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COMUNICADO: Sindicafé
Assunto: Autenticação dos Livros de Escrituração Contábil e Fiscal na Junta Comercial.
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Convenção Coletiva 2012/2013
Já está disponível em nosso site a Convenção 2012/2013, que pode ser acessada através do link http://www.sindicafe.com.br/arquivos/7UR8hConvencao_Coletiva_de_Trabalho_-_2012-2013.pdf.
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Entre as 24 cláusulas que estão dispostas no documento, alguns dos assuntos ressaltados são a correção salarial, o piso salarial e a cesta básica alimentar. Também disponível junto ao documento uma proposta referente ao plano de saúde.
O prazo de vigência da Convenção Coletiva de Trabalho é de 12 (doze) meses, iniciada em 1 de junho de 2012, com término em 31 de maio de 2013.
Fonte: Assessoria de Comunicação Sindicafé
Consórcio Pesquisa Café recebe apoio científico do Banco de Germoplasma de café do IAC
As pesquisas de melhoramento genético desenvolvidas pelo Consórcio Pesquisa Café têm nos Bancos de Germoplasma – BAGs de café sua principal fonte de matéria-prima. Os BAGs guardam e preservam uma extensa coleção de recursos genéticos utilizados nas pesquisas de melhoramento e na biotecnologia para obtenção de cultivares cada vez mais adaptadas e produtivas. O Instituto Agronômico de Campinas (IAC), instituição do Consórcio, mantém o maior e mais antigo Banco de Germoplasma de café do país, com 5.451 registros.
Pesquisa – Com essa diversidade, o BAG do Instituto Agronômico contribui para significativos resultados na pesquisa cafeeira há 80 anos. Entre pesquisas que contam com a participação do Consórcio, como o estudo para obtenção de cultivar resistente ao bicho-mineiro, desenvolvida pela Fundação Procafé, pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e pelo IAC, e a cultivar IAC 045125 de café naturalmente sem cafeína, protegida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em 2011, desenvolvida por pesquisa do IAC com parceria da Embrapa Café. A nova cultivar, ainda em pesquisa, foi obtida a partir de um gene conservado no BAG retirado de uma planta originária da Etiópia. O acesso foi introduzido no Banco do IAC vindo de um centro de pesquisa da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) na Costa Rica. As pesquisas de melhoramento envolvem um trabalho de décadas, que tem início com a seleção de genótipos feita entre os acessos do BAG.
O trabalho de caracterização morfológica, agronômica, química e molecular feito com os materiais genéticos mantidos nos Bancos de Germoplasma é contínuo. Esta etapa é importante para a definição e a seleção dos materiais mais resistentes, com melhor produtividade e demais características consideradas necessárias de acordo com cada pesquisa. Um trabalho de longo prazo, avançando de geração em geração de plantas resultantes dos cruzamentos, mas que permite chegar a resultados efetivos, com precisão quanta à cultivar de café desejada.
As duas cultivares mais utilizadas nas lavouras cafeeiras do Brasil, a Mundo Novo e a Catuaí, são resultados de pesquisas de melhoramento conduzidas pelo Instituto Agronômico a partir de seu Banco de Germoplasma. Elas são plantadas em cerca de 80% das lavouras de café atualmente.
Mundo Novo – Existem diferentes cultivares do grupo Mundo Novo, a primeira utilização desta espécie data das décadas de 1940 e 1950. As cultivares do grupo Mundo Novo têm porte alto, fruto maduro da cor vermelha, alto vigor e produtividade e bebida de boa qualidade.
Catuaí – A Catuaí possui dois grupos de cultivares: de frutos vermelhos e de frutos amarelos. Ambas geram uma planta de porte baixo, alto vigor e produtividade e boa qualidade da bebida.
Saiba mais sobre as cultivares acessando o Registro Nacional de Cultivares – RNC, do Mapa.
Conservação – Além da contribuição científica, fundamental para as pesquisas de melhoramento genético do café, o Banco de Germoplasma do IAC preserva centenas de espécies, conservadas diretamente no campo ou em vasos mantidos em ripado e casas de vegetação, em Campinas e Mococa (SP), para gerações e estudos futuros na cafeicultura.
