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Mecanização da lavoura de café impulsiona crescimento de feira do setor

A mecanização da agricultura familiar e das grandes propriedades está impulsionando o crescimento de uma das maiores feiras do setor cafeeiro. A FEMAGRI 2013 (Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas) realizada pela Cooxupé, cooperativa de produtores de café, terá um aumento em sua estrutura de mais de 40% com relação a 2012 – quando teve recorde em número de público (mais de 23 mil pessoas) e volume de negócios gerados (aproximadamente R$ 70 milhões). O evento acontecerá de 13 a 15 de março.

Realizada em Guaxupé (MG), sede da cooperativa mineira, a feira acontece em um dos maiores centros produtores de café do país. Com o tema “Manejo mecanizado, gerando resultados”, deverá levar aos produtores mais de 100 stands, fazenda experimental, palestras, balcão de negócios e as novidades dos produtos voltados para a lavoura.

De acordo com o gerente de Desenvolvimento Técnico da Cooxupé, José Geraldo Junqueira Filho, a feira tornou-se anual e, desde o ano passado, está preocupada em aliar comodidades para toda a família com facilidade para geração de negócios. “Nosso objetivo é mostrar para o pequeno produtor, através de demonstrações e espaços exclusivos, que soluções como mecanização são possíveis para ele também”, avalia. Atualmente a cooperativa conta com 12 mil cooperados, 84% deles pequenos produtores que desenvolvem a agricultura familiar.

Com 80% dos espaços já comercializados, o gerente de Planejamento Elmo Donizetti de Cistolo, espera que a 12ª edição da FEMAGRI continue surpreendendo em números. “Apesar de 2013 ser um ano de safra baixa do café, acreditamos que o produtor continue investindo na lavoura. O mercado de café teve uma grande recuperação nos anos anteriores e todos estão se preparando para melhorar a produtividade do grão”, avalia.

Agenda:
Data: 13 a 15 de março de 2013
Local: Guaxupé/MG
Mais informações: www.cooxupe.com.br

As informações são da Dow Jones, Agência Estado e Safras & Mercados, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Agricultores intensificam os tratos nos cafezais por causa da chuva

Na fazenda de Deverson Bonfante, em Rio Bananal, no norte do Espírito Santo, a lavoura de café conilon ocupa uma área de 30 hectares. Ao todo são 98 mil pés de café que no momento estão sendo adubados.

O produtor está fazendo a segunda aplicação de nutrientes. O resultado desse cuidado já é bem visível, os pés de café estão viçosos e carregados de chumbinhos, que é a primeira fase da formação do grão de café. Deverson explica que esse trabalho é importante para garantir uma boa produtividade na hora da safra.

Em outra fazenda é possível ver vestígios da última floração. A fase agora é de crescimento dos grãos, por isso, é importante que os produtores reforçarem os cuidados com a lavoura, como molhar e adubar o cafezal. A desbrota do café, que é a retirada dos brotos fracos que nasceram na parte inferior da planta para que os outros vinguem melhor, é outro cuidado que deve ser feito neste período.

No sul de Minas Gerais, a adubação também está sendo realizada da lavoura do café arábica, mas a chuva vem atrasando os trabalhos em muitas fazendas.

É o caso de Osvaldo Henrique Ribeiro. Na fazenda dele, a lavoura de café arábica ocupa 60 hectares. A adubação do solo já foi feita, agora, o momento é de aplicar os defensivos agrícolas e fazer a adubação foliar, uma técnica que consiste na aplicação de nutrientes nas folhas. Os funcionários só fazem o serviço nos intervalos de chuva.

Enquanto o agricultor está cuidando das lavouras de café para a próxima safra, quem tem o grão armazenado fica de olho no mercado. Nos últimos 30 dias o preço caiu tanto no Brasil como lá fora.

As informações são do Globo Rural, adaptadas pela Equipe CaféPoint.


