Notícias

Minas Gerais sediará o maior evento mundial da cafeicultura

Minas Gerais vai sediar o maior evento internacional da cafeicultura em 2013. Atendendo à proposta do grupo mineiro que participa da reunião da Organização Mundial do Café (OIC) em Londres (Inglaterra), Belo Horizonte foi eleita nesta segunda-feira (24) a sede do próximo encontro, que será realizado em setembro do ano que vem. A escolha por unanimidade da capital mineira para sediar a 50ª Reunião da OIC foi feita após a apresentação do secretário de Agricultura de Minas Gerais, Elmiro Nascimento, que mostrou aos membros da organização o potencial do Estado para receber um evento internacional. 

Será a primeira vez que o Brasil irá sediar uma reunião da OIC, que é o principal fórum intergovernamental que trata das questões do café. Seus membros representam 38 países exportadores e 32 importadores, que respondem por 97% da produção mundial de café e mais de 80% do consumo global do grão. 

[imagem121]

Foto: Secretário Elmiro Nascimento (à esquerda) junto á delegação brasileira em Londres. Crédito: OIC

“A reunião da OIC em Belo Horizonte dará maior projeção aos cafés de Minas e do Brasil”, ressaltou o secretário, que participa da delegação brasileira com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg), Roberto Simões, e representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária e Ministério das Relações Exteriores. A organização, mediante a atuação dos representantes governamentais e do setor privado, promove a melhoria da qualidade do café, fomenta a expansão do consumo mundial do grão e coordena projetos de desenvolvimento cafeeiro destinados a agregar valor e aprimorar a comercialização. Além disso, assegura a transparência do mercado, disponibilizando informações objetivas e abrangentes sobre o setor global por meio de dados estatísticos e estudos de mercado.

O Brasil é o maior produtor mundial de café e Minas Gerais o líder da produção nacional. Segundo o secretário, “essa liderança foi conquistada com grandes safras de cafés produzidos de acordo com as exigências dos consumidores internacionais, uma qualidade mantida com a parceria do governo estadual, por intermédio de iniciativas como o Certifica Minas Café, programa de certificação das propriedades desenvolvido pela Secretaria da Agricultura. O objetivo é estimular a busca de cafés de qualidade e de acordo com boas práticas que possam assegurar a sustentabilidade da produção conforme as exigências dos mercados interno e externo”, diz Elmiro Nascimento. 

As informações são da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Fonte: Portal Café Point

MAPA confirma liberação de R$46,5 milhões ao produtor para a proteção de oscilações climáticas em 2012

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirmou nesta quinta, dia 20, o aporte de R$ 46,5 milhões para o Seguro Rural. Com o recurso, o governo federal empenha o valor constante na Lei Orçamentária Anual 2012 de R$ 174 milhões e dá condições para que os agricultores assegurem suas lavouras e proteja de eventuais oscilações climáticas no período do plantio, como estiagem, chuva em excesso ou geadas intensas.

Um projeto de lei para destinar outros R$ 100 milhões, também em 2012, tramita no Congresso Nacional. O objetivo do governo é dar segurança ao produtor por meio da garantia de recursos para o Seguro Rural.

Para 2013, estão estimados R$ 400 milhões na proposta orçamentária. A expectativa com esses aportes é de atingir oito milhões de hectares e assegurar aproximadamente R$ 11 bilhões por meio da contratação de mais de 90 mil apólices.

O limite máximo de subvenção federal que cada beneficiário pode receber é de R$ 192 mil, sendo R$ 96 mil na modalidade agrícola e R$ 32 mil para cada uma das demais modalidades: pecuária, floresta e aquícola.

O Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013 prevê ainda o avanço no seguro, por meio do Proagro, feito pelo produtor para garantir o pagamento dos empréstimos que ele tomou no banco para financiar a safra. Para os médios produtores, o governo federal dobrou o valor de cobertura e, com isso, será possível assegurar até R$ 300 mil por safra. Isso significa uma elevação do valor segurado pelo governo, considerando o Seguro Rural e o Proagro, de R$ 9 bilhões para R$ 16 bilhões.

As informações são do MAPA, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Agronegócio brasileiro perde US$ 5 bilhões na logística, diz Pedro Parente

O agronegócio brasileiro perde cerca de US$ 5 bilhões por ano com a baixa eficiência logística, principalmente no transporte de grãos, de acordo com cálculos da Bunge Brasil, apresentados nesse sábado, dia 22, pelo presidente da companhia, o ex-ministro da Casa Civil e do Planejamento Pedro Parente.

“Esse valor poderia ser incorporado na renda do produtor” – disse Parente, durante o Fórum Nacional de Agronegócios, em Campinas (SP).