O programa de melhoramento genético do IAC começou em 1933, quando foi introduzido o primeiro registro no BAG da instituição, conta Oliveiro Guerreiro Filho, curador do Banco de Germoplasma. “Quanto maior a diversidade genética mais eficaz é a seleção das melhores plantas e a posterior obtenção da cultivar desejada. O BAG é o primeiro passo para isso”, explica. Por isso mesmo a introdução de novos acessos deve ser permanente, com a troca e intercâmbio de registros com Bancos de instituições nacionais ou internacionais.
Mas é preciso preservar o material conquistado também. Nas negociações para troca de registros, todo cuidado com as variedades do maior BAG de café do Brasil é tomado, uma vez que “altos investimentos foram feitos durante 80 anos na implantação e manutenção do BAG, que é patrimônio da instituição e do País”, destaca.
Mais sobre o BAG – A coleção mantida pelo Centro de Café Alcides Carvalho do IAC é formada por cerca de trinta mil cafeeiros pertencentes as espécies Coffea arabica, C. canephora, C. congensis, C. eugenioides, C. liberica, C. racemosa, C. salvatrix, C. kapakata, C. stenophylla, C.millotii, C. sessiliflora, C. heterocalyx, C. humilis, C. anthonii Psilanthus ebracteolatus e P. travancorensis. Reúne grande diversidade de mutantes, formas botânicas, variedades exóticas e introduções oriundas dos centros de origem e de diversificação deC. arabica e C. canephora, principais espécies cultivadas.
As pesquisas do Consórcio Pesquisa Café, cuja gestão é feita pela Embrapa Café, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vinculada ao Mapa, contam com apoio do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé/Mapa). Como é o caso dos recursos que contribuem para manutenção do Banco de Germoplasma do IAC, que conta também com orçamento próprio.
As informações são do Embrapa Café, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Portal Café Point
UFLA realizará cursos de Classificação e Degustação de Cafés no final do ano
Com o objetivo de formar profissionais capazes de identificar as diferentes características do café, atender às exigências do mercado e criar novas oportunidades de negócios, a Universidade Federal de Lavras- UFLA anuncia a realização do curso de Classificação e Degustação de Cafés para duas turmas, utilizando-se de mecanismos práticos e teóricos da lavoura à xícara.
O curso, que conta com a coordenação da Professora Dra. Rosemary G. F. A. Pereira e do Professor Dr. Virgílio Anastácio da Silva, ocorrerá entre 21/11 e 24/11 (Turma 1) e entre 05/12 e 08/12 (Turma 2).
Público Alvo: Produtores, baristas, degustadores, profissionais de empresas de exportação/importação de café, profissionais ligados à área, estudantes, entre outros.
TURMA 1 – 21/11/2012 à 24/11/2012
Vagas: mínimo 8 e máximo 10.
TURMA 2 – 05/12/2012 à 08/12/2012
Vagas: mínimo 8 e máximo 10.
Duração: 32 horas – Das 08h00min às 12h00min e das 14h00min às 18h00min
Instrutores:
– Dra. Adjunta do Departamento de Ciência dos Alimentos/ UFLA. Rosemary G. F. A. Pereira
– Dr. Virgílio Anastácio da Silva/ Departamento de Agricultura/UFLA
– Bruno Ribeiro – Tecnólogo em Cafeicultura/Mestrando pelo Departamento de Ciências dos Alimentos/UFLA.
Informações/dúvidas: (35) 3829 1578/3829 1870
Instituição Promotora: Universidade Federal de Lavras/ Setor de Cafeicultura
As informações são da UFLA, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Portal Café Point
SP: programa do Governo promoverá condições para evitar êxodo rural
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O Banco do Brasil e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de São Paulo (Fetaesp) firmaram na última sexta-feira (28) parceria para a atuação do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), do governo federal.
O PNHR compõe o Minha Casa, Minha Vida, e tem o objetivo de reduzir o déficit habitacional rural, oferecendo condições para que os produtores rurais tenham moradias de acordo com suas necessidades, seja por meio de construção ou reformas, de forma a contribuir para a manutenção do homem do campo na atividade rural. O Banco do Brasil é o agente financiador, enquanto a Fetaesp fará o papel de entidade organizadora, levantando as demandas, encaminhando propostas e gerenciando a execução do programa até a entrega das moradias para os agricultores, além de realizar um trabalho social para contribuir ao desenvolvimento dos beneficiários.