Fonte: Portal Café Point

Proteção à indústria não pode prejudicar o agronegócio, diz CNA

A presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Kátia Abreu, atacou em Pequim o suposto protecionismo a setores da indústria nacional e afirmou que o agronegócio não pode ser prejudicado pelo temor do segmento em relação à concorrência internacional, especialmente a chinesa. 

“Nós não podemos mais ficar cerceados no acesso a mercados para proteger parte da indústria brasileira que não tem competitividade, que não investe em inovação”, afirmou a senadora do Tocantins em Pequim, durante inauguração, na semana passada, do escritório de representação da CNA. 

Segundo ela, o agronegócio é muitas vezes prejudicado em negociações comerciais internacionais pela resistência de setores da indústria em reduzir barreiras às importações em troca da abertura de mercados a exportações brasileiras do setor. 

A China é um dos principais alvos das medidas protecionistas, mas o país investiu em inovação e tecnologia e deixou de ser um fabricante de produtos de baixa qualidade e preço, disse. “Como é que o governo brasileiro vai proteger a indústria disso? A única forma é também investir em inovação.”

Na opinião dela, não se justifica o protecionismo a certas indústrias, entre as quais mencionou fabricantes de máquinas e equipamentos, autopeças e têxteis. “No Brasil nós moramos no mesmo território, o agronegócio e as outras indústrias, sob o mesmo juro, com as mesmas estradas, com os mesmos impostos”, observou. 

A senadora disse que a CNA pressiona o governo para rever a interpretação legislativa que restringiu a compra de terras no Brasil por estrangeiros. “Já estamos perdendo investimentos importantes de vários países por conta da nova interpretação.” 

A posição restritiva foi adotada em 2010, depois que estatais chinesas manifestaram a intenção de comprar grandes extensões de terra no Brasil para a produção de soja. 

Vendas. O objetivo da CNA com o escritório em Pequim é ampliar e diversificar as exportações de produtos agropecuários à China, com ênfase em carnes, suco de laranja, café e produtos florestais, como celulose. 

Atualmente, as vendas são extremamente concentradas em soja – que respondeu por US$ 12 bilhões dos US$ 16 bilhões de exportações do agronegócio para a China no ano passado. Segunda maior economia do mundo, o país vive um processo de elevação da renda de sua população de 1,3 bilhão de pessoas, que deve se traduzir no aumento do consumo de alimentos nas próximas décadas. 

Além de pretender conquistar parte desse mercado, a CNA também quer atrair investidores chineses para obras de infraestrutura no Brasil que ajudem a resolver os problemas logísticos de escoamento da produção do setor. 

A matéria é do O Estado de S.Paulo, adaptada pela Equipe AgriPoint.


Fonte: Portal Café Point

Governo de Minas busca apoio para 1ª Feira Internacional do Café

A 1ª Feira Internacional do Café, que será realizada em Belo Horizonte no período de 9 a 13 de setembro de 2013, paralelamente à reunião dos 50 anos de criação da Organização Internacional do Café (OIC), mostrará o potencial da cafeicultura de Minas e do Brasil para delegações de 77 países. O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Elmiro Nascimento, disse na semana passada a representantes das cooperativas de café e entidades ligadas ao agronegócio que a sua participação e o apoio das entidades nacionais do setor serão fundamentais para o sucesso da mostra e da reunião da OIC. 

De acordo com o secretário, a feira vai expor a diversidade da produção cafeeira do Estado, com informações sobre os aspectos econômicos e sociais do setor, a utilização de tecnologia e o trabalho permanente para a adoção de boas práticas recomendadas para a obtenção da oferta sustentável de cafés de qualidade. Além da apresentação de máquinas e equipamentos, serão realizadas jornadas de conhecimento sobre a história do café em Minas e o desenvolvimento do produto diante da demanda mundial, cada vez mais exigente. 

Nascimento informou que existe também a proposta de inclusão no programa de visitas de produtores e importadores de café às regiões produtoras do Estado, responsáveis neste ano por cerca de 26 milhões de sacas do produto. 