Segundo ele, o Brasil tem potencial para atender às necessidades de alimentos e energia do mundo. No entanto, dados apresentados pelo ex-ministro no evento apontam que os gargalos na cadeia trazem uma diferença de US$ 70 por tonelada de grãos exportada pelo Brasil em relação aos Estados Unidos, por exemplo.

Para o presidente da Bunge, no entanto, o governo “já está acordando para isso e começou a destravar o processo”, com o pacote de medidas para a infraestrutura e a criação da Empresa de Planejamento da Logística. 

A informações são da Agência Estado, adaptadas pela Equipe CaféPoint

Fonte: Portal Café Point

Espera por melhores preços reduz exportação brasileira de café

Mesmo em um ano de safra maior, as exportações de cafés brasileiros estão menores. O cenário é o mesmo tanto para os grãos comuns como para os de alta qualidade. Especialistas afirmam que além da crise na Europa, que reduziu a demanda, produtores brasileiros estão segurando o produto na espera por preços maiores.

O motivo para a queda nas vendas estaria ligado à maior capitalização dos produtores, que tiveram uma boa safra no ano passado e não estão querendo vender o produto por um preço mais baixo.

O analista de mercado Nelson Carvalhaes diz que o cenário macroeconômico deve ter impacto no resultado dos embarques do setor, mas para os cafés de alta qualidade o cenário pode ser melhor, pois os grãos são direcionados a nichos especiais no mercado internacional e não ficam somente na dependência de países afetados pela crise econômica.

O Brasil está crescendo nas vendas dos cafés especiais, apesar da quebra da qualidade este ano. Segundo a Cooxupé, que representa um volume considerável de exportações de cafés verdes, do total que a cooperativa normalmente recebe, 80 por cento é de café de qualidade, e o restante de qualidade mais baixa. Este ano, porém, o volume do produto de qualidade caiu para 60 por cento, queda esta que acarretou na menor representação em exportações dos cafés diferenciados desta safra. 

Eduardo Heron, gerente de tecnologia do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), afirma que nos últimos cinco anos os produtores se especializaram e hoje têm uma oferta crescente do produto diferenciado, que responderam por 24% das exportações na safra passada, contra 18% deste ano. Mesmo assim ele acredita em uma recuperação até o fim do ano.

“A produção foi dentro do esperado, foi uma produção boa, mas não excepcional, a qualidade foi abaixo do que se esperava”, concluiu Heron.

As informações são do RuralBR, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

Chuva determinará direção dos preços do café, afirma Cooxupé

Após colher uma safra com um volume maior de café de baixa qualidade do que o normal, a Cooxupé avalia que a chegada ou não das chuvas nas próximas semanas influenciará em uma alta ou queda nos preços no mercado internacional.

As precipitações e o volume de chuvas vão determinar se a florada dos cafezais será boa ou ruim, o que vai afetar diretamente no tamanho da colheita de 2013 (safra 2013/14) do Brasil, disse o presidente da maior cooperativa de cafeicultores do mundo, Carlos Paulino da Costa, em entrevista à Reuters.

No momento, há um impasse no mercado, com os participantes aguardando a chegada das chuvas. “O que vai definir o preço vai ser a florada, a perspectiva da próxima safra. Por enquanto, a chuva não chegou na zona produtora ainda, parou no Estado de São Paulo, no Sul de Minas e no Cerrado de Minas ainda não choveu”, afirmou Paulino, presidente da cooperativa com sede em Guaxupé, no sul mineiro.

De acordo com Paulino, se a seca prolongar e ocasionar uma quebra para o próximo ano, o mercado poderá ver uma “reação grande”.

Minas Gerais responde por cerca de metade do café produzido no Brasil, o maior produtor e exportador mundial. “Se a chuva for boa e a florada for boa, certamente o café não vai subir…”, acrescentou ele, durante o Fórum Nacional de Agronegócios, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide).

A próxima temporada ainda tem um agravante no que se refere à produção. Será a negativa do ciclo bianual do café arábica, ciclo este que alterna altas e baixas na colheita.

Questionado sobre qual o limite para a chegada das chuvas, Paulino afirmou: “O mês de outubro sempre é limitante para as floradas. Com o calor a planta começa a vegetar, vai precisar de chuva, até o final do mês precisa ter chuva, caso contrário, começa a ter prejuízo”.

Ele lembrou que havia previsão de chuvas para as áreas de café de Minas que não se concretizaram nesta semana. Na próxima, a meteorologia prevê precipitações, acrescentou o produtor. A cooperativa prevê um recebimento de 5,5 milhões de sacas de café em 2012, ou cerca de 10 por cento da produção brasileira na temporada 2012/13, contra 5,1 milhões de sacas no ano passado.