A principal vantagem apontada pelos representantes do Banco do Brasil é o subsídio de 96% do total de custos de construção, deixando somente 4% de investimento aos agricultores. Braz Albertini, presidente da Fetaesp, disse durante o evento que o programa é uma reivindicação antiga do movimento sindical no campo. “Nós temos um êxodo rural forte, então é preciso oferecer condições para que o agricultor permaneça na atividade, e a habitação é uma delas”, pontua. O Gerente Executivo da Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil, Álvaro Tosetto, apontou que o PNHR vem para complementar as políticas públicas voltadas ao setor. “Ao longo do tempo os produtores foram conquistando condições adequadas de financiamento para melhorar seus fatores de produção e conseguir gerar resultados, manter sua família, gerar receita e ainda não tinham a oportunidade de financiar a sua habitação ou a reforma de sua casa”.
Após a solenidade de assinatura da parceria, os participantes acompanharam como será o funcionamento da aplicação do programa, que já tem no município de Apiaí um projeto piloto com a construção de nove unidades em execução.
Podem participar do PNHR produtores e trabalhadores rurais com renda bruta familiar de até R$ 60 mil. As principais condições para acesso aos agricultores são: não ser ou ter sido beneficiário de programas habitacionais; não ter financiamento imobiliário ativo; estar sem restrições junto ao Cadastro Informativo de créditos não quitados do setor público federal e Receita; não ser proprietário, cessionário ou promitente comprador de imóvel residencial urbano ou rural no atual local de domicílio ou onde pretenda fixá-lo, ressalvados os casos de reforma de moradia; não ser detentor de área superior a quatro módulos fiscais; e não ser assentado pelo Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA).
As informações são do Departamento de Comunicação Fetaesp, adaptadas pela Equipe AgriPoint.
Fonte: Portal Café Point
Produtor mineiro aumenta investimento nesta safra
Dados sobre a contratação de crédito agrícola entre julho e agosto de 2012 confirmam que os produtores mineiros têm a intenção de aumentar e/ou melhorar a qualidade da safra no período 2012/2013. De acordo com os números divulgados pelo Banco do Brasil e analisados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), os recursos totais contratados pelos agricultores do Estado, no período, alcançaram R$ 1,3 bilhão, cifra 11,5% superior à registrada nos dois primeiros meses da safra 2011/2012.
O crescimento entre julho e agosto, que marca o início da safra, foi registrado principalmente por causa da busca de crédito para o custeio. O assessor técnico da Seapa, Alceste Fernando Lima, explica que o valor tomado exclusivamente para o custeio agrícola em Minas Gerais no acumulado de julho/agosto deste ano foi da ordem de R$ 778,4 milhões. “Essa soma é 34,2% superior à registrada nos contratos de crédito de custeio assinados em Minas nos dois primeiros meses da safra passada, que atingiram R$ 580,2 milhões”.
Destinado ao financiamento de bens e insumos relacionados à agricultura, o crédito de custeio tem por finalidade cobrir despesas das lavouras temporárias – como arroz, milho e soja, entre outras – ou permanentes em produção, entre elas café e laranja. Os recursos atendem ao financiamento de mão-de-obra, preparo da terra, aquisição de sementes e adubos, bem como à manutenção das lavouras e realização da colheita.
Agricultura empresarial
Para o custeio das lavouras apenas na agricultura empresarial mineira, foram realizados contratos de R$ 700,9 milhões entre julho e agosto. Segundo Lima, houve uma variação positiva de 34,8% em relação a idêntico período de 2011. O valor obtido nos dois meses foi registrado por meio de 3,2 mil contratos, volume 8,9% superior ao anotado nos dois primeiros meses da safra passada.
“Os números indicam a expectativa de aumento da produção agrícola em Minas, levando alguns analistas a sinalizarem para produções recordes”, diz Lima.
Agricultura familiar
O levantamento mostra crescimento também na busca de crédito de custeio exclusivamente para a agricultura familiar mineira em julho e agosto. Foram contratados R$ 77,4 milhões, soma 28,2% superior à registrada em idêntico período do ano passado. Os produtores do segmento fizeram 5,7 mil contratos, volume 12,3% maior que o registrado pelos produtores do Estado nos dois primeiros meses da safra de 2011/2012.
De acordo com o superintendente de Agricultura Familiar da Seapa, José Antônio Ribeiro, está aumentando entre os agricultores a confiança em buscar financiamento para fortalecer a atividade, principalmente porque existe a possibilidade de expandir a colocação dos produtos do segmento no mercado.
