes. Por isso, os cafés especiais, chamados de cafés gourmets, aparecem como a principal alternativa para as pequenas indústrias que buscam melhorar sua participação na preferência dos consumidores. “Precisamos trabalhar o mercado local, a promoção visual das embalagens, a gestão financeira, de pessoal, enfim, todo o planejamento estratégico. Pensamos num banho de modernidade para o setor”, planeja Enio.

A afirmação do gerente do Sebrae tem referência nos preços alcançados pelo produto e confirma que a aposta na qualidade é um diferencial. Enquanto o quilo do café tradicional, que representa 80% da oferta, vale R$ 11,72, o café superior, com 5% de participação no mercado, é remunerado a R$ 18,90. Já o quilo dos cafés gourmet, que tem 12% do mercado, é remunerado a R$ 43,46 em média.

Os dados da ABIC indicam que entre 2002 e 2010 houve aumento da concentração das vendas nas mãos das 10 maiores indústrias de café do país. No início da década de 2000, essas empresas detinham 41,69% do mercado. Em 2010, o índice havia pulado para 75,2%.

As informações são da Agência Sebrae de Notícias, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Presidente de Uganda doa um milhão de mudas de café

O presidente de Uganda, Yoweri Museveni, prometeu fazer uma doação de um milhão de mudas de café para aumentar os esforços de produção do grão no distrito de Kalungu, na Sub-Região de Masaka. A promessa foi feita durante o lançamento da Campanha de Cultivo de Café, realizada na semana passada em Nunda Primary School, Sub-Região de Lwabenge, no distrito de Kalungu.

O presidente pediu para que as pessoas que tinham 4 acres de terra dedicassem um acre para o cultivo de café, bananas, frutas, capim elefante como parte da estratégia para aumentar a renda das famílias. Ele distribuiu parte das 10 mil mudas de café fornecidas pela Autoridade de Desenvolvimento de Café de Uganda aos produtores da região.

Antes, o presidente visitou a fazenda de café de Mr. Paulo Mutagwaba, no vilarejo Lukenke B na Sub-Região de Lwabenge, que demonstrou a lucratividade da empresa. Museveni doou uma moto para facilitar seus requerimentos de transporte.

Museveni também visitou a fazenda de Ms. Percy Nanyombi na mesma região e expressou sua ótima impressão sobre sua plantação de café. O porta-voz da Kalungu East, Vincent Ssempijja, prometeu uma doação de 500.000 mudas de café aos produtores da região, dizendo que Uganda tem a meta de produzir 10 milhões de sacas de 60 quilos de café por ano até 2015 com relação às atuais 3 milhões de sacas. 

A reportagem é do www.ugpulse.com, traduzida e adaptada pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Starbucks® inova ao lançar bebidas refrescantes elaboradas à base de extrato de café verde

A partir desta semana, todas as lojas Starbucks® no país receberão no cardápio uma nova categoria de bebidas preparadas chamadas Starbucks RefreshersTM. Os lançamentos são uma maneira inovadora e surpreendente para refrescar e revigorar os dias quentes. 

Preparados à base de extrato de café verde, fonte de cafeína, gelo, suco e frutas naturais nos sabores, frutas vermelhas ou limão, são uma ótima pedida para quem prefere bebidas sem o sabor do café torrado.

É uma nova maneira de tomar café: refrescante, surpreendente e com baixa caloria, rico em vitamina C e com toda a cafeína proveniente dos grãos. O extrato de café verde tem origem 100% arábica, e é obtido por meio de um processo exclusivo patenteado da Starbucks®, para tirar toda a cafeína natural dos grãos não torrados. O resultado é um mix de aroma e sabor totalmente novos, mais fresco, suave e leve, diferente do sabor característico do café. 

“Inovamos, mais uma vez, a forma de se tomar café. Como a categoria continua a evoluir, nossos clientes esperam mais e estamos empenhados em trazer produtos relevantes para o mercado”, explica Ricardo Carvalheira, diretor geral da Starbucks® Brasil. “Os Starbucks RefreshersTM são a solução perfeita para quem busca saciar a sede com uma bebida deliciosa consumindo poucas calorias”.

Por enquanto, apenas o Brasil está recebendo o Starbucks RefreshersTM na América do Sul. Além daqui, as bebidas também podem ser encontradas nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido / Irlanda, França, Alemanha, Suíça, Áustria, China, Japão, Coreia do Sul, Filipinas, Taiwan, Tailândia, Cingapura e Hong Kong.

As informações são da assessoria de imprensa da Starbucks, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Compras de fundos elevam preços do café em Nova York

A movimentação dos fundos no mercado de café fez os preços subirem ontem na Bolsa de Nova York. O contrato do produto com entrega em dezembro avançou 6,50%, fechando a 173,65 centavos de dólar por libra-peso. Na sexta-feira, os fundos de investimento detinham um grande saldo de posições vendidas – o maior desde 2007, segundo o banco Commerzbank.