“Vamos mostrar a força do café de Minas, que é devida principalmente à atenção do governo do Estado ao setor, sobretudo atualmente por intermédio do Certifica Minas, programa de certificação das propriedades cafeeiras, que em 2012 alcançará a meta de 1.650 fazendas certificadas (aumento de 13,5% em relação a 2011), portanto ajustadas às exigências para a produção de alta qualidade. 

Entre as entidades presentes na reunião, realizada no Palácio Tiradentes (Cidade Administrativa) estavam as seguintes: Federação da Agricultura de Minas Gerais (Faemg), Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Minas Gerais (Fetaemg), Conselho Nacional do Café (CNC) e Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg) e Sebrae-MG.

As informações são da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Seapa, adaptadas pela Equipe CaféPoint.


Fonte: Portal Café Point

Com alegação que Brasil dispõe de grande parte da safra de 2012 para venda, especuladores continuam justificando baixas

A ICE Futures US (Bolsa de Nova York) encerrou as operações para o café arábica na última sexta-feira novamente com os preços mais baixos.

Outra vez, o mercado cai diante do sentimento de que a oferta disponível globalmente encontra-se crescente. O Brasil ainda dispõe de grande parte da safra de 2012 para venda e tanto Colômbia quanto América Central iniciam suas colheitas de alta qualidade do café arábica sem maiores preocupações.

O cenário macroeconômico mundial é preocupante, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos e isso representa certa apreensão na hora do consumo.
As indústrias aparentam tranquilidade e o mercado responde a essa situação com as cotações mais baixas.
Os contratos com entrega em dezembro de 2012 encerraram a 147,10 dólares por libra-peso com queda de 190 pontos. Março/13 fechou a 152,40 dólares por libra-peso com baixa de 160 pontos. Já os contratos para maio de 2013 encerraram a 155,25 dólares por libra-peso com desvalorização de 155 pontos.

As informações são da Notícias Agrícolas, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Nordeste é a região que mais consome café no país

A cerveja tem lugar cativo no coração do brasileiro. E mais ainda o café. Depois da água, o “cafezinho nosso de cada dia” é a segunda bebida mais consumida no país.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), esse mercado movimenta R$ 7 bilhões por ano país, tendo os nordestinos como os maiores consumidores.

A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), do IBGE, mostra que um nordestino bebe em média 93 litros de café por ano. No Brasil, a média é de 79,7 litros. 

A contabilidade envolve todos os tipos da bebida e todos os locais onde é consumida – em casa, no trabalho, na rua. Em Pernambuco a situação não é diferente. A “sede” dos consumidores pode ser medida pelo número de cafeterias que existem ou estão se instalando, sejam de redes ou ao estilo bistrô. No recém-inaugurado RioMar Shopping, por exemplo, há pelo menos nove cafeterias.

A administradora de empresas Cleonilia Magno bebe em torno de 12 cafezinhos por dia, a maioria no trabalho. Mas costuma beber fora também. “É impressionante o aumento do número de cafeterias ultimamente”, comenta Cloenilia. 

O Bogart Café, vizinho à Universidade Católica de Pernambuco, completou um ano no último mês de agosto. Já prepara uma reforma para receber ainda melhor o público já cativo. E conquistar novos clientes. Atualmente, o café conta com sete empregados, sendo dois baristas (especialistas em cafés especiais). Um dos baristas é Rodrigo Rosa, 24. Ele também estuda gastronomia no Senac. “Penso em associar as duas coisas. Meu pai é chefe de cozinha. Estou adorando”. Rodrigo conta que o capuccino e os cafés gelados têm bastante saída. 

As informações são do Diário de Pernambuco, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Cafés do Brasil são promovidos em Seul

A Associação Brasileira de Cafés Especiais – BSCA, com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, financiado pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), participa da feira “The 11th Seoul Int’l Cafe Show 2012”, que ocorre entre os dias 22 e 25 de novembro, no COEX Seul, na Coreia do Sul.