Na temporada passada, ano de baixa do arábica, a cooperativa foi ao mercado para comprar café de terceiros, com o objetivo de atender seus clientes.

Paulino disse que, além da questão das chuvas, a cotação do café está sendo considerada insatisfatória pelos produtores, que não estão com pressa de vender.

“O mercado está um pouco parado”, disse ele, lembrando que os produtores contam com financiamentos do governo para estocar o café e também estão capitalizados após os preços altos do ano passado, os maiores em cerca de três décadas.

Agora, o café no mercado internacional vale cerca de metade do pico registrado em 2011, em parte com a colheita de uma safra recorde superior a 50 milhões de sacas no Brasil.

Paulino notou agora, no entanto, uma maior demanda dos compradores do hemisfério norte, que buscam reabastecer seus estoques para a chegada do período frio, quando o consumo aumenta.

As informações são da Reuters, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point

“Em cinco anos a agricultura brasileira terá mais um aliado para superar problemas climáticos”, afirma Embrapa

Pesquisa realizada pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), instituições participantes do Consórcio Pesquisa Café, identificou um gene do café arábica que quando transferido para outra planta – Arabidopsis thaliana – tornou esta altamente tolerante à seca. O gene agora está sendo testado em outras plantas de interesse agronômico, como soja, milho, trigo, cana de açúcar, arroz e algodão. 

O Consórcio Pesquisa Café tem seu programa de pesquisa coordenado pela Embrapa Café, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa.

“A expectativa, como ocorreu com os resultados obtidos com uma planta modelo, é que o gene confira tolerância prolongada à estiagem também para essas outras culturas. A transgenia tem o potencial de transferir genes entre espécies diferentes e expressar corretamente as características conferidas pelo gene, neste caso, mantendo a produtividade mesmo na ausência de condições favoráveis, como a escassez de água”, diz o pesquisador Eduardo Romano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.

O otimismo com relação ao uso de genes modificados em todas as variedades testadas deverá ser comprovado com os resultados da pesquisa no campo, previsto para o próximo ano. “Se tudo ocorrer conforme esperado, em cinco anos a agricultura brasileira terá mais um aliado para superar problemas climáticos, como a temperatura elevada e o déficit hídrico, que ameaçam a produtividade no campo”, adianta o pesquisador.

A expressão do gene de resistência a seca está em observação em laboratório. Após o nascimento das primeiras plantas transgênicas, as sementes serão novamente testadas em laboratório para posteriormente, a partir de uma seleção das melhores amostras, serem testadas em campo.

Além da expectativa de aumento ou manutenção dos níveis de produção econômica e de desenvolvimento social, os pesquisadores envolvidos no estudo acreditam que com o cultivo de plantas resistentes à seca será possível reduzir os impactos ambientais provocados pela atividade, uma vez que abre perspectivas de menor consumo de água.

Detalhes da pesquisa em café – Pesquisadores compararam variedades de café tolerantes e suscetíveis a seca e identificaram um gene diferencial. Esse gene foi isolado e transferido por ferramentas de engenharia genética para plantas de outra espécie – Arabidopsis thaliana. As plantas de arabidopsis que receberam o gene de café foram submetidas a um regime de 40 dias sem água e permaneceram saudáveis enquanto plantas que não receberam o gene morreram após 15 dias. A patente do gene foi registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI.

Origem do gene resistente a seca – É consequência do trabalho, realizado em parceria por instituições participantes do Consórcio Pesquisa Café e pela Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo – Fapesp, de mapeamento de 200 mil sequências de DNA, dos quais mais de 30 mil genes foram identificados como responsáveis por diversos mecanismos fisiológicos de crescimento e desenvolvimento do cafeeiro. Desse manancial genético, saiu o gene identificado e testado pelos pesquisadores, denominado CAHB12. A decifração do código genético do café, o genoma café, foi pioneirismo brasileiro e colocou o Brasil na vanguarda das pesquisas em café.

Esse banco de dados, o maior do mundo para o grão, está à disposição das dezenas de instituições que compõem o Consórcio Pesquisa Café, distribuídas em 14 estados brasileiros. As informações estão guardadas pela Rede de Genomas Agronômicos e Ambientais da Fapesp e pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.