“Uma das alternativas oferecida aos produtores do segmento familiar é participar do acesso a mercados institucionais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)”, diz o superintendente. “Esse programa tem por base a Lei 11.947/09, que estabelece a obrigatoriedade de reservar 30% dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a compra de gêneros alimentícios produzidos pela agricultura familiar.”
A Seapa, por intermédio da Subsecretaria de Agricultura Familiar, desenvolve ações dentro do Programa Estruturador Cultivar, Nutrir e Educar, do governo de Minas, para facilitar o acesso dos agricultores ao PNAE. Atualmente, os trabalhos são realizados em 45 municípios e para a 2013 a meta é atender aos agricultores familiares de 99 municípios.
Crédito Agrícola contratado – julho/agosto 2012/2013
Minas Gerais
Total: R$ 1,3 bilhões (+11,5%)
Custeio: R$ 778,4 milhões (+34,2%)
Agricultura Empresarial:
Custeio: R$ 700,9 milhões (+34,8%)
Agricultura Familiar
Custeio: R$ 77,4 milhões (+28,2%)
As informações são da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Portal Café Point
Cafeicultores da Zona da Mata mineira apostam no cultivo dos cafés especiais
Cafeicultores da Zona da Mata mineira apostam em investimentos na colheita e pós-colheita para a melhoria da qualidade dos grãos. Apesar dos custos, o resultado agrada tanto o bolso de quem produz como o paladar dos consumidores com os cafés especiais.
Na fazenda Braúna, no município de Araponga, a paisagem rural é tomada pelos pés de café. Lá a plantação ocupa 100 hectares de café arábica. Nos últimos anos, o cafeicultor João Mattos está investindo na melhoria da qualidade. No pátio de secagem ele faz o processo tradicional, e também a secagem suspensa, onde é processado o café cereja descascado.
‘Quando a gente faz a colheita do café, a gente tem três cafés bem distintos: o café verde, o maduro, que a gente chama de cereja, o vermelhinho e o café já seco ou passa. Quando pegamos o cereja descascado, a gente consegue separar esses extratos, tirar aquela casquinha vermelhinha. Esse é o café com a mais alta qualidade”, explica João.
É justamente neste tipo de café que os produtores da região estão encontrando um diferencial. O cereja descascado é muito apreciado no mercado de cafés especiais e agrega valor ao preço final. Uma saca de café do tipo 6, de bebida dura, em Minas Gerais, custa em média R$370. Já o especial é comercializado entre R$430 e R$700. Alguns lotes especiais chegam a ser vendidos por até R$1.500 a saca.
O investimento, segundo João Mattos, vale a pena. ‘Além do preço diferenciado, a gente consegue ter uma melhor gestão da propriedade com redução do desperdício de fertilizantes, de defensivos, a mão de obra mais qualificada por causa dos treinamentos”.
Em Minas Gerais um trabalho de certificação específico para os chamados cafés diferenciados começou em 2008, com a criação do Certifica Minas Café. Atualmente já são 1.500 produtores no estado que aderiram ao programa.
A família do cafeicultor José Márcio Dias entrou nesse processo há três anos. Na fazenda Catitú são 300 mil pés em 100 hectares. Desde então, ele teve que marcar com placas o talho de café, o que ajuda a identificar a origem e a procedência pro consumidor final. Ele destaca que, com isso, a produção fica mais organizada. “Assim sabemos qual talho está dando lucro. A partir daí, a gente reforma ou elimina os que dão prejuízos”.
Além de identificar a origem e também os pontos onde o produto é de melhor qualidade na lavoura, José Márcio tem um caderno onde anota tudo: faz o controle de custos, produtos e mão-de-obra. O trabalho está mudando a gestão nas propriedades, e consequentemente a qualidade das safras na Zona da Mata mineira.
As informações são da MegaMinas, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Portal Café Point
Pode haver vetos ao Código, admite ministro
O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS), não descartou a possibilidade de a presidente Dilma Rousseff vetar trechos do texto da Medida Provisória do Código Florestal aprovado nesta semana pelo Senado Federal. Ele argumenta que existem questões técnicas que podem ser vetadas após discussão do texto pelo Poder Executivo. “Onde a maioria do governo estiver, estará o ministro da Agricultura”, disse ele.