No estande brasileiro serão servidos cafés especiais de várias regiões produtoras e realizado um seminário institucional para apresentação da bebida. O evento é uma oportunidade para os visitantes conhecerem a variedade de aromas e os sabores, bem como os padrões de sustentabilidade, o respeito ao meio ambiente e aos aspectos econômicos e sociais.

De acordo com a coordenadora de Planejamento e Estratégias do Departamento do Café do Mapa, Cláudia Marinelli, o mercado coreano vem demonstrando uma tendência evolutiva para o nicho de cafés especiais, com potencial aumento para os próximos anos. “Neste evento, os participantes poderão provar os melhores grãos produzidos na safra brasileira”, afirma.

De acordo com os organizadores, a edição de 2011 contou com 68.794 visitantes, de 56 países, e 900 expositores, de 18 países.

Confira aqui mais informações sobre o Cafe Show da Coreia.

As informações são da Revista cafeicultura , adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Embrapa Rondônia apresenta potencialidade de produção de café na Amazônia

A “Potencialidade de produção do café na Amazônia” é o tema da palestra do pesquisador da Embrapa Rondônia, Alexsandro Lara Teixeira, no sábado, dia 17, das 15h45 às 16h45, no Amazontech 2012, em Macapá. Segundo o pesquisador, a produção de café na região Norte passa por uma rápida e crescente transformação. Ele explica que as condições edafoclimáticas da região são mais favoráveis ao cultivo da espécie Coffea canephora (‘Conilon’ e ‘Robusta’), plantas mais rústicas que suportam as altas temperaturas.

Grande parte das lavouras comerciais de Coffea canephora implantadas em Rondônia – estado da região Norte que apresenta a produção de café mais expressiva – são provenientes de mudas produzidas por sementes. Além disso, essas plantas são originárias de introduções feitas pelos próprios agricultores, sem origem genética definida. Esses são apenas alguns dos fatores que explicam as baixas produtividades alcançadas na região. Pesquisas recentes mostram que essa realidade está mudando com a adoção de novas tecnologias por parte dos cafeicultores e a implantação de lavouras clonais.

“Esses aspectos, associados à adoção de novas tecnologias como cultivares melhoradas, manejo adequado, adubação e irrigação, proporcionam altos ganhos de produtividade, redução do uso de agrotóxicos e dos custos de produção”, destaca Alexsandro, acrescentando que “outro fator favorável ao cultivo na Amazônia é a disponibilidade de mão de obra no campo, diferentemente do que ocorre nos grandes centros produtores de café. Por mais que seja tecnificada, a cafeicultura é uma atividade voltada à agricultura familiar, baseada no cultivo de uma espécie perene e passível de ser cultivada com sustentabilidade”.

Demanda

A crescente demanda mundial de café, inclusive pelos “especiais”, associada aos oportunidades de melhores preços pagos ao cafeicultor, mostra a abertura para investimentos no setor, proporcionando geração de emprego, aumento da renda e fixação do homem no campo. Esse novo cenário cria, também, oportunidades para o cultivo do café arábica na região.

O pesquisador destaca que, somente em Rondônia, são consumidos anualmente sete milhões de quilos de café moído, com um consumo per capita de 4,8 quilos. Como 98% da produção do estado é composta por grãos da espécie canephora, as indústrias locais produzem blends de café com uma porcentagem mínima de arábica. “Ou seja, muitos cafés disponíveis para o consumidor local são, na prática, 100% canéfora, sendo que em outros mercados essa porcentagem é dividida meio a meio entre arábica e canéfora”, diz.

O consumo mensal em Rondônia é de 714 mil sacas. As indústrias locais participam de 45 a 50% desse total. Considerando toda a região Norte, esses valores podem chegar a cinco milhões de sacas. A seleção de plantas de arábica para as condições climáticas locais superam as expectativas com produtividades de 60 sacas por hectare em plantios irrigados. O lançamento de cultivares adaptadas às condições de temperaturas elevadas atenderá à demanda de café arábica para toda a região Norte, visto que as cultivares atualmente em uso não expressam todo o seu potencial produtivo, pois são originárias de lugares com altitudes elevadas e temperaturas amenas.