Benefícios do genoma café – O domínio do código genético tem tornado possível o desenvolvimento de variedades mais produtivas, tolerantes a variações climáticas (como seca e geada) e resistentes ao ataque de pragas e doenças, com reflexos diretos no custo de produção, na proteção ambiental e no incremento de 20 a 30% na produtividade das lavouras, em função do menor uso de defensivos agrícolas. Além disso, os dados gerados pela pesquisa aceleram a obtenção de cultivares de melhor qualidade, aroma, sabor e propriedades nutracêuticas do grão, agregando qualidade ao produto e mais satisfação e saúde para o consumidor.

Consórcio Pesquisa Café – Esse arranjo institucional atua em todos os segmentos da cadeia produtiva, tendo por base a sustentabilidade, a qualidade, a produtividade, a preservação ambiental, o desenvolvimento e o incentivo a pequenos e grandes produtores. Hoje reúne mais de 700 pesquisadores de cerca de 40 instituições, envolvidos em 74 projetos dos quais fazem parte 355 Planos de ação.

Foi criado por iniciativa de dez instituições ligadas à pesquisa e ao café: Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola – EBDA, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – Epamig, Instituto Agronômico – IAC, Instituto Agronômico do Paraná – Iapar, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural – Incaper, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro – Pesagro-Rio, Universidade Federal de Lavras – Ufla e Universidade Federal de Viçosa – UFV.

As pesquisas do Consórcio Pesquisa Café contam com o apoio e o financiamento do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – Funcafé, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa.

As informações são da Gerência de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Web Café Point

Foco de fungo em lavouras de El Salvador já é o mais forte da última década

A Associação de Provedores Agrícolas (APA) de El Salvador advertiu sobre uma forte ocorrência de ferrugem nos cultivos de café do país, situação que também afeta os vizinhos Guatemala e Honduras.

A APA disse que o índice de infecção nacional ronda os 30%, mas em algumas regiões, chegou-se a reportar 60%, segundo um informe publicado no diário El Mundo.

O inverno ruim (época de chuvas, maio a outubro) propiciou as condições para o desenvolvimento do fungo, somado à falta de alerta precoce, segundo empresários do setor. 

Eles asseguraram que o foco é o mais forte da última década, de acordo com a publicação.

A ferrugem é uma doença que todos os anos se apresenta nos cafezais e se trata de um fungo que se aloja nas folhas da planta. A acumulação de umidade e as temperaturas próximas a 22 graus são as condições propícias para a proliferação desse fungo.

O presidente da Fundação Salvadorenha para Investigação de Café (Procafé) disse que o foco “impactará terrivelmente”, mas disse que ainda é muito prematuro determinar em quanto poderia reduzir a produção.

A colheita do ciclo de 2012/2013 começará em outubro próximo e está estimada inicialmente em 1,38 milhão de sacas de 60 quilos. Segundo os dados do setor, a afetação da ferrugem em Honduras é de cerca de 10%, enquanto na Guatemala foi notada a presença do fungo em 40% dos cafezais. 

As informações são da Prensa Latina, traduzidas e adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Web Café Point

Retração vendedora segura preço interno

As negociações envolvendo café arábica continuam lentas no Brasil. Segundo colaboradores do Cepea, vendedores vêm se mantendo firmes em seus pedidos de preços e, em muitos casos, retraídos para novos negócios. 

O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 391,88/saca de 60 kg, aumento de 0,54% entre 12 e 19 de setembro. Quanto às exportações, em agosto, o Brasil embarcou 2,28 milhões de sacas de 60 kg de café verde, volume 25,2% superior ao de julho/12, mas 12% menor que o de agosto/11, de acordo com dados da Secex. 

A quantidade embarcada em agosto foi a maior desde dezembro/11. Em termos de receita, os embarques em agosto geraram US$ 465,1 milhões, 23,6% superior à de julho/12, devido ao maior volume enviado. Essa receita, contudo, foi 36% inferior frente à de agosto/11, por conta da menor quantidade embarcada e do recuo no preço do café exportado nos últimos 12 meses.

As informações são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) – ESALQ/USP, adaptadas pela Equipe CaféPoint


Fonte: Web Café Point

Colheita da safra de café atinge 95%, ante 98% no mesmo período em 2011

A colheita de café da safra 2012/13 atingiu 95% em 6 de setembro. O número faz parte do levantamento semanal de Safras & Mercado, que acompanha a evolução da cultura.

Os trabalhos de colheita da atual safra estão atrasados em relação a igual período de 2011, quando 98% da produção 2011/12 estava colhida. Na semana anterior, estava em 92%. A produção está estimada em 54,9 milhões de sacas de 60 quilos, sendo que já foram processadas 52,02 milhões de sacas. 

As informações são do Diário do Comércio, adaptadas pela Equipe CaféPoint.

Fonte: Portal Café Point