Mendes Ribeiro destacou que o importante é que “com ou sem veto da presidente Dilma Rousseff, teremos um novo Código Florestal, que acabará com a insegurança jurídica no campo”.
Ele lembrou que foi criticado porque defendeu o veto na questão das áreas de preservação permanente no texto aprovado pelo Congresso Nacional no final do ano passado. “A Câmara dos Deputados havia errado, pois a decisão prejudicava o pequeno produtor. A medida provisória baixada pela presidente Dilma corrigiu, aperfeiçoando o texto”, afirma o ministro.
A reportagem é de O Estado de São Paulo, adaptada pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Portal Café Point
Espaço Café Brasil recebe atenção especial do Sebrae
As novidades e tendências do mercado mundial de café estarão à mostra durante o 7º Espaço Café Brasil. O evento é considerado o mais completo do gênero na América Latina e reunirá produtores, cooperativas, indústrias, equipamentos, produtos e profissionais do mercado, em São Paulo, entre 4 e 6 de outubro, com patrocínio do Sebrae.
Além da exposição de produtos, máquinas, equipamentos e serviços, os visitantes poderão participar da programação especial, que inclui palestras, workshops, salas de provas de cafés e competições. Os apreciadores da bebida ainda poderão participar de degustações nos mais diversos métodos de preparo, assistir apresentações de baristas renomados e conhecer as variedades dos grãos brasileiros.
O Sebrae desenvolve projetos em diversas regiões cafeicultoras observando principalmente o mercado de cafés especiais, que cresce em média 20% ao ano. Desde 2006, o Espaço Café Brasil trouxe uma nova dinâmica de negócios para o setor. No evento do ano passado, por exemplo, 70 marcas de 14 países expuseram seus produtos e geraram R$ 5,5 milhões em negócios nos três dias.
Na edição deste ano, já confirmaram presença produtores, torrefadores, as principais marcas de café, fabricantes de máquinas de cafés, cooperativas e associações, food services, produtores de insumos e acompanhamentos. Também ocorrerão rodadas de negócios com orientação de especialistas da área. Baristas de todo o país competirão pelo título de melhor profissional no preparo do café e participantes dos workshops vão interagir em aulas sobre preparo e torrefação. O evento ainda terá simpósios e palestras sobre temas como produção no campo, certificação, torrefação, cafeterias, tendências nos negócios e novidades relacionadas ao produto.
O histórico da feira mostra que máquinas e equipamentos agrícolas ocupam a preferência de 45% dos visitantes. Em seguida vem os cafés gourmet/especiais (42%), equipamentos para cafeterias (32%), produção e agronegócio (27%), insumos e acompanhamentos (26%), equipamentos para indústria (25%), automação comercial (23%), serviços de café (23%), cursos, certificações e qualidade (22%), franquia (20%), exportação (17%) e produtos orgânicos (9%).
As informações são do Sebrae, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Portal Café Point
Norma define procedimento para estrangeiro solicitar autorização para compra de terra
A Instrução Normativa Conjunta nº1 que define o processo administrativo para estrangeiros solicitarem autorização para a compra ou arrendamento de terra no país foi publicada no dia 28/09 no Diário Oficial da União.
De acordo com a instrução, o estrangeiro residente no país ou empresa estrangeira com permissão para funcionar no Brasil devem solicitar a autorização à superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no estado onde o terreno a ser adquirido está localizado.
O estrangeiro interessado deve apresentar ainda documentação que justifique o tamanho da área desejada, cronograma de investimento e implementação do projeto, se será usado crédito oficial na aquisição e comprovar compatibilidade com os critérios estipulados pelo Zoneamento Ecológico do Brasil (ZEE), quando esse for exigido.
No caso de projeto de caráter industrial, o interessado deve demonstrar compatibilidade entre a planta industrial e a localização da terra.
A instrução envolve os ministérios do Desenvolvimento Agrário, da Agricultura, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, do Turismo e o Incra. Dependendo da atividade a ser desenvolvida no terreno, o pedido de autorização será avaliado pelos órgãos citados.
A medida serve como orientação para o procedimento administrativo e começou a valer a partir de sexta-feira (28). A aquisição de imóvel rural por estrangeiro é regulada pela Lei 5.709, de 7 de outubro de 1971.
As informações são da Agência Brasil, adaptadas pela Equipe AgriPoint.
Fonte: Portal Café Point