Além da produtividade, parâmetros como qualidade de bebida estão sendo utilizados como critério de seleção para o lançamento das novas cultivares. “O objetivo é oferecer ao cafeicultor plantas de alta produtividade, resistentes a pragas e doenças e, principalmente, com potencial para produção de cafés especiais”, conclui Alexsandro.

As informações são do Portal Dia do Campo, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Dilma lança programa de irrigação

Em mais um esforço para combater os efeitos da seca, a presidente Dilma Rousseff lançou nesta terça-feira o programa Mais Irrigação, que prevê investimentos de R$ 10 bilhões – do volume de recursos, R$ 3 bilhões serão oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e R$ 7 bilhões, da iniciativa privada.

“Vamos derrotar a seca e vamos usar pra isso o que há de melhor na tecnologia, não vamos medir esforços, tenho certeza que esse é um projeto que seremos bem sucedidos”, disse a presidente, durante solenidade no Palácio do Planalto.

O Mais Irrigação deverá beneficiar 538 mil hectares de áreas voltadas para a produção de biocombustíveis, fruticultura, leite, carne e grãos. Dilma lançou o programa quatro dias após inaugurar a Adutora do Algodão no município de Malhada, que vai levar água do rio São Francisco para mais de 100 mil pessoas de nove municípios.

“Uma das características do Mais Irrigação é a busca de mais eficiência para melhor investir, eu acho que ele é um passo à frente de todas as iniciativas que tínhamos tomado no PAC. E falo da eficiência pra obter uma maior produção agrícola, maior renda gerada naquela região pobre do País, e da operação adequada dos projetos de irrigação”, destacou Dilma.

O programa é mais um afago de Dilma ao PSB, sigla que comanda quatro Estados da região Nordeste – Ceará, Pernambuco, Paraíba e Piauí. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, não participou da cerimônia – ele está de férias, em viagem pela Itália.

A presidente cobrou dos ministros Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional) e Tereza Campello (Desenvolvimento Social e Combate à Fome) a entrega de 160 mil cisternas até o final do ano. “Os males provocados pela estiagem se ainda são muitos e se ainda são extensos, temos o absoluto compromisso de superá-los, estão sendo enfrentados com firmeza”, afirmou. 

A matéria é do Estadão, adaptada pela Equipe AgriPoint.

Fonte: Portal AgriPoint

Receita brasileira com exportação de grão verde de café cai 27,9% no ano

A receita cambial com exportação de café verde apresentou queda de 27,86% nos dez primeiros meses deste ano, em comparação ao mesmo período de 2011. O faturamento alcançou US$ 4,655 bilhões, ante US$ 6,452 bilhões, conforme relatório da Secretaria de Produção e Agroenergia, do Ministério da Agricultura, com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O volume embarcado no período teve redução de 18,43%, para 1.196.155 toneladas ante 1.466.488 t nos primeiros dez meses de 2011.

O preço médio de exportação teve queda de 11,55% no período, de US$ 4.400/t para US$ 3.892/t. A receita cambial teve crescimento para apenas 3 entre os 15 principais destinos do café brasileiro: Reino Unido (15,84%), Eslovênia (33,11%) e Argentina (4,09%). Em contrapartida, foi significativa a queda para Espanha (-41,18%) e Estados Unidos (39,09%).

O principal comprador de café verde brasileiro no período, em volume, são os Estados Unidos, que apresentaram queda de 27,50% ante o mesmo período de 2011. O segundo principal importador foi a Alemanha (queda de 24,19%). Entre os principais compradores, o volume embarcado aumentou para apenas quatro destinos: Eslovênia (33,18%), Reino Unido (5,47%), Suécia (5,18%) e Argentina (4,35%). Em termos porcentuais, houve diminuição expressiva no volume vendido para: Espanha (-37,34%), Estados Unidos (-27,50%), Alemanha (24,19%) e Bélgica (26,12%).

As informações são da Agência Estado, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point.