Esses fundos, no entanto, resolveram desfazer-se dessas posições, o que elevou os preços do café. A alta disparou ordens automáticas de compra, fazendo as cotações subirem ainda mais. Além disso, o analista Márcio Bernardo, da corretora Newedge, lembra que grandes produtores mundiais, como o Brasil, estão administrando a oferta de café, o que dá suporte aos preços. 
Já o algodão fechou em queda de 0,86%, com incertezas sobre a continuação do programa de reservas do governo chinês. O açúcar registrou valorização de 0,26%, com previsão de redução da safra da Índia.

Na Bolsa de Chicago, os grãos terminaram o dia em baixa. Os investidores estão cautelosos porque o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará amanhã seu relatório mensal de oferta e demanda, que trará projeções para as safras e estoques do país e do mundo. O milho fechou em queda de 2,03%. As cotações do grão também foram pressionadas pelo enfraquecimento do mercado físico, pois a alta dos preços está fazendo com que os agricultores americanos vendam seu produto assim que a colheita é realizada. O trigo recuou 1,69% e a soja, 1,02%.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Projeção de safra recorde no Brasil faz preços do café caírem

Expectativas de produção recorde de café do Brasil no ciclo 2012/13, o que sinaliza para uma oferta global ampla, pressionaram os preços na Bolsa de Nova York. O contrato do grão para entrega em dezembro recuou 1,49%, fechando a 158,20 centavos de dólar por libra-peso. 

A estimativa para a safra brasileira foi elevada para 50,48 milhões de sacas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O número é recorde para o País, maior produtor mundial de café arábica.

Além disso, o volume das exportações brasileiras recuou 13,6% em agosto na comparação com o mesmo período de 2011, de acordo com relatório divulgado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé). Isso significa que o País está formando estoques, que devem ser oferecidos ao mercado futuramente. O peso dessa perspectiva de oferta é outro fator de pressão sobre os preços.

O açúcar demerara também recebeu pressão do avanço do ritmo da safra brasileira e fechou em queda de 0,74%, menor patamar em cerca de 25 meses. Com as previsões de formação de um El Niño fraco neste ano, a possibilidade de chuvas na primavera no Centro-Sul é menor. O tempo seco é importante para que a moagem da cana não seja interrompida novamente.

Na Bolsa de Chicago, o trigo fechou em alta de 2,77%. Investidores acreditam que a oferta de trigo da região do Mar Negro para exportação deve se esgotar em breve. Assim, os Estados Unidos se tornariam o principal fornecedor mundial. O milho subiu 0,98% e a soja caiu 0,03%.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Web Café Point

Preço médio do café arábica recua 7,3% em agosto, informa Cepea

O indicador de preço Cepea/Esalq do café arábica, tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, teve média de R$ 378,48 a saca de 60 quilos em agosto, segundo mês da safra 2012/13. O resultado representa queda de 7,3% em comparação com a média de R$ 408,06 a saca no mês anterior. 

Conforme os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o volume de café colhido aumentou ao longo de agosto, pressionando as cotações no mercado interno e externo. A colheita foi favorecida pelo clima mais seco desde o fim de julho.

O Cepea apurou que, no fim de agosto, aproximadamente 70% da safra no cerrado mineiro já tinha sido colhida. Segundo o Cepea, boa parte do volume restante é de cafés que deverão ser recolhidos do chão ao longo de setembro. As estimativas apontam que até 50% da safra pode ter a qualidade comprometida, sendo boa parte deste porcentual composto por cafés de varrição. 

Nas regiões da mogiana paulista e no sul de Minas Gerais, até o fim de agosto, perto de 70% a 80% da safra tinha sido colhida em ambas regiões. Essas lavouras também foram prejudicadas pelas chuvas. Na praça de Garça (SP), cerca de 70% dos grãos já tinha sido colhida até o fim de Agosto. Estima-se que uma boa parte do café também será de qualidade inferior. 

Na zona da mata mineira, os comentários são de que 85% da safra tinha sido colhida no fim do mês passado. A região também foi bastante prejudicada pelas chuvas e pela alta umidade. No noroeste do Paraná, as estimativas indicam que cerca de 90% dos grãos foi colhido até o fim do mês passado. 

As informações são da Agência Estado, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Web Café Point

Exportação brasileira de café caiu em agosto

As exportações brasileiras de café renderam US$ 517,7 milhões em agosto, uma redução de 35,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com informações do Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Foram embarcadas 2.522.535 sacas, uma queda de 13,6% na mesma comparação.

No acumulado de julho e agosto, os dois primeiros meses da safra 2012/2013, as vendas externas somaram US$ 951,2 milhões, uma diminuição de 28,6% sobre o mesmo período de 2011. Foram comercializadas 4.644.824 sacas, 6,8% abaixo do resultado de julho e agosto do ano passado.

O diretor geral do Cecafé, Guilherme Braga, disse, de acordo com comunicado da entidade, que as exportações de 2012 deverão ficar entre 28 milhões e 29 milhões de sacas, abaixo do previsto, que era de 33 milhões de sacas. Ele ressaltou que o produto demorou a chegar ao mercado no segundo semestre, por causa das chuvas, e não haviam estoques significativos ao fim da safra anterior.

Os Estados Unidos lideram as importações de café brasileiro este ano, seguidos da Alemanha, Itália, Japão e Bélgica.

As informações são da Anba, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point